Mais um. O meu primeiro. (brainwasherpt@hotmail.com)
segunda-feira, julho 30, 2012
kçfafpsf hflsajfpoewa kdsaçokfoew mlkdafew fsafew af fefewaf fafefaf
tudo começa com um propósito qualquer. Mesmo o começo despropositado terá o seu nem que seja simplesmente o que o define, necessário por vezes a qualquer um. Escrevo, neste instante, porque não durmo, algo me inquieta, do fluxo da minha consciência talvez me acalme, talvez entenda porque assim estou, talvez me venha o cansaço ou tudo fique na mesma.
Mais um dia se passou. Mais um que vou somar às minhas memórias, mais um que fica marcado por um texto, uma discussão, uma presença, uma ausência, uma inquietação, um maço de tabaco, uma peça de roupa adicional na pilha que vou acumulando atrás de mim, uma conversa; por uma merda qualquer. Somando tudo resultamos nós. Confirmo o que já antes escrevera, os brinquedos ficam mais caros com a idade mas também ficam mais pesadas as memórias e os segredos que carregamos por entre os ombros e as palavras que escrevemos ou soltamos. Pouco se passou hoje para além do passeio que dei, da água entornada sobre as calças e o que agora sinto. Pouco.
Agora penso lentamente em mim. Não tenho pressas enquanto vou e venho de uma conversa num chat do gmail com alguém que me conhece, dos poucos e que, por não pensar, já não está perto. Diz-me para não pensar tanto como se eu o fizesse. Tivesse pensado. Não tivesse feito a cagada que fiz. As cagadas que faço e a merda que somo dia após dia. Custa-me assim o que sou, pesa-me não poder desculpar-me com aqueles que me criaram tudo, os meus maiores erros foram meus; julgo-me severamente; custam-me os sonhos que anulei e as vezes que pus os pés na poça de merda que nem o skip ou o persil ajudam a limpar.
Tudo começa com um propósito qualquer. Acho que já sei porque não durmo.
Mais um dia se passou. Mais um que vou somar às minhas memórias, mais um que fica marcado por um texto, uma discussão, uma presença, uma ausência, uma inquietação, um maço de tabaco, uma peça de roupa adicional na pilha que vou acumulando atrás de mim, uma conversa; por uma merda qualquer. Somando tudo resultamos nós. Confirmo o que já antes escrevera, os brinquedos ficam mais caros com a idade mas também ficam mais pesadas as memórias e os segredos que carregamos por entre os ombros e as palavras que escrevemos ou soltamos. Pouco se passou hoje para além do passeio que dei, da água entornada sobre as calças e o que agora sinto. Pouco.
Agora penso lentamente em mim. Não tenho pressas enquanto vou e venho de uma conversa num chat do gmail com alguém que me conhece, dos poucos e que, por não pensar, já não está perto. Diz-me para não pensar tanto como se eu o fizesse. Tivesse pensado. Não tivesse feito a cagada que fiz. As cagadas que faço e a merda que somo dia após dia. Custa-me assim o que sou, pesa-me não poder desculpar-me com aqueles que me criaram tudo, os meus maiores erros foram meus; julgo-me severamente; custam-me os sonhos que anulei e as vezes que pus os pés na poça de merda que nem o skip ou o persil ajudam a limpar.
Tudo começa com um propósito qualquer. Acho que já sei porque não durmo.
I - momento de poesia
Chora o poeta coitadinho
pela merda que tem e sozinho
estar neste preciso momento.
nem ter ninguém com quem
teclar.
De um lado dizem que é parvo
um don giovanni ou galã de bairro
que sabe o nome de um ou dois porteiros
vida de inveja final fatela a
sonhar.
Do outro lado nada se diz
e o que se escreve é sempre a giz
sobre um alcatrão muito usado.
duvido que alguém se passe pare a
chorar
II - Momento de poesia
Já parava com esta lenga-lenga
repetitiva apesar dos actores
serem parcialmente os mesmo.
O elenco, por mais amplo que seja,
é sempre arrastado para baixo
pelo enredo de merda.
Violência é tão anos 90
Paixões eufóricas são românticas
e agora os sedutores jogam futebol
sabem lá eles de caligrafia
Qualquer modelo da a bilha
Se apareceres na TV.
Porquê pergunta a crítica
continuas a fazer este tipo
de coisa e de texto.
Cresce rapaz, deixa-te disto
já basta um diário de um onanista
e só a outra idiota é uma força
qualquer de uma natureza incerta.
Já nem as gajas choram pah.
Queres ser drástico apanha
uma dose acima da recomendada
Corta os pulsos, atira-te a um carro
Faz comentários desagradáveis
Bate nelas pah senão elas batem em ti.
O que está in é ser de chelas.
Alegorias e o caneco
ironia não é para o ser mediano
sarcasmo pior ainda que vais preso.
Puto cresce e aparece
para depois em sucessivas
mulheres e noitadas desapareceres
ESTES são outros tempos
Os medos combatem-se com doses
ponderadas sempre bem ponderadas,
de anti-depressivos revolucionários
bem mais que qualquer maoista.
Estes gajos são transversais
São holísticos e omnipresentes
Até te dão um sorriso kodak.
Caracterização.
Já estás preparado?
que cabelo é esse ?!
Chiça rapaz que tás uma desgraça
bebeste? é que esta merda
que é da boa não se agarra
a merda que está a tua pele.
já tá. Dá lá um nó na gravata,
vai trabalhar, entra em cena.
Problemas? Esses ficam para outra altura.
Usos uvu d you g urubu dedução tucuxi ficção
Carrego o peso constante de necessitar de dar uma lógica, por mais simples que ela seja, a tudo o que me rodeia independentemente da distância e que me salte ao olhar. É uma merda.
Mudasse e ganhasse a forma que garante um sorriso ao compasso dos batanetes, a concretização de desejos e vontades ao ver os morangos com açúcar, a emoção de um drible mais eloquente e importância de um pénalti mal marcado.
