Mais um. O meu primeiro. (brainwasherpt@hotmail.com)

domingo, maio 20, 2012

Ironicamente bebo esta cerveja por ti, talvez seguida por um dos cheirinhos que o esteves, por mais que os martelasse, vendia com uma licença de há já muitos anos. Dou um trago pensativo e, por espaço ser aberto, nao me permito desenvolver conversas com estranhos como aqueles que completavam a tua presença como uma corte da nome a um rei. Nao te conhecia para além das conversas que partilhamos e do que ouvi de quem partilhou o teu crescimento; nao te respeitava para além disso e das promessas de uma obra conjunta que, como alguém que procura saciar o de sempre num trago, engasga e leva sempre ao incumprimento. Foste-te. Fica comigo o ensinado e por cobrar, o exemplo do a ter a fazer e a ensinar e o respeito que me tiveste quando nem quem no meu tecto se albergava mo mostrava, e a frase que só me diz que quase ninguém nos merece. E até isto és tu quem mo mostra, esta noção de injustiça que um noticiário cada vez mais reles desculpa por montagem exigida, este pão e este circo de massas que se senta num Globo dourAdo ou nao mas que o atlas que somos sustenta desde a sua génese. Vais-te mas fica-te o respeito, aquele que eu insisto que me mostraste ao contrario de outras partidas. Já nao te vou procurar mais entre aquele bloco de êxito iOS , num de dois sítios mas com um receituário comum. Agora carrego-te sem peso amigo. Sei que o exemplo vai ser ir.

terça-feira, maio 08, 2012

Ue

Desde que mudei para Perto do mar que ainda nao aproveitei nada do que Parentemente existe por detrás da capitania, velha como este pais no que a constitui mAs moderna numa arquitectura que, embora agrade ao transeunte, nada para além de despertar espanto estético permite. Presumo que quem aqui habitava antes lamentou a vista perdida. Só foi esse o sentimento de revolta que tudo promoveu e a arte toda quedou-se nisto. O homem já nao edifica o sentido, a descoberta,a humanidade. Depois de ir ao cu poucos orifícios tem a explorar, e, por mais cus que venha a foder, o acto em si já verteu o seu simbolismo. A imaginação e rara e repetitiva no mundo global, mas também e esta abrangência que permitira, caso estruturas estruturAdas desempenhem essa função, um maior crivo de qualidade e também mais ético se respeitar a moral existente em cada uma das regiões participantes. Pela primeira vez, apesar de esse conforto nao ser sentido, o poder do povo passou os limiares da representação. A mensagem individual e, se tal for fatalisticamente exigido, talvez global poderá chegar a todos e em todos germinar uma melhor realidade. As classes somos nos quem as cria, a sua existência somos nos quem a permite, a tomada de decisão nao exige representantes mas um sistema que a todos aceda prontamente e de uma forma segura. Só resta que alguém na forma pense e que outros contribuam com o conteúdo que outros terAo de comunicar. Se se focarem em idiossincrasias de classe a mudança nunca surgira. O presente exige estrutura comecemos então por obrigar que elas existam, e a culPabilizar as presentes e as passadas pelos seus erros pois sem exemplos de justiça, de facto cega e holistica, ninguém participara para além do seu próprio umbigo que se satisfaz com muito pouco. Juntemos cada um deles no que todos acreditam que o do mundo nunca pede de menos.

domingo, maio 06, 2012

Ueuue Ue ueeeeeee

Acendi a lareira com calma como me pediras sem mo dizer. Cozinhavas em mente, Matilde, algo que lentamente nos saciaria, por mais medo que estivéssemos a carregar de um teste qe a distancia a rotina parece exigir nos tempos que correm. Escrevo com a mesma calma com que me lavaste o corpo sem qualquer tipo de sexo ou desejo, eu Jesus de um mundo novo nosso tu profeta Batista do mesmo. Joao sem cabeca abriu as portAs do céu ao mundo, o outro que alegoricamente eu represento limitou-se a justificar o acto, sem cabeca abriu os seus e ela se se foi foi só por ela e o desejo que com inveja nos tirA dos céus e nos arrasta pela terra. O Senhor se existe e nos cantos que por distracção nao vemos e só queremos o que nos colocao Por obrigacaO com um sorriso e um decote a frente. E triste o mundo que pela tristeZa e o medo que dela tem se arrasta como se uma marca afastasse mais o frio que a camisola ue a carrega. Joao Batista sem cabeca abriu as Portas do céu joao era um deles e por eles fOia aceite e destruído. JoaO era preciso nao para detectar, nao para resolver, só para o mundo ter essas acções para além do problema. Joao limpoume só me resta agora aer. Há de ter um motivo para o que lhe falta para o que lhe falta

quarta-feira, abril 18, 2012

Publicar título. Gostei da sugestão do novo blogger.

