Mais um. O meu primeiro. (brainwasherpt@hotmail.com)

segunda-feira, julho 30, 2012

kçfafpsf hflsajfpoewa kdsaçokfoew mlkdafew fsafew af fefewaf fafefaf

tudo começa com um propósito qualquer. Mesmo o começo despropositado terá o seu nem que seja simplesmente o que o define, necessário por vezes a qualquer um. Escrevo, neste instante, porque não durmo, algo me inquieta, do fluxo da minha consciência talvez me acalme, talvez entenda porque assim estou, talvez me venha o cansaço ou tudo fique na mesma.

Mais um dia se passou. Mais um que vou somar às minhas memórias, mais um que fica marcado por um texto, uma discussão, uma presença, uma ausência, uma inquietação, um maço de tabaco, uma peça de roupa adicional na pilha que vou acumulando atrás de mim, uma conversa; por uma merda qualquer. Somando tudo resultamos nós. Confirmo o que já antes escrevera, os brinquedos ficam mais caros com a idade mas também ficam mais pesadas as memórias e os segredos que carregamos por entre os ombros e as palavras que escrevemos ou soltamos. Pouco se passou hoje para além do passeio que dei, da água entornada sobre as calças e o que agora sinto. Pouco.

Agora penso lentamente em mim. Não tenho pressas enquanto vou e venho de uma conversa num chat do gmail com alguém que me conhece, dos poucos e que, por não pensar, já não está perto. Diz-me para não pensar tanto como se eu o fizesse. Tivesse pensado. Não tivesse feito a cagada que fiz. As cagadas que faço e a merda que somo dia após dia. Custa-me assim o que sou, pesa-me não poder desculpar-me com aqueles que me criaram tudo, os meus maiores erros foram meus; julgo-me severamente; custam-me os sonhos que anulei e as vezes que pus os pés na poça de merda que nem o skip ou o persil ajudam a limpar.

Tudo começa com um propósito qualquer. Acho que já sei porque não durmo.

I - momento de poesia

Chora o poeta coitadinho
pela merda que tem e sozinho
estar neste preciso momento.
nem ter ninguém com quem
teclar.

De um lado dizem que é parvo
um don giovanni  ou galã de bairro
que sabe o nome de um ou dois porteiros
vida de inveja final fatela a
sonhar.

Do outro lado nada se diz
e o que se escreve é sempre a  giz
sobre um alcatrão muito usado.
duvido que alguém se passe pare a
chorar

II - Momento de poesia

Já parava com esta lenga-lenga
repetitiva apesar dos actores
serem parcialmente os mesmo.
O elenco, por mais amplo que seja,
é sempre arrastado para baixo
pelo enredo de merda.

Violência é tão anos 90
Paixões eufóricas são românticas
e agora os sedutores jogam futebol
sabem lá eles de caligrafia
Qualquer modelo da a bilha
Se apareceres na TV.

Porquê pergunta a crítica
continuas a fazer este tipo
de coisa e de texto.
Cresce rapaz, deixa-te disto
já basta um diário de um onanista
e só a outra idiota é uma força
qualquer de uma natureza incerta.

Já nem as gajas choram pah.
Queres ser drástico apanha
uma dose acima da recomendada
Corta os pulsos, atira-te a um carro
Faz comentários desagradáveis
Bate  nelas pah senão elas batem em ti.
O que está in é ser de chelas.

Alegorias e o caneco
ironia não é para o ser mediano
sarcasmo pior ainda que vais preso.
Puto cresce e aparece
para depois em sucessivas
mulheres e noitadas desapareceres
ESTES são outros tempos
Os medos combatem-se com doses
ponderadas sempre bem ponderadas,
de anti-depressivos revolucionários
bem mais que qualquer maoista.
Estes gajos são transversais
São holísticos e omnipresentes
Até te dão um sorriso kodak.