Perco tempo com tanta coisa que por generalidade ninguém valoriza, deveria aceitar tudo como é, perder o fascínio macabro que tenho pelo que nao entendo e ser somente por entre os dias que me restam uma sombra com mais luz do que fui. Que matemática tem a vida, que regras existem para nos que importam para nos que só vemos a televisão que alguém construiu e que nos basta só por existir? Metade de uma metade nao é um quarto, as fracções são outras e outra coisa sao na vida, metade do que sou talvez seja eu inteiro por mais que me custe a assumi-lo dado o medo parvo que de mim tenho.
Tudo acaba um dia. Tudo é como um filme só com finais de dois tipos, o que importa é que o tenhamos visto do principio ao fim, com pequenas distracções, e se possível, vivido. Tudo o resto sao criticas sempre distintas entre elas e menos importantes para o corpo que pipocas que essas ao menos alimentam e o refresco sacia.
Mudasse e ganhasse a forma que garante um sorriso ao compasso dos batanetes, a concretização de desejos e vontades ao ver os morangos com açúcar, a emoção de um drible mais eloquente e importância de um pénalti mal marcado.
Perco tempo com tanta coisa que por generalidade ninguém valoriza, deveria aceitar tudo como é, perder o fascínio macabro que tenho pelo que nao entendo e ser somente por entre os dias que me restam uma sombra com mais luz do que fui. Que matemática tem a vida, que regras existem para nos que importam para nos que só vemos a televisão que alguém construiu e que nos basta só por existir? Metade de uma metade nao é um quarto, as fracções são outras e outra coisa sao na vida, metade do que sou talvez seja eu inteiro por mais que me custe a assumi-lo dado o medo parvo que de mim tenho.
Tudo acaba um dia. Tudo é como um filme só com finais de dois tipos, o que importa é que o tenhamos visto do principio ao fim, com pequenas distracções, e se possível, vivido. Tudo o resto sao criticas sempre distintas entre elas e menos importantes para o corpo que pipocas que essas ao menos alimentam e o refresco sacia.
terça-feira, julho 24, 2012
Divulgou gig sue o. Unir Fr e cudddgxuvdyvdtscyz. Fdh há
Hoje viu-me um rapaz que era da minha escola, do meu colégio betinho, e perguntou-me se nos nos conhecíamos. Depois de me explicar o grau de parentesco, confirmei a sua suspeita. Estávamos era diferentes, tínhamos barba, éramos hipsters, cada um á sua maneira só a base do rosto se mantinha igual.
Passou já mais de um ano desde a ultima vez que nos abraçámos, e nem o Henrik, meu pai emprestado, me foi capaz de dizer quanto mais tempo seria necessário para esquecer ou, se preferirmos deixar de importar. Irrita-me estes tempos permitirem uma maior durabilidade de tudo pela certeza de encontrarmos um vestígio por mais pequeno que seja da outra existência que já não é partilhada. No comboio sei que rstá numa pensão, no jantar sei que janta em massamá, numa sala escura sei que está noutra a ver uma reprodução em pequena escala do que eu já fui e frustra e torna o que já nao devia num sentimento obsessivo. Antes, pelo que consigo perceber era a incerteza que contava, uma carta que nao vinha, um encontro a uma hora predefinida que nao se pode cumprir e que nenhum meio poderia anular. Voltasse o tempo atras, fosse como aquele filme, o que a mulher volta para a quinta para o encontrar igual depois revela ter mudado tanto, o que acaba com um poema bonito. Sei tudo sei demais apetece-me ser ignorante, ter a forca que nao me deixa procurar mais e ter o espaço que o presente exige.
Ó mar Salgado,
Passou a teclado
E a internet Service provider
Se viste meu amigo
Neste caso amiga
Mostra uma fotografia
Dela com o caga tacos.
Ó verde pino
Se viste meu amigo
Insisto que é amiga
Diz-me o que come e onde o faz
E traz uma memória antiga
Reabre uma ferida que quero esquecer
Enquanto esteja a foder
Uma qualquer rapariga
Depois lembro-me que só depende de mim este comportamento neurótico. Guardo iPhone, ou simplesmente passo a ler o publico, ponho numa gaveta tudo, o meu mundo é o que está à distancia de um olhar comun.
Sentam-se em volta desarmados
Pela noite que os consome
Ironicamente pelos copos que bebem.
Uns russos mafiosos ao fundo
Uns americanos petulantes ao ponto
De nao negociarem com o quê frô.
Umas gajas mas plásticas que uma boneca.
Falam de amor, de serem fieis a eles mesmos
Bujarda atras de bujarda simples
Ao ponto de até a mim fazer sentido
Mesmo que nao seja eu o alvo
De uma sedução pior que rasca obvia.
Vamos, vamos embora mulher
Amanhã nao consigo é muito cedo
Hoje sinto que vou beber
Ser infiel mais uma vez
Como uma outra qualquer.
Passou já mais de um ano desde a ultima vez que nos abraçámos, e nem o Henrik, meu pai emprestado, me foi capaz de dizer quanto mais tempo seria necessário para esquecer ou, se preferirmos deixar de importar. Irrita-me estes tempos permitirem uma maior durabilidade de tudo pela certeza de encontrarmos um vestígio por mais pequeno que seja da outra existência que já não é partilhada. No comboio sei que rstá numa pensão, no jantar sei que janta em massamá, numa sala escura sei que está noutra a ver uma reprodução em pequena escala do que eu já fui e frustra e torna o que já nao devia num sentimento obsessivo. Antes, pelo que consigo perceber era a incerteza que contava, uma carta que nao vinha, um encontro a uma hora predefinida que nao se pode cumprir e que nenhum meio poderia anular. Voltasse o tempo atras, fosse como aquele filme, o que a mulher volta para a quinta para o encontrar igual depois revela ter mudado tanto, o que acaba com um poema bonito. Sei tudo sei demais apetece-me ser ignorante, ter a forca que nao me deixa procurar mais e ter o espaço que o presente exige.
Ó mar Salgado,
Passou a teclado
E a internet Service provider
Se viste meu amigo
Neste caso amiga
Mostra uma fotografia
Dela com o caga tacos.