já precisei de menos para me ir deitar sosessegado. houve até um tempo em que a primeira coisa que eu fazia era atirar-e para a cama depois lanchar. A bitola era a dos outros e tudo tinha um certo mais que alcancável certo também por si.

É uma merda crescer e passar a viver com o que por não ser certo é incerto e por iss só conhecido depois de levar um muito que também pode ser so bom ou suficiente ou até pior. Fode-me o brio e a inércia qe cria a vontade de alcançar algo perfeito. Fode-me. Também me fode o medo de ser feliz que destrói o que o é à partida e aos olhos de todos menos de quem receia que o não seja e que, só por isso, acaba por criar a infelicidade e a questionar sempre o que se sabe à partida que existe e que no final de tudo lamenta não ter reconhecido.

Desse-me a vida
uma palavra nova
cada dia que tenho
só para foder
o que já pré-concebi
o que aprendi
noutro dia qualquer.

Desse-me a fome
sede também
Fosse tudo
mais complementar.

Esquecesse a merda
e o bom lembrasse.
Dormisse
sem saber que penso.

mas o fodido é que sei que isto
isto aqui deste lado
umas linhas acima em geral
nunca  há de acontecer
por mais que me esforce
por mais que eu tente sem me esforçar
por mais que eu reze
por mais que eu não acredite
por mais fé que tenha
e por mais esperança
a que supostamente não morre
e que por ter tanta vai certamente custar a morrer
eu tenha em mim
e no que eu quero.

Deus nosso senhor nas alturas
se me houves altura agora era
de me mostrares um caminho
por mais streitinho ou sinuoso
que ele seja.
seja ele longo
curto
perigoso ou calmo.
Claro que prefiro o antónimo
de mau. Claro que quero o bom.
mas isso já é pedir muito.
Quero mais que o régio porra
diz-me para onde vou ou devo ir.
O que não quero qualquer um sabe
"sei que não vou por aí"
parece conversa de professor de liceu
ou do mota amaral quando
o alberto vê de bacante...
Quantas vezes não recusamos
porra porra porra
o que precisamos...
Até nos queixamos a ele
a ela
sobre esta
sobre este
sobre isto
aquilo
aqueloutro
sicrano
beltrano
do senhor.
quando ela
quem?
o que?
Esta!!!!
é que era  a certa
a que devíamos?
Sim.
ter ter ter
ao nosso lado
e enviado
um raminho de flores.

Com caraças estou a desenhar com palavras.
Estou a ir contra os meus dogmas
ou simplesmente cresci?
ahn?
hein?
tu aí?
vai durmi.

quarta-feira, abril 11, 2012

Só mais um cigarro, noel rosa a tocar e uma tipa nua pintada numa folha de papel

Só mais um cigarro, noel rosa
a tocar e uma tipa nua
pintada numa folha de papel.
Um tubo de acrílico amarelo
limão pálido para platinar
o cabelo a tipa que já referi.

Uma cama vazia cada vez
mais acolhedora. Uma vontade
de ir dormir não exausto
talvez reconhecimento.

o que sair com a escova de dentes na boca.

São 23 horas e poucos minutos,
quinze para ser preciso,
mas os detalhes não importam
mesmo que o título assim
por referir o estado em que me encontro
pareça ser contraditório ao texto.

Estou quasea sair desta casa
estou quase a por de lado
as memórias que ainda vou carregar
mesmo que as paredes
as que me envolvam diariamente
já não tenham a forma do que
por sorte só não me chegou
à cabeça. Mesmo que a maldade
de quem as atirou
tenham arruinado mais que uma
ou várias pinturas.