Caracterização.
Já estás preparado?
que cabelo é esse ?!
Chiça rapaz que tás uma desgraça
bebeste? é que esta merda
que é da boa não se agarra
a merda que está a tua pele.

já tá. Dá lá um nó na gravata,
vai trabalhar, entra em cena.
Problemas? Esses ficam para outra altura.





Usos uvu d you g urubu dedução tucuxi ficção

Carrego o peso constante de necessitar de dar uma lógica, por mais simples que ela seja, a tudo o que me rodeia independentemente da distância e que me salte ao olhar. É uma merda.

Mudasse e ganhasse a forma que garante um sorriso ao compasso dos batanetes, a concretização de desejos e vontades ao ver os morangos com açúcar, a emoção de um drible mais eloquente e importância de um pénalti mal marcado.

Perco tempo com tanta coisa que por generalidade ninguém valoriza, deveria aceitar tudo como é, perder o fascínio macabro que tenho pelo que nao entendo e ser somente por entre os dias que me restam uma sombra com mais luz do que fui. Que matemática tem a vida, que regras existem para nos que importam para nos que só vemos a televisão que alguém construiu e que nos basta só por existir? Metade de uma metade nao é um quarto, as fracções são outras e outra coisa sao na vida, metade do que sou talvez seja eu inteiro por mais que me custe a assumi-lo dado o medo parvo que de mim tenho.

Tudo acaba um dia. Tudo é como um filme só com finais de dois tipos, o que importa é que o tenhamos visto do principio ao fim, com pequenas distracções, e se possível, vivido. Tudo o resto sao criticas sempre distintas entre elas e menos importantes para o corpo que pipocas que essas ao menos alimentam e o refresco sacia.


terça-feira, julho 24, 2012

Divulgou gig sue o. Unir Fr e cudddgxuvdyvdtscyz. Fdh há

Hoje viu-me um rapaz que era da minha escola, do meu colégio betinho, e perguntou-me se nos nos conhecíamos. Depois de me explicar o grau de parentesco, confirmei a sua suspeita. Estávamos era diferentes, tínhamos barba, éramos hipsters, cada um á sua maneira só a base do rosto se mantinha igual.

Passou já mais de um ano desde a ultima vez que nos abraçámos, e nem o Henrik, meu pai emprestado, me foi capaz de dizer quanto mais tempo seria necessário para esquecer ou, se preferirmos deixar de importar. Irrita-me estes tempos permitirem uma maior durabilidade de tudo pela certeza de encontrarmos um vestígio por mais pequeno que seja da outra existência que já não é partilhada. No comboio sei que rstá numa pensão, no jantar sei que janta em massamá, numa sala escura sei que está noutra a ver uma reprodução em pequena escala do que eu já fui e frustra e torna o que já nao devia num sentimento obsessivo. Antes, pelo que consigo perceber era a incerteza que contava, uma carta que nao vinha, um encontro a uma hora predefinida que nao se pode cumprir e que nenhum meio poderia anular. Voltasse o tempo atras, fosse como aquele filme, o que a mulher volta para a quinta para o encontrar igual depois revela ter mudado tanto, o que acaba com um poema bonito. Sei tudo sei demais apetece-me ser ignorante, ter a forca que nao me deixa procurar mais e ter o espaço que o presente exige.

Ó mar Salgado,
Passou a teclado
E a internet Service provider
Se viste meu amigo
Neste caso amiga
Mostra uma fotografia
Dela com o caga tacos.

Ó verde pino
Se viste meu amigo
Insisto que é amiga
Diz-me o que come e onde o faz
E traz uma memória antiga
Reabre uma ferida que quero esquecer
Enquanto esteja a foder
Uma qualquer rapariga

Depois lembro-me que só depende de mim este comportamento neurótico. Guardo iPhone, ou simplesmente passo a ler o publico, ponho numa gaveta tudo, o meu mundo é o que está à distancia de um olhar comun.