Ó verde pino
Se viste meu amigo
Insisto que é amiga
Diz-me o que come e onde o faz
E traz uma memória antiga
Reabre uma ferida que quero esquecer
Enquanto esteja a foder
Uma qualquer rapariga
Depois lembro-me que só depende de mim este comportamento neurótico. Guardo iPhone, ou simplesmente passo a ler o publico, ponho numa gaveta tudo, o meu mundo é o que está à distancia de um olhar comun.
Sentam-se em volta desarmados
Pela noite que os consome
Ironicamente pelos copos que bebem.
Uns russos mafiosos ao fundo
Uns americanos petulantes ao ponto
De nao negociarem com o quê frô.
Umas gajas mas plásticas que uma boneca.
Falam de amor, de serem fieis a eles mesmos
Bujarda atras de bujarda simples
Ao ponto de até a mim fazer sentido
Mesmo que nao seja eu o alvo
De uma sedução pior que rasca obvia.
Vamos, vamos embora mulher
Amanhã nao consigo é muito cedo
Hoje sinto que vou beber
Ser infiel mais uma vez
Como uma outra qualquer.
segunda-feira, julho 16, 2012
Jdhdisnsjhx jejuns herda haver suas bebe Had jeans
Há uns tempos atras ter tinha a facilidade da certeza ou de uma Assuncao, por mais que falsa fosse, publica de uma pertença partilhada. Até os gritos se anulavam nisso que implicava que mais tarde culminassem num abraço reconhecidamente terno.
Quem via e viu diz que se via claramente sem ser preciso explicar o tremer de umas pernas que por lógica nunca cederiam. Quem via e viu nao nega. Quem via e vê até compreende mas nao percebe nada, nem o carioca de limão que bebo calmamente, nem o facto de me manter sentado cigarro atras de cigarro, certeza vã e treinada atrás de certeza. Pareço o pastor alemão do meu primo afastado que morreu a fome por o dono nao lhe dar de comer, fora treinado com uma bateria de carro a recusar comida dada por estranhos, eu que sou humano percebo que é do deles que preciso, por mais lógico que me pareça ser aquilo a que fui treinado.
É bom este limão. Transpiro aos poucos a tensão que tenho, apetece-me algo, por isso sai de casa, lamento nao saber o que. Antes beberia à procura de uma resposta qualquer, por ser domingo, escreveria um poema qualquer com tantas partes quanto copos de whisky caro pagos, e no dia seguinte, satisfeito ficava apesar de nada ter concluído com o processo de descoberta, com umas merdas de linha que tentaria decifrar para depois colocar neste blog, um de muitos, um em muitos dos meus que só quem comigo dorme lé até perceber que sobre outra escrevo. É triste.
É bom o limão. Faz-me esquecer o anormal que antes de mim soube tudo o que me colocou neste estado inerte e desconfiado incapaz de se ligar, amedrontado desde a primeira afronta e incapaz de esquecer os gestos que antes acumulou num lado mais escuro de si; mas que limitam mas que afastam mas que isolam agora desde que sóbrio seja o estado. Nada me prende, e assusta-me pensar, agora só agora, que nem na maldade, na tristeza a quero substituir. Até assim a quero preservar, bem como a exclusividade de um sentimento que cada vez mais quero que seja parvo por tanto melhor eu magoar e ter, por esta ou pela inversa ordem.
Fodasse, preciso de um shot. Preciso de não ser capaz de procurar uma memória em sítios conhecidos, de não saber o que sao os meus valores parvos, o nome de um gato que adoptei, o que sou e o que era.
Um shot. Stoli, nao faz mal que esteja quente. Quero é beber, se conseguir sozinho.
Quem via e viu diz que se via claramente sem ser preciso explicar o tremer de umas pernas que por lógica nunca cederiam. Quem via e viu nao nega. Quem via e vê até compreende mas nao percebe nada, nem o carioca de limão que bebo calmamente, nem o facto de me manter sentado cigarro atras de cigarro, certeza vã e treinada atrás de certeza. Pareço o pastor alemão do meu primo afastado que morreu a fome por o dono nao lhe dar de comer, fora treinado com uma bateria de carro a recusar comida dada por estranhos, eu que sou humano percebo que é do deles que preciso, por mais lógico que me pareça ser aquilo a que fui treinado.
É bom este limão. Transpiro aos poucos a tensão que tenho, apetece-me algo, por isso sai de casa, lamento nao saber o que. Antes beberia à procura de uma resposta qualquer, por ser domingo, escreveria um poema qualquer com tantas partes quanto copos de whisky caro pagos, e no dia seguinte, satisfeito ficava apesar de nada ter concluído com o processo de descoberta, com umas merdas de linha que tentaria decifrar para depois colocar neste blog, um de muitos, um em muitos dos meus que só quem comigo dorme lé até perceber que sobre outra escrevo. É triste.
É bom o limão. Faz-me esquecer o anormal que antes de mim soube tudo o que me colocou neste estado inerte e desconfiado incapaz de se ligar, amedrontado desde a primeira afronta e incapaz de esquecer os gestos que antes acumulou num lado mais escuro de si; mas que limitam mas que afastam mas que isolam agora desde que sóbrio seja o estado. Nada me prende, e assusta-me pensar, agora só agora, que nem na maldade, na tristeza a quero substituir. Até assim a quero preservar, bem como a exclusividade de um sentimento que cada vez mais quero que seja parvo por tanto melhor eu magoar e ter, por esta ou pela inversa ordem.
Fodasse, preciso de um shot. Preciso de não ser capaz de procurar uma memória em sítios conhecidos, de não saber o que sao os meus valores parvos, o nome de um gato que adoptei, o que sou e o que era.
Um shot. Stoli, nao faz mal que esteja quente. Quero é beber, se conseguir sozinho.
domingo, julho 15, 2012
Shd jejuei judiciei judiciei jau jau jau Jesus
Havia aos domingos a promessa de um passeio que, no inicio nao havendo vergonhas, culminava sempre numa visita a uma casa que aprendeu a odiar um dos elementos necessários à partilha recorrendo a argumentos violentamente válidos. Até isso no fim se tinha perdido.