Não é a casa que faz ou muda a vida
é a vida que, por ser nova, uma nova casa exige.
Vou fazer a trouxa um dia destes e
talvez descubra atras de qualquer coisa
qualquer coisa que perdi;
ou outra coisa qualquer escondida
com mais ou menos prurido.
Uma coisa é certa, muitas coisas
têm de ir para o lixo ou para uma instituição
que já há alguns meses deixei de ser.

Agora que penso em tudo só me vem um sorriso
à cara que raramente fica assustada
a um nível que antes lhe era comum.
Procurei frenéticamente tudo o que acreditava
faltar-me, em coisas pequenas que sempre soube
pequenas desde o instante em que as vi.
Quantas vezes não procurei confirmaçao
do que eu já sabia por experiência
nem que fosse por ter ouvido mais de uma vez
para depois ir contra tudo o que me era dito
e insisto sabido por mim. Ás vezes temos de ir
ao médico para confirmar que o álcool não sacia
a sede que nada tem de vício.

Fui vezes sem conta a estancos que não consigo
enumerar independentemente da sua repetição
até ter vergonha dos copos já me serem servidos
sem um qualquer pedido. Nomeavam-me e estranhavam
quando os contradizia ao pedir algo que não inebriasse
ou pediam a confirmação só quando a dose era pequena.
Tu vias-me nos dias que se seguiam e o verde que adjectivas
como feio por estar não em meu redor mas sob mim.
Ouvias-me sem fugir, e acredito, hoje acredito ou sei
que sabias tão melhor que eu que as flores não eram flores
para além de mim ou do que eu achava certo
para a correcção de uma atitude que, apesar de ponderada,
só o foi para ser contraditória a mim.

Um homem escreve para alguém que o entenda. Creio
eu que ninguém gosta de ser mal interpretado
e só um artista que não passa de isso mesmo
é que tolera que um grito de dor seja
por idiotice alheia uma desculpa para algo sujo
- a não ser claro que essa seja a sua permissa inicial.
Sem te ver ou saber já te dera tanto quanto
eu de ti já recebera. Escrevia, dizia muito perdendo,
como cada gesto de carinho bacoco que ao vão
por uma educação descabida neste tempo,
atirava esperando no mínimo um eco de retorno,
quase tudo agora que penso sobre isso. Muito
do que fiz foi para alguém como tu.
Agora que tu hás estou certo disso,
e o que o velho escreveu, porque era assim que me via,
sei que estava correctamente endereçado.

I am sorry for not writing but lately i've been happy, or til the the day we met.

I

O seu nome era o mesmo
que o mestre c'os dedos respirava,
por uma caligrafia
que quanto mais contava,
mais era tremida.

II

Surgia; e assim se quisesse
poderia dar o texto por fechado.
Foram mais os acasos
o premeditado, se o houve,
era tão inconsciente;
como os corpos que,
automaticamente,
acabavam sempre
por se encontrar.

Nunca nos ultrapassámos,
cruzávamos os sentidos,
sempre opostos.
Ou também nos sentámos,
agora que penso,
[provável] talvez o mesmo
mesmo que por motivos distintos.

Permitia a falta de intenção
a honestidade que a intenção exige
mas que intencionalmente ninguém pratica.
Rio-me da ironia
de a nada se dar tudo;
de só o nada nos conhecer.

Existisse algo mais então,
que teríamos hoje para escrever?


quarta-feira, março 07, 2012

I - o mote

O ás vezes precede qualquer estado
que seja humano por natureza, ou acção
que só nunca se faz por moral
ou medo artificialmente imposto.
Outros há instintivos; finge o animal
como o homem mata [outro: mente], p'ra não morrer
ou tentar, querendo ou não, dar vida.

II "outros que me tomem (...) mais que a besta sadia"

Não escondo, omito e sou parvo
ao ponto de dizer que o faço
a quem não minto.

III - O mestre escreveu a lição que não explicou ao pupilo, o último cita um livro que o primeiro não escreveu

Quem se aproximava da arca
morria de acordo com os textos;
Do que lá estava só 10 se sabiam.
Uns nazis tentara usá-la em vão
como os antigos previam.

É tudo uma questão de idade
de não viver à letra o escrito;
nada fui dito para além da lição
e poucas duram mais que uma vida.

segunda-feira, março 05, 2012

(sem título)

De nada me serve empilhar ou dispôr lado a lado fragmentos de algo que imagino não existir mas que creio poder criar. As coisas são como são; desde há muito que não dormia a sesta necessária ao ordenar de momentos e que, dada a ordem, implica uma maior consciência de tudo.