Sentam-se em volta desarmados
Pela noite que os consome
Ironicamente pelos copos que bebem.
Uns russos mafiosos ao fundo
Uns americanos petulantes ao ponto
De nao negociarem com o quê frô.
Umas gajas mas plásticas que uma boneca.

Falam de amor, de serem fieis a eles mesmos
Bujarda atras de bujarda simples
Ao ponto de até a mim fazer sentido
Mesmo que nao seja eu o alvo
De uma sedução pior que rasca obvia.

Vamos, vamos embora mulher
Amanhã nao consigo é muito cedo
Hoje sinto que vou beber
Ser infiel mais uma vez
Como uma outra qualquer.

segunda-feira, julho 16, 2012

Jdhdisnsjhx jejuns herda haver suas bebe Had jeans

Há uns tempos atras ter tinha a facilidade da certeza ou de uma Assuncao, por mais que falsa fosse, publica de uma pertença partilhada. Até os gritos se anulavam nisso que implicava que mais tarde culminassem num abraço reconhecidamente terno.

Quem via e viu diz que se via claramente sem ser preciso explicar o tremer de umas pernas que por lógica nunca cederiam. Quem via e viu nao nega. Quem via e vê até compreende mas nao percebe nada, nem o carioca de limão que bebo calmamente, nem o facto de me manter sentado cigarro atras de cigarro, certeza vã e treinada atrás de certeza. Pareço o pastor alemão do meu primo afastado que morreu a fome por o dono nao lhe dar de comer, fora treinado com uma bateria de carro a recusar comida dada por estranhos, eu que sou humano percebo que é do deles que preciso, por mais lógico que me pareça ser aquilo a que fui treinado.

É bom este limão. Transpiro aos poucos a tensão que tenho, apetece-me algo, por isso sai de casa, lamento nao saber o que. Antes beberia à procura de uma resposta qualquer, por ser domingo, escreveria um poema qualquer com tantas partes quanto copos de whisky caro pagos, e no dia seguinte, satisfeito ficava apesar de nada ter concluído com o processo de descoberta, com umas merdas de linha que tentaria decifrar para depois colocar neste blog, um de muitos, um em muitos dos meus que só quem comigo dorme lé até perceber que sobre outra escrevo. É triste.

É bom o limão. Faz-me esquecer o anormal que antes de mim soube tudo o que me colocou neste estado inerte e desconfiado incapaz de se ligar, amedrontado desde a primeira afronta e incapaz de esquecer os gestos que antes acumulou num lado mais escuro de si; mas que limitam mas que afastam mas que isolam agora desde que sóbrio seja o estado. Nada me prende, e assusta-me pensar, agora só agora, que nem na maldade, na tristeza a quero substituir. Até assim a quero preservar, bem como a exclusividade de um sentimento que cada vez mais quero que seja parvo por tanto melhor eu magoar e ter, por esta ou pela inversa ordem.

Fodasse, preciso de um shot. Preciso de não ser capaz de procurar uma memória em sítios conhecidos, de não saber o que sao os meus valores parvos, o nome de um gato que adoptei, o que sou e o que era.

Um shot. Stoli, nao faz mal que esteja quente. Quero é beber, se conseguir sozinho.

domingo, julho 15, 2012

Shd jejuei judiciei judiciei jau jau jau Jesus

Havia aos domingos a promessa de um passeio que, no inicio nao havendo vergonhas, culminava sempre numa visita a uma casa que aprendeu a odiar um dos elementos necessários à partilha recorrendo a argumentos violentamente válidos. Até isso no fim se tinha perdido.

Enrijece-nos a vida e afasta-nos do que repetido só iria, à partida dar ao mesmo, o medo irónico de ser feliz que só por um triz deixamos de ter. Passeio agora sempre que posso, vou aos sítios que agora sei serem só meus, por mais que os consuma em memórias com teor distinto e os use para dar mais cor a um dia

sábado, julho 14, 2012

Qjjzjwoxokxn jso jso noakna

Tinham as tardes a leveza de um peso excedentário em falta, e as pernas pareciam seguir um caminho necessário e fatalmente percorrido. Húmus do outro, alcatrão moderno meu talvez.