Enrijece-nos a vida e afasta-nos do que repetido só iria, à partida dar ao mesmo, o medo irónico de ser feliz que só por um triz deixamos de ter. Passeio agora sempre que posso, vou aos sítios que agora sei serem só meus, por mais que os consuma em memórias com teor distinto e os use para dar mais cor a um dia
Enrijece-nos a vida e afasta-nos do que repetido só iria, à partida dar ao mesmo, o medo irónico de ser feliz que só por um triz deixamos de ter. Passeio agora sempre que posso, vou aos sítios que agora sei serem só meus, por mais que os consuma em memórias com teor distinto e os use para dar mais cor a um dia
sábado, julho 14, 2012
Qjjzjwoxokxn jso jso noakna
Tinham as tardes a leveza de um peso excedentário em falta, e as pernas pareciam seguir um caminho necessário e fatalmente percorrido. Húmus do outro, alcatrão moderno meu talvez.
Via como uma criança os caminhos que deixaram um por um de ser novos e os detalhes que até há um instante não suponha que existissem. Casca grossa por sorte deixei de ser, o sino toca mas não salivo o mesmo.
Via como uma criança os caminhos que deixaram um por um de ser novos e os detalhes que até há um instante não suponha que existissem. Casca grossa por sorte deixei de ser, o sino toca mas não salivo o mesmo.
segunda-feira, julho 09, 2012
Yfjskdiidsii Bush o uso iro ironizou ie o o ido Jeová
Fumo demasiado. Foi a primeira conclusão partilhada no primeiro telefonema da minha silly mas profunda season.
Tenho o rio ao fundo com a calma que lhe é própria desde que navegar se tornou uma necessidade cada vez mais suburbana. Finalmente respeito-o como o mestre, por mais incapaz que seja de sobre ele escrever, desta vez vivo-o ao ponto de absorver a qualidade, ou estado, que já referi que o acompanhava fatalmente.
Lembro-me de áfrica, da minha onde o Sul se punha nas minhas costas por entre os pouco edifícios que nao limitavam o indico. Lembro-me dos fins de tarde na terra do meu pai, nao de antepassados genéticos que vieram do berço do mundo. Lembro-me das tardes com um Gin demorado no servir, dos gritos necessários a relembrá-lo, e de uma racha numa piscina.
Expurgamos o que respiramos pelos nossos corpos e atitudes, por mais reactivas que sejam. Ali o ar era outro. O trabalho tinha o peso de um altruísmo estranho, o pequeno tinha grandes consequências, o básico era o essencial para garantir qualquer tipo de sucesso. Falaram-me hoje da pobreza. Perguntaram-me se ela me incomodava estando tão próxima de mim; ri-me, só quem não sente a pode ignorar pela distância. Mais que milhas me separam desse mundo que nunca há-de ver para além do que as pernas permitem, que nunca há de conhecer o Tejo que há uns anos até ele levou. Paredes foi o homem que construiu dinheiro é o homem que cunha distribui-lo sao poucos que o fazem e partilha-lo quem o fará?
Fumo demasiado, escrevo e nao faço enquanto algo há por escrever. Estou calmo, como o Tejo, como ele para algum lado hei-de ir.
Tenho o rio ao fundo com a calma que lhe é própria desde que navegar se tornou uma necessidade cada vez mais suburbana. Finalmente respeito-o como o mestre, por mais incapaz que seja de sobre ele escrever, desta vez vivo-o ao ponto de absorver a qualidade, ou estado, que já referi que o acompanhava fatalmente.
Lembro-me de áfrica, da minha onde o Sul se punha nas minhas costas por entre os pouco edifícios que nao limitavam o indico. Lembro-me dos fins de tarde na terra do meu pai, nao de antepassados genéticos que vieram do berço do mundo. Lembro-me das tardes com um Gin demorado no servir, dos gritos necessários a relembrá-lo, e de uma racha numa piscina.
Expurgamos o que respiramos pelos nossos corpos e atitudes, por mais reactivas que sejam. Ali o ar era outro. O trabalho tinha o peso de um altruísmo estranho, o pequeno tinha grandes consequências, o básico era o essencial para garantir qualquer tipo de sucesso. Falaram-me hoje da pobreza. Perguntaram-me se ela me incomodava estando tão próxima de mim; ri-me, só quem não sente a pode ignorar pela distância. Mais que milhas me separam desse mundo que nunca há-de ver para além do que as pernas permitem, que nunca há de conhecer o Tejo que há uns anos até ele levou. Paredes foi o homem que construiu dinheiro é o homem que cunha distribui-lo sao poucos que o fazem e partilha-lo quem o fará?
Fumo demasiado, escrevo e nao faço enquanto algo há por escrever. Estou calmo, como o Tejo, como ele para algum lado hei-de ir.
quinta-feira, julho 05, 2012
fesafeageagesfreageasgedsafvaio4ejf - ou ao som de uns tangos, do sosa, quando não toca uma publicidade no youtube.
Acho que já não dormia tanto há demasiado tempo sem o patrocínio de algo que bebi, e sem o consequente acordar pesado e a voz que só falta, talvez por gritar num sonho que nunca irei recordar. Soube-me bem, lamento só o facto de já ter fechado a cozinha do hotel.
"Por isso canto tan triste", insiste o sosa.
Coisas há as quais damos uma carga tão pesada, quer as entendamos muito pouco ou nada, e independentemente da leveza com que outros as sintam. Não vale a pena escrutinarmos razões, procurarmos uma lógica em algo que é, acima de tudo, emotivo e, pelo que tenho vindo a entender, pavloviano à custa de sinos, uns melhor sonantes que outros, e confirmados pelas reacções, umas sempre piores do que imaginámos, pois só nos leva a uma obsessão a que nos acabamos por entregar obsessivamente.
"no se se estan preparados para lo que vos voy a contar", diz o rapaz do anúncio, confirmei-o ao mudar de tab. "Rencor, mi viejo rencor,/dejáme olvidar/la cobarde traición. ¡No ves que no puedo más,"
e Todo o dia te busco, justifico,Uma unha roída. E tocaram
música condescendente das que matam,
e que nota a nota realç'o vinco.
