Mais um. O meu primeiro. (brainwasherpt@hotmail.com)
domingo, maio 20, 2012
Ironicamente bebo esta cerveja por ti, talvez seguida por um dos cheirinhos que o esteves, por mais que os martelasse, vendia com uma licença de há já muitos anos. Dou um trago pensativo e, por espaço ser aberto, nao me permito desenvolver conversas com estranhos como aqueles que completavam a tua presença como uma corte da nome a um rei. Nao te conhecia para além das conversas que partilhamos e do que ouvi de quem partilhou o teu crescimento; nao te respeitava para além disso e das promessas de uma obra conjunta que, como alguém que procura saciar o de sempre num trago, engasga e leva sempre ao incumprimento.
Foste-te. Fica comigo o ensinado e por cobrar, o exemplo do a ter a fazer e a ensinar e o respeito que me tiveste quando nem quem no meu tecto se albergava mo mostrava, e a frase que só me diz que quase ninguém nos merece. E até isto és tu quem mo mostra, esta noção de injustiça que um noticiário cada vez mais reles desculpa por montagem exigida, este pão e este circo de massas que se senta num Globo dourAdo ou nao mas que o atlas que somos sustenta desde a sua génese.
Vais-te mas fica-te o respeito, aquele que eu insisto que me mostraste ao contrario de outras partidas. Já nao te vou procurar mais entre aquele bloco de êxito iOS , num de dois sítios mas com um receituário comum. Agora carrego-te sem peso amigo. Sei que o exemplo vai ser ir.
terça-feira, maio 08, 2012
Ue
Desde que mudei para Perto do mar que ainda nao aproveitei nada do que Parentemente existe por detrás da capitania, velha como este pais no que a constitui mAs moderna numa arquitectura que, embora agrade ao transeunte, nada para além de despertar espanto estético permite. Presumo que quem aqui habitava antes lamentou a vista perdida. Só foi esse o sentimento de revolta que tudo promoveu e a arte toda quedou-se nisto.
O homem já nao edifica o sentido, a descoberta,a humanidade. Depois de ir ao cu poucos orifícios tem a explorar, e, por mais cus que venha a foder, o acto em si já verteu o seu simbolismo. A imaginação e rara e repetitiva no mundo global, mas também e esta abrangência que permitira, caso estruturas estruturAdas desempenhem essa função, um maior crivo de qualidade e também mais ético se respeitar a moral existente em cada uma das regiões participantes.
Pela primeira vez, apesar de esse conforto nao ser sentido, o poder do povo passou os limiares da representação. A mensagem individual e, se tal for fatalisticamente exigido, talvez global poderá chegar a todos e em todos germinar uma melhor realidade. As classes somos nos quem as cria, a sua existência somos nos quem a permite, a tomada de decisão nao exige representantes mas um sistema que a todos aceda prontamente e de uma forma segura.
Só resta que alguém na forma pense e que outros contribuam com o conteúdo que outros terAo de comunicar. Se se focarem em idiossincrasias de classe a mudança nunca surgira. O presente exige estrutura comecemos então por obrigar que elas existam, e a culPabilizar as presentes e as passadas pelos seus erros pois sem exemplos de justiça, de facto cega e holistica, ninguém participara para além do seu próprio umbigo que se satisfaz com muito pouco. Juntemos cada um deles no que todos acreditam que o do mundo nunca pede de menos.
domingo, maio 06, 2012
Ueuue Ue ueeeeeee
Acendi a lareira com calma como me pediras sem mo dizer. Cozinhavas em mente, Matilde, algo que lentamente nos saciaria, por mais medo que estivéssemos a carregar de um teste qe a distancia a rotina parece exigir nos tempos que correm.
Escrevo com a mesma calma com que me lavaste o corpo sem qualquer tipo de sexo ou desejo, eu Jesus de um mundo novo nosso tu profeta Batista do mesmo. Joao sem cabeca abriu as portAs do céu ao mundo, o outro que alegoricamente eu represento limitou-se a justificar o acto, sem cabeca abriu os seus e ela se se foi foi só por ela e o desejo que com inveja nos tirA dos céus e nos arrasta pela terra.
O Senhor se existe e nos cantos que por distracção nao vemos e só queremos o que nos colocao Por obrigacaO com um sorriso e um decote a frente. E triste o mundo que pela tristeZa e o medo que dela tem se arrasta como se uma marca afastasse mais o frio que a camisola ue a carrega.
Joao Batista sem cabeca abriu as Portas do céu joao era um deles e por eles fOia aceite e destruído. JoaO era preciso nao para detectar, nao para resolver, só para o mundo ter essas acções para além do problema. Joao limpoume só me resta agora aer. Há de ter um motivo para o que lhe falta para o que lhe falta
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