Via como uma criança os caminhos que deixaram um por um de ser novos e os detalhes que até há um instante não suponha que existissem. Casca grossa por sorte deixei de ser, o sino toca mas não salivo o mesmo.

segunda-feira, julho 09, 2012

Yfjskdiidsii Bush o uso iro ironizou ie o o ido Jeová

Fumo demasiado. Foi a primeira conclusão partilhada no primeiro telefonema da minha silly mas profunda season.

Tenho o rio ao fundo com a calma que lhe é própria desde que navegar se tornou uma necessidade cada vez mais suburbana. Finalmente respeito-o como o mestre, por mais incapaz que seja de sobre ele escrever, desta vez vivo-o ao ponto de absorver a qualidade, ou estado, que já referi que o acompanhava fatalmente.

Lembro-me de áfrica, da minha onde o Sul se punha nas minhas costas por entre os pouco edifícios que nao limitavam o indico. Lembro-me dos fins de tarde na terra do meu pai, nao de antepassados genéticos que vieram do berço do mundo. Lembro-me das tardes com um Gin demorado no servir, dos gritos necessários a relembrá-lo, e de uma racha numa piscina.

Expurgamos o que respiramos pelos nossos corpos e atitudes, por mais reactivas que sejam. Ali o ar era outro. O trabalho tinha o peso de um altruísmo estranho, o pequeno tinha grandes consequências, o básico era o essencial para garantir qualquer tipo de sucesso. Falaram-me hoje da pobreza. Perguntaram-me se ela me incomodava estando tão próxima de mim; ri-me, só quem não sente a pode ignorar pela distância. Mais que milhas me separam desse mundo que nunca há-de ver para além do que as pernas permitem, que nunca há de conhecer o Tejo que há uns anos até ele levou. Paredes foi o homem que construiu dinheiro é o homem que cunha distribui-lo sao poucos que o fazem e partilha-lo quem o fará?

Fumo demasiado, escrevo e nao faço enquanto algo há por escrever. Estou calmo, como o Tejo, como ele para algum lado hei-de ir.

quinta-feira, julho 05, 2012

fesafeageagesfreageasgedsafvaio4ejf - ou ao som de uns tangos, do sosa, quando não toca uma publicidade no youtube.

Acho que já não dormia tanto há demasiado tempo sem o patrocínio de algo que bebi, e sem o consequente acordar pesado e a voz que só falta, talvez por gritar num sonho que nunca irei recordar. Soube-me bem, lamento só o facto de já ter fechado a cozinha do hotel.

"Por isso canto tan triste",  insiste o sosa.

Coisas há as quais damos uma carga tão pesada, quer as entendamos muito pouco ou nada, e independentemente da leveza com que outros as sintam. Não vale a pena escrutinarmos razões, procurarmos uma lógica em algo que é, acima de tudo, emotivo e, pelo que tenho vindo a entender, pavloviano à custa de sinos, uns melhor sonantes que outros, e confirmados pelas reacções, umas sempre piores do que imaginámos, pois só nos leva a uma obsessão a que nos acabamos por entregar obsessivamente.

"no se se estan preparados para lo que vos voy a contar", diz o rapaz do anúncio, confirmei-o ao mudar de tab. "Rencor, mi viejo rencor,/dejáme olvidar/la cobarde traición. ¡No ves que no puedo más,"


Por mais que fique em nós, que nos consuma, vivemos com cada memória e com ela limitamos tudo. Acções são antecedidas pelo prefixo (re) o que as anula na essência, deixamos de ser por causa de um novo sino, um que soa e ressoa para mais que o babar faminto de um cão que tanta gente quer que se acredite sentir tanto como um homem. Moralistas de merda que até um cão colocam no eixo da virtude; não lhes basta já a experiência com o homem que avalia? Querem que os bichos lutem por estética e o éticamente aprovado por grupos que nunca hão de ser exaustivos? Moralistas e tristes ao ponto de segregarem a sua tristeza.