Ando triste faz já algum tempo. Tenho a certeza que há mais de dois ou três anos me preenche este sentimento em quase tudo o que me rodeia; não como antes na minha fase ainda mais pueril, essa tristeza baseava-se na insuficiência de não cumprir com aquilo que era esperado de mim, tanto do meu como do patamar de outros. O que me consome neste período de tempo é o fracasso e a descoberta que pouco ou muito pouco depende inteiramente de nós. Entre os dois períodos o factor determinante da mudança passou por eu ter agido em função de algo em que eu acreditava, não o que me era ditado, tanto pelo mundo como por aqueles que me criaram.

O passado era fácil de cumprir. Nada me importava mas tinha o brio, o respeito e a capacidade suficiente para alcançar todas as metas que nunca, insisto no facto de me terem sido impostas, escolhi transpôr. Tudo me surgia de uma forma tão simples e natural como a chuva contraditória ao último boletim meteorológico.

Hoje pergunto-me o que fiz por mim? O que construí para além de um armário do IKEA? Sou um cobarde com medo de fazer a minha mãe chorar e de lidar com mais um erro que nunca ninguém me disse que eu poderia algum dia cometer. Não escrevo sem pedir aprovação, não pinto sem alguém opinar primeiro e, só para ter uma justificação para a falta de qualquer elemento ou falha de construção, crio de rasgo, não corrijo e evito a criação sóbria para puerilmente diluír e limitar a capacidade e consequentemente a crítica. Nem eu me conheço e apesar do meu tempo ser raramente dedicado a mim quem o tem não tem a mínima ideia do que sou; confundem os pequenos gestos de carinho que eu dou, só porque espero e preciso de os receber de volta, com algo que se calhar nem uma vez dei. Não fui ensinado a querer ou a gostar de algo que de mim partisse e quem assim me formatou vê-me à imagem de um ídolo qualquer que, apesar de não existir, até lhes dita como eu estou de acordo com o grau do meu afastamento ou encaixe - até se me calço de uma maneira distinta parece que o mundo se lhes acaba. Começasse o meu.

A última frase não me sai da cabeça. Consciente de que tudo o que acreditei partir da minha vontade ter desmoronado assola-me ainda mais o medo de agir e de ser eu próprio. Era tudo mais fácil quando vivia em função do que devia, o erro não importava, o fracasso não podia existir quando a importância é limitada, faz-se; e fazendo por fazer o que surge é o que surge e não se julga. Errei desde a primeira vez que fui contra o que eu acreditava por não querer acreditar que aquilo em que acreditei era uma pequena ilusão que somente ganhava forma em pequenas alturas por entre os dias em que só ilusão era. Errei quando me deixei levar por uma preocupação parva e um excesso de educação e príncipios que só se traduziu no anular das minhas vontades. Errei quando disse que não a quem queria na merda de uma travessa da bica por que outra precisava de mim, e o erro ganhou forma 1 hora depois. errei, errei, errei...

E agora que penso nesta merda toda sinto-me mais aliviado. Parece que sou mais eu eu próprio, sinto-me como quando eu me dei mesmo que para o canto errado. Cresci talvez um pouco.

domingo, março 04, 2012

A triste ou alegre conclusão no eu. no ego que cêntrico só é na conversa.

Acho que até à principal nunca lutei, no sentido básico de me ter esforçado, por nenhuma mulher. Tudo se resumia a uma consciência esforçada ou óbvia do seu interesse ou numa bebedeira que, promovendo uma uma noite, permitiria muitas outras independentemente do interesse e quase sempre por limitação judaico-betinha-cristã. Depois dela só mais uma surgiu na falta do espirituoso carácter incosequente.

Disse-me a senhora que me vê colorido e para além do espaço e do tempo que fosse com sincero, com a última, só tinha sido com a outra. De nada me serviu. Creio que nunca fui atrás do meu ego, ele limita-me, nem sequer tem força para expôr sem consentimento ou tolerância de outrém o que sente mesmo que tenha bebido 3 cariocas de limão.

Nunca tive ou fiz o que quis para além do primeiro acto.

un otro.