E as asas atrofiam com o peso,
que se arrasta no meu corpo e o medo
do que posso e não sou que me consome
só me aproxima deste chão tão sujo.
E consciente faço o mesmo mudo,
vou para o tumblr que sei que me fode.
"Por isso canto tan triste", insiste o sosa.
Coisas há as quais damos uma carga tão pesada, quer as entendamos muito pouco ou nada, e independentemente da leveza com que outros as sintam. Não vale a pena escrutinarmos razões, procurarmos uma lógica em algo que é, acima de tudo, emotivo e, pelo que tenho vindo a entender, pavloviano à custa de sinos, uns melhor sonantes que outros, e confirmados pelas reacções, umas sempre piores do que imaginámos, pois só nos leva a uma obsessão a que nos acabamos por entregar obsessivamente.
"no se se estan preparados para lo que vos voy a contar", diz o rapaz do anúncio, confirmei-o ao mudar de tab. "Rencor, mi viejo rencor,/dejáme olvidar/la cobarde traición. ¡No ves que no puedo más,"
Por mais que fique em nós, que nos consuma, vivemos com cada memória e com ela limitamos tudo. Acções são antecedidas pelo prefixo (re) o que as anula na essência, deixamos de ser por causa de um novo sino, um que soa e ressoa para mais que o babar faminto de um cão que tanta gente quer que se acredite sentir tanto como um homem. Moralistas de merda que até um cão colocam no eixo da virtude; não lhes basta já a experiência com o homem que avalia? Querem que os bichos lutem por estética e o éticamente aprovado por grupos que nunca hão de ser exaustivos? Moralistas e tristes ao ponto de segregarem a sua tristeza.
E assim começo, com uma clássica postura que se tornará, quando assim o sentir, minha mas diferente.
I - (recupera-se um tema anterior)
Só agora os excessos que contigo
e por ti cometi, a pele me marcam,
com memórias que tenho, que não param,
rugas criadas, c'o pesar do vinho.
e Todo o dia te busco, justifico,Uma unha roída. E tocaram
música condescendente das que matam,
e que nota a nota realç'o vinco.
E as asas atrofiam com o peso,
que se arrasta no meu corpo e o medo
do que posso e não sou que me consome
só me aproxima deste chão tão sujo.
E consciente faço o mesmo mudo,
vou para o tumblr que sei que me fode.
terça-feira, julho 03, 2012
ewafdesgegfhsdfsa foagieaowgjdsf - ou, se preferiremos, o herói está em Espanha
mais um dia em que, sem se ponderar, se dá mais uma volta ao carrocel. Obrigação há quem o diga por tudo o que o rodeia obrigado. Ainda há uns dias fui a um casamento e pude sentir nos olhos de tantos que apesar de tudo, aparentemente, terem soavam como uma lata de spray vazia quando respiravam. (estou a citar o breaking bad).
Passos há quem dê por outros darem, por outros insinuarem que têm de ser dados ou simplesmente por haver facilidade de crédito e, consequentemente, um menor risco de incumprimento. Admito que as últimas, no actual paradigma, deixaram de fazer sentido mas as outras ainda estão presentes apesar da separação crescente entre a igreja e o estado - Portugal é um país de tradições e isso é sentido no que tacanhamente prevalece como objectivo para muita da gente que o faz ser assim.
Generalizar é um problema; muita gente o diz e luta contra esta tendência mas todo o processo democrático, principalmente num país como o meu, exige a generalização para tomada de decisão tanto a nível parlamentar, como a nível partidário. O mundo moderno "português" não existiria se não se generalizasse, o problema é que "aqui" implica uma conclusão quase sempre depreciativa por mais que estatisticamente esteja correcto. Em pequeno ensinaram-me que contra factos não existem argumentos mas isto só se aplica ao que dá jeito e deste jeito, não tomando consciência de onde se acumula a maior parte da área da curva do Sr. Gauss, nunca iremos permitir que ela se desloque, mesmo que lentamente para a direita mantendo os mesmos princípios de análise. Claro que o português é saloio e é esperto, e a esperteza saloia tudo consegue: está tudo na mesma, factualmente, mas a bitola desce e parece que subimos.
Não temos educação, não educamos mais, baixamos a bitola e tudo fica mais educado. Não temos gente no teatro interessada, oferecemos bilhetes que contam para o negócio e para o subsídio. Não temos dinheiro para comprar casas, baixamos as taxas de juro. Os números são mais bonitos para os senhores ministros mas quem cá vive e é consciente é que lida com a merda, generalizando claro, e treme, ao contrário do geral de medo do apocalipse que aí vem.
Podemos então continuar esta discussão com a máxima, os nossos políticos não prestam. Eles são uma corja! Uns gatunos, uns chupista, uns idiotas! Esta classe vem do Povo logo o povo é assim e até gosta de pessoas como eles. O outro forjou o curso. O Português so é alguém se tiver curso, faz sentido que o faça. as empresas públicas têm mais carros que devia, o português gosta de carros mais do que deve. O Figo é importante para campanhas políticas, é importante para o português. É tudo o mesmo. Os de cima e os que os sustentam. Dizem mal de quem se abstem? se calhar são os mais iluminados e os que menos compactuam com os outros.
Tudo se divide em dois extremos como um casal típico português. A mulher(e)amante que estão ao centro e que nunca se sabe bem quem tem que posição porque invariavelmente são os mesmos, até frequentam as mesmas lojas; e as que não nos interessam para além de prometerem tudo o que queremos ouvir, umas putas Brasileiras que só dizem o que sabem que nunca vão fazer mas que não sabemos que mentem, como os outros, porque nem sequer estamos interessados em saber.
mais um dia em que, sem se ponderar, se dá mais uma volta ao carrocel. Por mais injusto que seja, que se se saiba que assim o é, andar às voltas, apesar da distância entre os cavalinhos, do diâmetro das chávenas, não saímos por mais queiramos do sítio. P'lo menos a casa dos fantasmas tem um fim, mete medo p'lo que não é comum; não nos esqueçamos que o cú de um por mais particular que seja é sempre uma merda num país que se felicita por limpar o cú a papel preto.