 E assim começo, com uma clássica postura que se tornará, quando assim o sentir, minha mas diferente.

I - (recupera-se um tema anterior)

Só agora os excessos que contigo
e por ti cometi, a pele me marcam,
com memórias que tenho, que não param,
rugas criadas, c'o pesar do vinho.

e Todo o dia te busco, justifico,
Uma unha roída. E tocaram
música condescendente das que matam,
e que nota a nota realç'o vinco.

E as asas atrofiam com o peso,
que se arrasta no meu corpo e o medo
do que posso e não sou que me consome
só me aproxima deste chão tão sujo.

E consciente faço o mesmo mudo,
vou para o tumblr que sei que me fode.


























Ztcsjsjsjxjkwo!!2&93&,9dkxoe

Só agora me marcam a pele os excessos por ti e contigo cometidos.

terça-feira, julho 03, 2012

ewafdesgegfhsdfsa foagieaowgjdsf - ou, se preferiremos, o herói está em Espanha

mais um dia em que, sem se ponderar, se dá mais uma volta ao carrocel. Obrigação há quem o diga por tudo o que o rodeia obrigado. Ainda há uns dias fui a um casamento e pude sentir nos olhos de tantos que apesar de tudo, aparentemente, terem soavam como uma lata de spray vazia quando respiravam. (estou a citar o breaking bad).

Passos há quem dê por outros darem, por outros insinuarem que têm de ser dados ou simplesmente por haver facilidade de crédito e, consequentemente, um menor risco de incumprimento. Admito que as últimas, no actual paradigma, deixaram de fazer sentido mas as outras ainda estão presentes apesar da separação crescente entre a igreja e o estado - Portugal é um país de tradições e isso é sentido no que tacanhamente prevalece como objectivo para muita da gente que o faz ser assim.

Generalizar é um problema; muita gente o diz e luta contra esta tendência mas todo o processo democrático, principalmente num país como o meu, exige a generalização para tomada de decisão tanto a nível parlamentar, como a nível partidário. O mundo moderno "português" não existiria se não se generalizasse, o problema é que "aqui" implica uma conclusão quase sempre depreciativa por mais que estatisticamente esteja correcto. Em pequeno ensinaram-me que contra factos não existem argumentos mas isto só se aplica ao que dá jeito e deste jeito, não tomando consciência de onde se acumula a maior parte da área da curva do Sr. Gauss, nunca iremos permitir que ela se desloque, mesmo que lentamente para a direita mantendo os mesmos princípios de análise. Claro que o português é saloio e é esperto, e a esperteza saloia tudo consegue: está tudo na mesma, factualmente, mas a bitola desce e parece que subimos.

Não temos educação, não educamos mais, baixamos a bitola e tudo fica mais educado. Não temos gente no teatro interessada, oferecemos bilhetes que contam para o negócio e para o subsídio. Não temos dinheiro para comprar casas, baixamos as taxas de juro. Os números são mais bonitos para os senhores ministros mas quem cá vive e é consciente é que lida com a merda, generalizando claro, e treme, ao contrário do geral de medo do apocalipse que aí vem.

Podemos então continuar esta discussão com a máxima, os nossos políticos não prestam. Eles são uma corja! Uns gatunos, uns chupista, uns idiotas! Esta classe vem do Povo logo o povo é assim e até gosta de pessoas como eles. O outro forjou o curso. O Português so é alguém se tiver curso, faz sentido que o faça. as empresas públicas têm mais carros que devia, o português gosta de carros mais do que deve. O Figo é importante para campanhas políticas, é importante para o português. É tudo o mesmo. Os de cima e os que os sustentam. Dizem mal de quem se abstem? se calhar são os mais iluminados e os que menos compactuam com os outros.