Quando são para ti não
preciso de os endereçar
tal como as cedências,
aquelas a que te acostumaste,
nunca foram justificas.
Mas o tempo passa lentamente
mesmo que cada vez mais rápido
até ao instantâneo dormir,
sempre mais pesado que antes
mesmo que o sangue só esteja em nós.

Tenho saudades do teu riso
o sincero que a Vozone
ainda ontem disse que viu
justificava o que tínhamos
dizia ela, a primeira que soube de nós
"sempre vos defendi, sempre"
erao bom que vinhaem defesa
sempre era ele que se impunha.

Cresci ao ponto de partir
da casa a que de modo particular
particularmente excessivo
insisto no excesso,me
acolhia entre horas de farda.
Corrijo tu é que te foste.
Depois de ter expulsado
mas insisto na saudade
na saudade do teu sorriso
agora que te contentas com menos
só para te sentires segura
longe da casa que te fez
ummonstro triste de carapaça
a que vive numa farsa
que por gosto deu forma
a estes meus membros tristes
aqueles que viste tantasvezes
em volta nunca por ataque
mas só para darem o que queriam
receber mesmo que lhes desses contrário.
e dou menos do que alguma vez
tiveste a qualquer hora do dia
Contentam-se querem mais são
felizes enquanto os teêm,
mas não veêm as [] que tinha
a vontade de voltar a uma casa
por maisque seja feliz que a que
fizemos nós dois tão estúpida.

O que é que fizemos de errado?
Não são quecas que me fodem
não é ver-te noutro lado
é a falta de verdade porra
São as pernas que exigem
a mesma dança que os braços
um cheiro que é o mesmo
o medo de não servir,
a vontade de fazer mais
a infantilidade de querer
dar um murtal do ferro
mais alto do parque infantil.

Já voltei a tantos sítios nossos
obrigado pela lógica de desfazer
o aparente pouco que construímos
e de que me serve? e a elas?
que me sabe a []
a merda da açorda que por ti
só por ti não por elas
a santíssima trindade que te assusta
comi até ao final e repeti.
Merda, porra merda puta de vida
Tinha mais lógica,
mais de história,
esta merda puta de vida
quando lógica não havia
Simplesmente.

Os anjos, agora que o demónio se foi, esses são os que mais importam

I - O começo

Creio que seim pensarem muito
sobre o assunto em questão,
acredtaram, falhando no motivo,
que aquela pequena televisão,
ITT de nome e comando memorável
me iria acalmar o sono.

Era na SIC que dava
a mítica salada de frutas
Que mulheres ceramente não indigenas
usavam para cobrias as maminhas
que eu vuia sem qualquer saturação.
Explica agora a minha
irmã ao seu irmão mais velho
queeu o fazia para não dar
estupidamente nas vistas.
O meu pai nunca foi conservador
simplesmente era um sedutor
e o caminho onanista é egoísta.
"egoísta tu não sejas tu não sejas!!!
assim não deves mesmo ser meu filho"

Nunca me apanhou mas também,
não terminou em certo o resultado,
Também falhou na futurologia,
(talvez por isso eu seja consultor)
creio que nunca fui egoista
tornei-me foi num grande
grandessíssimo egocênctrico
habituado que estava ater
a culpa
por mais idiota que fosse
de quase
senão
mesmo tudo.

II

Quando talvez por erro ou não
passou p'las 10 filmes da playboy
um dos quais mostrava uma verruga
partilhada p'los habitantes
de um condado percebi
que foder era assim
muito pouco complicado.

Tinham todos no rabo
A marca do conde.
"Sê alguém que onde
és tu que dizes ser o teu buraco"

III

A internet trouxe ao compasso
da largura de banda mais emoções
Tudo começou com más canções
Tudo acabou com loiras
muito muito boazonas
A levar violentamente no rabo

IV - A escolha

Primeiro foram as loiras
Depois as mais românticas
depois as que a peida
sempre tinham preenchida
depois por viver a vida
clickarmos até a nhanha
surgir.
por uma ou mais que se estão
realmente e por contracção
tão bem a se vir.

quinta-feira, março 01, 2012

no móvel ontem.

N me f@lh@ndo @s cont@s,
Hoje j@ poderi@ ter tido
Um filho ou um@ filh@
Num berco vigi@do
Por um@ divind@de.

I'm@gino como seri@
Ou @m cd um deles
Que teri@m de cd um
De nos rep@rtidos,
M@s plenos no bom
Excessiv@mente d@do.