Eu cá lamento desistir sem tirar conclusões.
Passos há quem dê por outros darem, por outros insinuarem que têm de ser dados ou simplesmente por haver facilidade de crédito e, consequentemente, um menor risco de incumprimento. Admito que as últimas, no actual paradigma, deixaram de fazer sentido mas as outras ainda estão presentes apesar da separação crescente entre a igreja e o estado - Portugal é um país de tradições e isso é sentido no que tacanhamente prevalece como objectivo para muita da gente que o faz ser assim.
Generalizar é um problema; muita gente o diz e luta contra esta tendência mas todo o processo democrático, principalmente num país como o meu, exige a generalização para tomada de decisão tanto a nível parlamentar, como a nível partidário. O mundo moderno "português" não existiria se não se generalizasse, o problema é que "aqui" implica uma conclusão quase sempre depreciativa por mais que estatisticamente esteja correcto. Em pequeno ensinaram-me que contra factos não existem argumentos mas isto só se aplica ao que dá jeito e deste jeito, não tomando consciência de onde se acumula a maior parte da área da curva do Sr. Gauss, nunca iremos permitir que ela se desloque, mesmo que lentamente para a direita mantendo os mesmos princípios de análise. Claro que o português é saloio e é esperto, e a esperteza saloia tudo consegue: está tudo na mesma, factualmente, mas a bitola desce e parece que subimos.
Não temos educação, não educamos mais, baixamos a bitola e tudo fica mais educado. Não temos gente no teatro interessada, oferecemos bilhetes que contam para o negócio e para o subsídio. Não temos dinheiro para comprar casas, baixamos as taxas de juro. Os números são mais bonitos para os senhores ministros mas quem cá vive e é consciente é que lida com a merda, generalizando claro, e treme, ao contrário do geral de medo do apocalipse que aí vem.
Podemos então continuar esta discussão com a máxima, os nossos políticos não prestam. Eles são uma corja! Uns gatunos, uns chupista, uns idiotas! Esta classe vem do Povo logo o povo é assim e até gosta de pessoas como eles. O outro forjou o curso. O Português so é alguém se tiver curso, faz sentido que o faça. as empresas públicas têm mais carros que devia, o português gosta de carros mais do que deve. O Figo é importante para campanhas políticas, é importante para o português. É tudo o mesmo. Os de cima e os que os sustentam. Dizem mal de quem se abstem? se calhar são os mais iluminados e os que menos compactuam com os outros.
Tudo se divide em dois extremos como um casal típico português. A mulher(e)amante que estão ao centro e que nunca se sabe bem quem tem que posição porque invariavelmente são os mesmos, até frequentam as mesmas lojas; e as que não nos interessam para além de prometerem tudo o que queremos ouvir, umas putas Brasileiras que só dizem o que sabem que nunca vão fazer mas que não sabemos que mentem, como os outros, porque nem sequer estamos interessados em saber.
mais um dia em que, sem se ponderar, se dá mais uma volta ao carrocel. Por mais injusto que seja, que se se saiba que assim o é, andar às voltas, apesar da distância entre os cavalinhos, do diâmetro das chávenas, não saímos por mais queiramos do sítio. P'lo menos a casa dos fantasmas tem um fim, mete medo p'lo que não é comum; não nos esqueçamos que o cú de um por mais particular que seja é sempre uma merda num país que se felicita por limpar o cú a papel preto.
Eu cá lamento desistir sem tirar conclusões.
quarta-feira, junho 27, 2012
Escrevo rápido por que ela me espera para dormir.
Arde-me o olho de o esfregar com um gesto tão repetitivo como eu a abdicar do sono por trabalhar para outrém que não eu. Agora que podia já nem força tenho para pensar em mais que ligações parolas pela falta de profundidade entre o meu presente e o meu passado recente...
A nível de tempo pouca coisa mudou. Quando trabalho não tneho tempo para nada nem para mim nem para ninguém em concreto com a excepção da hora do sono.
Durmo aconchegado. Isso é bom, face o que conhecia, é mesmo muito bom. Até tenho vontade de dormir.
A nível de tempo pouca coisa mudou. Quando trabalho não tneho tempo para nada nem para mim nem para ninguém em concreto com a excepção da hora do sono.
Durmo aconchegado. Isso é bom, face o que conhecia, é mesmo muito bom. Até tenho vontade de dormir.
Tocava a carmen na aparalhagem do bizet na minha.
Prometi há um tempo atrás digitalizar os negativos das máquinas descartáveis que levei para o casamento da Ana e do Luís logo após a minha fuga, promovida por ela estar à minha espera, discreta mas que se sentiu. Passaram uns anos e só agora é que o começo a fazer.
O passado tem esta propriedade sem paralelo. Não escolhemos quando passa a sê-lo e muito menos quando se torna simplesmente uma memória já não sentida ou, se preferirmos, sem falhas ou, se as tem, sem necessidade de resolver.
Ontem senti o mesmo.
O passado tem esta propriedade sem paralelo. Não escolhemos quando passa a sê-lo e muito menos quando se torna simplesmente uma memória já não sentida ou, se preferirmos, sem falhas ou, se as tem, sem necessidade de resolver.
Ontem senti o mesmo.
terça-feira, junho 26, 2012
uwifsafewqf
Tudo tem um começo por mais que a nós, como observadores, nos possa parecer existir desde sempre. Tal como este texto que aparenta ter intenções profundas; sou demasiado egocêntrico para ter tal vontade. Se existe alguma moral para quem me escuta ou lê ou me atura é porque lá a colocou. Qualquer chorrilho meu não passa de uma enumeração dos meus feitos, de uma necessidade de eu me julgar, compreender, afirmar ou culpar, e qualquer outro verbo que tenha a ver com acções onanistas não masturbatórias.