Tudo se divide em dois extremos como um casal típico português. A mulher(e)amante que estão ao centro e que nunca se sabe bem quem tem que posição porque invariavelmente são os mesmos, até frequentam as mesmas lojas; e as que não nos interessam para além de prometerem tudo o que queremos ouvir, umas putas Brasileiras que só dizem o que sabem que nunca vão fazer mas que não sabemos que mentem, como os outros, porque nem sequer estamos interessados em saber.

mais um dia em que, sem se ponderar, se dá mais uma volta ao carrocel. Por mais injusto que seja, que se se saiba que assim o é, andar às voltas, apesar da distância entre os cavalinhos, do diâmetro das chávenas, não saímos por mais queiramos do sítio. P'lo menos a casa dos fantasmas tem um fim, mete medo  p'lo que não é comum; não nos esqueçamos que o cú de um por mais particular que seja é sempre uma merda num país que se felicita por limpar o cú a papel preto.

Eu cá lamento desistir sem tirar conclusões.

quarta-feira, junho 27, 2012

Escrevo rápido por que ela me espera para dormir.

Arde-me o olho de o esfregar com um gesto tão repetitivo como eu a abdicar do sono por trabalhar para outrém que não eu. Agora que podia já nem força tenho para pensar em mais que ligações parolas pela falta de profundidade entre o meu presente e o meu passado recente...

A nível de tempo pouca coisa mudou. Quando trabalho não tneho tempo para nada nem para mim nem para ninguém em concreto com a excepção da hora do sono.

Durmo aconchegado. Isso é bom, face o que conhecia, é mesmo muito bom. Até tenho vontade de dormir.

Tocava a carmen na aparalhagem do bizet na minha.

Prometi há um tempo atrás digitalizar os negativos das máquinas descartáveis que levei para o casamento da Ana e do Luís logo após a minha fuga, promovida por ela estar à minha espera, discreta mas que se sentiu. Passaram uns anos e só agora é que o começo a fazer.

O passado tem esta propriedade sem paralelo. Não escolhemos quando passa a sê-lo e muito menos quando se torna simplesmente uma memória já não sentida ou, se preferirmos, sem falhas ou, se as tem, sem necessidade de resolver.

Ontem senti o mesmo.

terça-feira, junho 26, 2012

Era bárbara a razão p'ra esquecer tudo
o olho negro, o luto
com que ponha a máscara
e mentia sobre um furto
antes de voltar para casa.

uwifsafewqf

Tudo tem um começo por mais que a nós, como observadores, nos possa parecer existir desde sempre. Tal como este texto que aparenta ter intenções profundas; sou demasiado egocêntrico para ter tal vontade. Se existe alguma moral para quem me escuta ou lê ou me atura é porque lá a colocou. Qualquer chorrilho meu não passa de uma enumeração dos meus feitos, de uma necessidade de eu me julgar, compreender, afirmar ou culpar, e qualquer outro verbo que tenha a ver com acções onanistas não masturbatórias.

Parece-me, cada vez mais, que ninguém me conhece naquilo que essencialmente me define. A formatação para seguir um determinado perfil na sociedade - não só a nível de gostos, como de necessidades criadas e "escolas" escolhidas - juntamente com a anulação de tudo o que se lhe opõe - internamente, partindo de mim ou de gente próxima, ou externamente, nem que seja pela limitação dos estímulos do mundo ao parcialmente permitido- por parte de uma família que assim o entende melhor, acabaram por criar um ser amorfo e sem qualquer tipo de capacidade de perseguir o que de facto pretende. Não o fazendo não se dá a conhecer a quem dele deveria gostar e acaba por promover a continuidade das atitudes referidas, entrando num círculo vicioso que, com o passar do tempo, necessitará de uma atitude progressivamente mais violenta para ser anulado: principalmente pela surpresa de quem nos encaminha, perante a nossa necessidade de perseguirmos um rumo distinto. Só sonha quem tem vontades ou medos, só tem medo quem tem vontade.