So um nome er@ certo,
o que deveri@ ter sido
teu.

segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Mah Joh Phe nho - ou: vou passar a pedir o 78

I

Tem algo de restaurante chinês
a vida, exige que arrisquemos
para encher a barriga de um modo
que não estejamos fartos.








sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Turquia - num bar chamado kiki Aniversários

Caríssima,

Só escrevi no meu, no teu, e
quando houve o nosso.
Desta vez não te dei algo,
para além do silêncio orgulhoso
desfeito por idas À rua ingreme
disfarçado com o premir da campaínha.
não te dei nada e não por te saber longe
só ao me pai lhe guardei isto
só a ele perdoei tudo.
De entre o nada, o vazio que me deu.

Odeio perdoar-te tudo
querer tudo quando nada
por pensar só isso mereces.

É o mesmo que antes o mesmo
e antes só procurava razões para te amar
amando-te no fim.
Agora que procuro o inverso
que peço para te ires de mim,
carrego-te nos meus ombros
com o peso de lá não estares.
Ponho o orgulho de lado
e é só lá que te quero
Como se filha pródiga fosses de mim.

Tivesse aberto a porta
posto os caralhos de lado
entrado para te dar mais que um beijo
e shots de uma tequilla tua
como sempre bebida à pressa.

Que mais nos resta que o medo
que a vontade de sermos mais
julgando nunca servir o que temos?

Foi só por isso que nos vimos
Antes de haver futuro éramos.

[]-te mas, p'lo de há pouco,
não to digo.

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

Turquia - a mensagem

As ruas não têm passadeiras,
as pessoas vão e atravessam
se querem ir para outro lado.
Há um respeito implícito na
travagem a acontecer provavelmente
mais vezes que um atropelamento
na rua que o iria julgar.

P'lo poder do tablóide,
Sabem-se as coisas
e p'las coisas se age. (a soar a ladaínha católica)

Definidos por por poucos
algo haver são pequenos
os mundos e reduzidas
as pontes ou portas. (técnico o tom)

Mas sou eu quem consideram
Brave (técnino) por conversas
que se tivesse partilhado
e fosse daqui fariam um chinfrim (velha de aldeia)
nas publicações supracitadas (técnico outra vez mas cantante).
Felizmente não sou e a diferença
de heranças culturais,
de viajar sem cruzes na bagagem
de evitar o excesso de peso,
de viver com o apedrejamento
Parece dão ao chentimento (velha da aldeia)
Exagerado, passional, contraditório
capaz de cortar cabeças
de esventrar por ele próprio
um maior entendimento.

Parece que sinto agora,
que já corri por um sonho.
Ou até talvez mais que um.
Uhm!
mas ainda desenho monstros! (infantil)




terça-feira, fevereiro 14, 2012

Turquia - o ronron de ronha

Olhava pelo vidro tão limpo
que parecia não existir.
O do meio, o que não se movia
os dois do lado estavam mais
por limpar de menos cinzentos.

Tinha ténis mais infantis que o costume
roía as unhas ou a pele dos dedos
o seu gorrinho de inverno no braço
do sofá onde dormia e agora
repousava tão infantilmente.

"Se era para terem demorado tanto
tempo podiam ter-me avisado,
só teria acordado há 20 minutos"

Afagava o cão com um inglês
quase que provocante.
voltando a cruzar as pernas
e a enroscar-se como um bébé.

Ela arranjava-se, e ele queixava-se
"Estás com aquele ar perverso
de quem pensa o inverso".
Pensasse. A estas horas observo.

Turquia - Acordar cedo em istanbul

Só a almofada carrega parte
do rosto que ontem sei
ter visto por momentos.
A luzentra por um ângulo,
até agora estranho. As horas
em casa seriam de adormecer
com ou sem aditivos modernos
ou simplesmente humanos.

Só o lençol ganhou a cor
que ao longo do pouco dormido,
perdemos. Qualquer sonho
está mais perto do agora,
que qualquer grito do antes.

É tão cedo que estranho,
a luz que fica mais intensa.
Já não estou habituado
a isto que chamam de dia
esta coisa de toda a gente.
Até fico com alergia nos olhos
daquela que precisa de corticóides.
eu estou mal habituado
até vejo no escuro.