Parece-me, cada vez mais, que ninguém me conhece naquilo que essencialmente me define. A formatação para seguir um determinado perfil na sociedade - não só a nível de gostos, como de necessidades criadas e "escolas" escolhidas - juntamente com a anulação de tudo o que se lhe opõe - internamente, partindo de mim ou de gente próxima, ou externamente, nem que seja pela limitação dos estímulos do mundo ao parcialmente permitido- por parte de uma família que assim o entende melhor, acabaram por criar um ser amorfo e sem qualquer tipo de capacidade de perseguir o que de facto pretende. Não o fazendo não se dá a conhecer a quem dele deveria gostar e acaba por promover a continuidade das atitudes referidas, entrando num círculo vicioso que, com o passar do tempo, necessitará de uma atitude progressivamente mais violenta para ser anulado: principalmente pela surpresa de quem nos encaminha, perante a nossa necessidade de perseguirmos um rumo distinto. Só sonha quem tem vontades ou medos, só tem medo quem tem vontade.
Não percebia nada disto evitava o que queria e orgulhava-me da força de me contentar pela metade. Tinha outras coisas em que me concentrar. Casar só depois dos 30. Uma mulher não me prende, eu controlo tudo. E outras balelas do género. Até olhar os seus olhos nunca me vira, até ter medo de a perder nunca me senti, até abdicar de mim por mim, pelo que queria, nunca lutei.
[Dito rapidamente...]
O que me espantou e digo-vos ainda surpreso
de certeza.que não presta
tens de ter
cuidado.
Tens de ser cre cre cre cre cre
Parece-me, cada vez mais, que ninguém me conhece naquilo que essencialmente me define. A formatação para seguir um determinado perfil na sociedade - não só a nível de gostos, como de necessidades criadas e "escolas" escolhidas - juntamente com a anulação de tudo o que se lhe opõe - internamente, partindo de mim ou de gente próxima, ou externamente, nem que seja pela limitação dos estímulos do mundo ao parcialmente permitido- por parte de uma família que assim o entende melhor, acabaram por criar um ser amorfo e sem qualquer tipo de capacidade de perseguir o que de facto pretende. Não o fazendo não se dá a conhecer a quem dele deveria gostar e acaba por promover a continuidade das atitudes referidas, entrando num círculo vicioso que, com o passar do tempo, necessitará de uma atitude progressivamente mais violenta para ser anulado: principalmente pela surpresa de quem nos encaminha, perante a nossa necessidade de perseguirmos um rumo distinto. Só sonha quem tem vontades ou medos, só tem medo quem tem vontade.
Não percebia nada disto evitava o que queria e orgulhava-me da força de me contentar pela metade. Tinha outras coisas em que me concentrar. Casar só depois dos 30. Uma mulher não me prende, eu controlo tudo. E outras balelas do género. Até olhar os seus olhos nunca me vira, até ter medo de a perder nunca me senti, até abdicar de mim por mim, pelo que queria, nunca lutei.
A criação da Besta.
I - Mutatis mutandis Surge quem doma
[a mão ergue-se ao centro da testa e diz-se pelo]
Tudo tem um começo por mais
que a outros - meros observadores .
pareça existir desde sempre.
Acho que ninguém esperava
o sucedido. O resultado de uma fuga
uma vontade de mijo, a cerveja
bebida apesar de um vôo caro.
A carteira de quem ficou à porta
financiando sem saber f'rido
uma descoberta talvez de um rê
antecedido, agora que penso.
As escadas que aproximavam,
que ainda sabem ao mesmo
pois foi o tempo, não a distância
que entre nós mudou.
Um bigode que deixou de existir
uma pergunta que p'la noite
boi!!! ó lá? não mais se fez.
Um encontrão. Um beijinho.
a queda de uma cruz
de cristo. agora me lembro.
II - Mutatis mutandis Aprende uns truques, já se senta, algum tempo até saltar argolas de fogo.
[a mão desce para o segundo chakra e sabe.se agora que é um sinal]
Berlim somou as paragens rápidas,
necessárias para quem se quer
com calma obviamente conhecer.
[Como quem conta uma história]
Num Bar perto da AlexanderPlatz
Um senhor mais velho que,
essencialmente por ser meu chefe,
eu gostava muito de ouvir
Admito tá bem porr
Que Somente ouvia por
ser meu chefe naquele instante,
Era muito beto irritante
Como eu tinha medo do que queria,
Surpreendo-me, falou-mtráse da sua vida,
Depois de lhe ter contado a narrativa
Por detrás do anterior poema
com uma alma mais oral e descritiva,
sem merdas, estava em modo executivo,
daquelas que supostamente fazem bom
um poema e transformam uma queca
em amor p'ra além do sexo profundo.
O que me espantou e digo-vos ainda surpreso
foi a reacção do senhor que peso
p'los seus olhos vidrados e cabelo
ruivo subitamente afectado,
me fez sentir. Alertou-me
para o que eu já pensara
Faz isto e tem aquilo
é sabido
por quem como nós
é "regrado"
tens de ter cuidado
de certeza.que não presta
tens de ter
cuidado.
Tens de ser cre cre cre cre cre
i
e
do.
Percebi passado um pouco o motivo do seu susto
Abriu-se como o mestre que por ser chefe deveria ser.
Começou-me por dizer
que há uns anos
a
trás
de mim,
Também passou pelo menos
não lhe tendo chamado de
má
ri
lim.
Eram parecidas de acordo com ele
partilhavam o nome
- o primeiro
- o segundo, esse ja era diferente.
como se existisse algo de ób
via mente falso ou infatilmente
per
dido
no caminho.
Eram parecidas de rosto
Uma mais alta
Eu era de uma
ela era de outro.
Só me alertou
edisse para ter cuidado.
Não especificou.
Lembro-me que no chão tocou.
A cruz.
Ouvi-o
e fui de seguida para o quarto assustado
quem pensa não quer ser enganado
queria sentir outra coisa que não essa.