Não percebia nada disto evitava o que queria e orgulhava-me da força de me contentar pela metade. Tinha outras coisas em que me concentrar. Casar só depois dos 30. Uma mulher não me prende, eu controlo tudo. E outras balelas do género. Até olhar os seus olhos nunca me vira, até ter medo de a perder nunca me senti, até abdicar de mim por mim, pelo que queria, nunca lutei.

A criação da Besta.

I  - Mutatis mutandis Surge quem doma 

[a mão ergue-se ao centro da testa e diz-se pelo]

Tudo tem um começo por mais
que a outros - meros observadores .
pareça existir desde sempre.

Acho que ninguém esperava
o sucedido. O resultado de uma fuga
uma vontade de mijo, a cerveja
bebida apesar de um vôo caro.
A carteira de quem ficou à porta
financiando sem saber f'rido
uma descoberta talvez de um rê
antecedido, agora que penso.

As escadas que aproximavam,
que ainda sabem ao mesmo
pois foi o tempo, não a distância
que entre nós mudou.
Um bigode que deixou de existir
uma pergunta que p'la noite
boi!!! ó lá? não mais se fez.
Um encontrão. Um beijinho.
a queda de uma cruz
de cristo. agora me lembro.

II  - Mutatis mutandis Aprende uns truques, já se senta, algum tempo até saltar argolas de fogo.

[a mão desce para o segundo chakra e sabe.se agora que é um sinal]


Berlim somou as paragens rápidas,
necessárias para quem se quer
com calma obviamente conhecer.
[Como quem conta uma história]
Num Bar perto da AlexanderPlatz
Um senhor mais velho que,
essencialmente por ser meu chefe,
eu gostava muito de ouvir
Admito tá bem porr
Que Somente ouvia por
ser meu chefe naquele instante,
Era muito beto irritante
Como eu tinha medo do que queria,
Surpreendo-me, falou-mtráse da sua vida,
Depois de lhe ter contado a narrativa
Por detrás do anterior poema 
com uma alma mais oral e descritiva,
sem merdas, estava em modo executivo,
daquelas que supostamente fazem bom
um poema e transformam uma queca
em amor p'ra além do sexo profundo.

[Dito rapidamente...]
O que me espantou e digo-vos ainda surpreso
foi a reacção do senhor que peso
p'los seus olhos vidrados e cabelo
ruivo subitamente afectado,
me fez sentir. Alertou-me
para o que eu já pensara
Faz isto e tem aquilo
é sabido
por quem como nós
é "regrado"
tens de ter cuidado 


de certeza.que não presta
tens de ter
cuidado.


Tens de ser cre cre cre cre cre
i
e
do.

Percebi passado um pouco o motivo do seu susto
Abriu-se como o mestre que por ser chefe deveria ser.
Começou-me por dizer
que há uns anos
a
trás
de                                                                                   mim,
Também passou pelo menos
não lhe tendo chamado de
ri
lim.
Eram parecidas de acordo com ele
partilhavam o nome
  1. o  primeiro
  2. o segundo, esse ja era diferente.
Tinham o mesmo ar triste
como se existisse algo de ób
via mente falso ou infatilmente
per
dido
no caminho.

Eram parecidas de rosto
Uma mais alta
Eu era de uma
ela era de outro.
Só me alertou
edisse para ter cuidado.
Não especificou.

Lembro-me que no chão tocou.
A cruz.

Ouvi-o
e fui de seguida para o quarto assustado
quem pensa não quer ser enganado
queria sentir outra coisa que não essa.
Liguei a uma ex mais simpática
disse o que tinha sucedido
comigo
e ela não acreditou
jurou que era uma pessoa ideal
tinha uma experiência fantástica
não era plástica como outras
parecia uma pessoa ideal
fenomenal
como é que eu tinha conseguido
com o meu bigodinho à miudinho
o que ela receitou.

Liguei à que não era ex.
dei uma desculpa telefónica esfarrapada
mandei uma mensagem parva

(Pausa)

com escala em frankfurt passei por uma casa
Olhei para cima quando do chão me julgavam.