"na noite ha a luz" diz o texto,
só sabe quem nela está acordado.



Turquia - a ressaca

nem o lubrificante ajuda
a aceitar merdas embora
nos aproxime com menor esforço.
São poucas as cordas que apertam
o pescoço com menos dó
que as palaras que soltou
com a gratidão da honestidade.

Há merdas que não temos
não temos mesmo de ouvir
por mais que nos aliviem
a consciência a ser no futuro.

e mais um fumo emprestado
pelo dinheiro que troquei
por uma serventia necssária
quase tão certa como um pagamento.
O tempo faz-nos aceitar rapaz
mais ou menos do mesmo
cria os vícios que tens de pagar
para alimentar ou saciar
numa base se recorrente doentia.
O homem tem medo
do que se repete dia após dia
tem medo da permanência
da certeza de uma foda
só por sorte exprimentalmente
baseada no visto sentido melhor.
Tem receio da rotina
de acordar todos os dias
com o bafo que sabe comum
depois de tomar um de X
Y de outra merda qualquer
Z de nenhuma coisa
TETA de coisa alguma.
Assusta-se com o orgasamo
presditigiado pelo arfar F
com a pele arrepiada por R
com o que por A implica B

E riem-se sossegados num quarto tão triste
Com o computador ao colo contando mentiras
mostrando referências sonhadas com mau gosto
tão melhores quanto mais têm, suco de laranja
ananãs maracujá goiaba imanjá e um pouco de acerola
cereais dietéticos. dos que ajudam a expulsar, uma criada
de traje à antiga e um nó de gravata, laranja por falta de gosto,
tão forte e grande que até a Sagres amarra a um porto.

E agora sorriem que já não veêm maldade.
o tradutor do google está meio lento
e o significado que dá não traduz porno
de mau gosto e por isso decente.

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Estes gajao é que comem gajas boas

Gajas boas?
umas pindéricas.
Gajas que querem foder alternativos
terem experiências
para depois acabarem lésbicas
ou mães-solteiras aos quarennta
Uma tristeza de vida.
Mas daquelas tristezas que insistem
como potassa sobre um metal sujo
corrrói corrói sem ser acido
é tão básico que leva tudo à frente
Fode lá o "arstita alternativo"
Fode para aprenderes o que não é bom
e estranhares quando bem
levares
nessa tua coninha
Caso não tenhas medo ficarei feliz por ti,
estou certo que só te magoará
a barriguinha estremecer
não de uma duas ou três
o teu útero se contrair.
Vai lá pequenina
vai ter com o tue grande senhor
doutor das barbas grandes das modas
que por enquanto manda umas fodas
a gajas e não gajos rabetas
por que o senhor que o inspira
um americano que faz o que ele faz há mais de 20 anos
ainda não levou no cú!!!!

Tu tu tu tututututututu é uma expressão individualista
exige um bocadinho de auto conhecimento
de capacidade de flagelamento
de consciência
duvido que qualquer um destes senhores o atinja
e agora, só para rimar, para isto não ficar monótono
Mas duvido que consiga
pensar é coisa de quem é.

"1 + 1 é igual a dois
um por um é um"
A dos sete é que é difíicil
até aos seis conseguem tê-lo vezes 3
na boa
mas mesmo assim bué na bua
e mais não digo porque já é obviamente satânico.

O jardim botânico
era ocupado
pelo meu amigo que prendado
seduzia sem sequer beber.

Pois hoje não fui como ele
olhei para um jardim de betão
e levado por uma necessidade
quase egocêntrica de emoção
fiquei com o meu coração
embutido numa cidade.

(foi fácil ahn irmão
ele é um cara maravilhoso
o beija flor é o simbolo
é coisa de chegar ao coração
Ele ensina o perdão
ela dá à mão à vitima hindu
Até o hindu vai à sua celebração
não é mentira não
é verdade

Não é mentira não (cantado)
é verdade.

O rio ganges passaca pela terra onde eles iam ter
ninguém morria po aquelas bandas
por isso ninguém era atirado ao rio santo
a água que se bebia era pura para xúxú
Faia bem à pele e ao corpo que o ingeria
porque era pura como já disse.

O que mais incomodava
para não dizer surpreendia
no seu guru, um psicológo treinado
não eram as suas palavras
era a presença.

II

São horas de ir dormir Ays(com cedilha)e gül.