Liguei a uma ex mais simpática
disse o que tinha sucedido
comigo
e ela não acreditou
jurou que era uma pessoa ideal
tinha uma experiência fantástica
não era plástica como outras
parecia uma pessoa ideal
fenomenal
como é que eu tinha conseguido
com o meu bigodinho à miudinho
o que ela receitou.
Liguei à que não era ex.
dei uma desculpa telefónica esfarrapada
mandei uma mensagem parva
(Pausa)
com escala em frankfurt passei por uma casa
Olhei para cima quando do chão me julgavam.
UH
As verdades só as são se a maioria as aceitar como tal. Tudo é difuso na impossibilidade de uma democracia já que esta, mesmo que imposta, é a verdadeira juíza dos destinos passados e vindouros.
Escrevo com o computador ao colo como há já algum tempo não o fazia, consigo-o porque finalmente fiz download da aplicação que permite controlar a velocidade da ventoínha. O meu computador aquece tanto que me queima a barriga se eu estiver distraído. Porque escrevo teoricamente não devo estar nesse estado, até deveria estar concentrado, mas raramente são as vezes em que assim penso, estou ou ambiciono estar.
Escrevo com o computador ao colo como há já algum tempo não o fazia, consigo-o porque finalmente fiz download da aplicação que permite controlar a velocidade da ventoínha. O meu computador aquece tanto que me queima a barriga se eu estiver distraído. Porque escrevo teoricamente não devo estar nesse estado, até deveria estar concentrado, mas raramente são as vezes em que assim penso, estou ou ambiciono estar.
sexta-feira, junho 01, 2012
domingo, maio 20, 2012
Ironicamente bebo esta cerveja por ti, talvez seguida por um dos cheirinhos que o esteves, por mais que os martelasse, vendia com uma licença de há já muitos anos. Dou um trago pensativo e, por espaço ser aberto, nao me permito desenvolver conversas com estranhos como aqueles que completavam a tua presença como uma corte da nome a um rei. Nao te conhecia para além das conversas que partilhamos e do que ouvi de quem partilhou o teu crescimento; nao te respeitava para além disso e das promessas de uma obra conjunta que, como alguém que procura saciar o de sempre num trago, engasga e leva sempre ao incumprimento.
Foste-te. Fica comigo o ensinado e por cobrar, o exemplo do a ter a fazer e a ensinar e o respeito que me tiveste quando nem quem no meu tecto se albergava mo mostrava, e a frase que só me diz que quase ninguém nos merece. E até isto és tu quem mo mostra, esta noção de injustiça que um noticiário cada vez mais reles desculpa por montagem exigida, este pão e este circo de massas que se senta num Globo dourAdo ou nao mas que o atlas que somos sustenta desde a sua génese.
Vais-te mas fica-te o respeito, aquele que eu insisto que me mostraste ao contrario de outras partidas. Já nao te vou procurar mais entre aquele bloco de êxito iOS , num de dois sítios mas com um receituário comum. Agora carrego-te sem peso amigo. Sei que o exemplo vai ser ir.
terça-feira, maio 08, 2012
Ue
Desde que mudei para Perto do mar que ainda nao aproveitei nada do que Parentemente existe por detrás da capitania, velha como este pais no que a constitui mAs moderna numa arquitectura que, embora agrade ao transeunte, nada para além de despertar espanto estético permite. Presumo que quem aqui habitava antes lamentou a vista perdida. Só foi esse o sentimento de revolta que tudo promoveu e a arte toda quedou-se nisto.
O homem já nao edifica o sentido, a descoberta,a humanidade. Depois de ir ao cu poucos orifícios tem a explorar, e, por mais cus que venha a foder, o acto em si já verteu o seu simbolismo. A imaginação e rara e repetitiva no mundo global, mas também e esta abrangência que permitira, caso estruturas estruturAdas desempenhem essa função, um maior crivo de qualidade e também mais ético se respeitar a moral existente em cada uma das regiões participantes.
Pela primeira vez, apesar de esse conforto nao ser sentido, o poder do povo passou os limiares da representação. A mensagem individual e, se tal for fatalisticamente exigido, talvez global poderá chegar a todos e em todos germinar uma melhor realidade. As classes somos nos quem as cria, a sua existência somos nos quem a permite, a tomada de decisão nao exige representantes mas um sistema que a todos aceda prontamente e de uma forma segura.
Só resta que alguém na forma pense e que outros contribuam com o conteúdo que outros terAo de comunicar. Se se focarem em idiossincrasias de classe a mudança nunca surgira. O presente exige estrutura comecemos então por obrigar que elas existam, e a culPabilizar as presentes e as passadas pelos seus erros pois sem exemplos de justiça, de facto cega e holistica, ninguém participara para além do seu próprio umbigo que se satisfaz com muito pouco. Juntemos cada um deles no que todos acreditam que o do mundo nunca pede de menos.
domingo, maio 06, 2012
Ueuue Ue ueeeeeee
Acendi a lareira com calma como me pediras sem mo dizer. Cozinhavas em mente, Matilde, algo que lentamente nos saciaria, por mais medo que estivéssemos a carregar de um teste qe a distancia a rotina parece exigir nos tempos que correm.
Escrevo com a mesma calma com que me lavaste o corpo sem qualquer tipo de sexo ou desejo, eu Jesus de um mundo novo nosso tu profeta Batista do mesmo. Joao sem cabeca abriu as portAs do céu ao mundo, o outro que alegoricamente eu represento limitou-se a justificar o acto, sem cabeca abriu os seus e ela se se foi foi só por ela e o desejo que com inveja nos tirA dos céus e nos arrasta pela terra.
O Senhor se existe e nos cantos que por distracção nao vemos e só queremos o que nos colocao Por obrigacaO com um sorriso e um decote a frente. E triste o mundo que pela tristeZa e o medo que dela tem se arrasta como se uma marca afastasse mais o frio que a camisola ue a carrega.
Joao Batista sem cabeca abriu as Portas do céu joao era um deles e por eles fOia aceite e destruído. JoaO era preciso nao para detectar, nao para resolver, só para o mundo ter essas acções para além do problema. Joao limpoume só me resta agora aer. Há de ter um motivo para o que lhe falta para o que lhe falta
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