UH

As verdades só as são se a maioria as aceitar como tal. Tudo é difuso na impossibilidade de uma democracia já que esta, mesmo que imposta, é a verdadeira juíza dos destinos passados e vindouros.

Escrevo com o computador ao colo como há já algum tempo não o fazia, consigo-o porque finalmente fiz download da aplicação que permite controlar a velocidade da ventoínha. O meu computador aquece tanto que me queima a barriga se eu estiver distraído. Porque escrevo teoricamente não devo estar nesse estado, até deveria estar concentrado, mas raramente são as vezes em que assim penso, estou ou ambiciono estar.

sexta-feira, junho 01, 2012

Tempos houve em que as ruas
pareciam trincheiras escavadas
pelo nosso olhar pesado a medo.

domingo, maio 20, 2012

Ironicamente bebo esta cerveja por ti, talvez seguida por um dos cheirinhos que o esteves, por mais que os martelasse, vendia com uma licença de há já muitos anos. Dou um trago pensativo e, por espaço ser aberto, nao me permito desenvolver conversas com estranhos como aqueles que completavam a tua presença como uma corte da nome a um rei. Nao te conhecia para além das conversas que partilhamos e do que ouvi de quem partilhou o teu crescimento; nao te respeitava para além disso e das promessas de uma obra conjunta que, como alguém que procura saciar o de sempre num trago, engasga e leva sempre ao incumprimento. Foste-te. Fica comigo o ensinado e por cobrar, o exemplo do a ter a fazer e a ensinar e o respeito que me tiveste quando nem quem no meu tecto se albergava mo mostrava, e a frase que só me diz que quase ninguém nos merece. E até isto és tu quem mo mostra, esta noção de injustiça que um noticiário cada vez mais reles desculpa por montagem exigida, este pão e este circo de massas que se senta num Globo dourAdo ou nao mas que o atlas que somos sustenta desde a sua génese. Vais-te mas fica-te o respeito, aquele que eu insisto que me mostraste ao contrario de outras partidas. Já nao te vou procurar mais entre aquele bloco de êxito iOS , num de dois sítios mas com um receituário comum. Agora carrego-te sem peso amigo. Sei que o exemplo vai ser ir.

terça-feira, maio 08, 2012

Ue

Desde que mudei para Perto do mar que ainda nao aproveitei nada do que Parentemente existe por detrás da capitania, velha como este pais no que a constitui mAs moderna numa arquitectura que, embora agrade ao transeunte, nada para além de despertar espanto estético permite. Presumo que quem aqui habitava antes lamentou a vista perdida. Só foi esse o sentimento de revolta que tudo promoveu e a arte toda quedou-se nisto. O homem já nao edifica o sentido, a descoberta,a humanidade. Depois de ir ao cu poucos orifícios tem a explorar, e, por mais cus que venha a foder, o acto em si já verteu o seu simbolismo. A imaginação e rara e repetitiva no mundo global, mas também e esta abrangência que permitira, caso estruturas estruturAdas desempenhem essa função, um maior crivo de qualidade e também mais ético se respeitar a moral existente em cada uma das regiões participantes. Pela primeira vez, apesar de esse conforto nao ser sentido, o poder do povo passou os limiares da representação. A mensagem individual e, se tal for fatalisticamente exigido, talvez global poderá chegar a todos e em todos germinar uma melhor realidade. As classes somos nos quem as cria, a sua existência somos nos quem a permite, a tomada de decisão nao exige representantes mas um sistema que a todos aceda prontamente e de uma forma segura. Só resta que alguém na forma pense e que outros contribuam com o conteúdo que outros terAo de comunicar. Se se focarem em idiossincrasias de classe a mudança nunca surgira. O presente exige estrutura comecemos então por obrigar que elas existam, e a culPabilizar as presentes e as passadas pelos seus erros pois sem exemplos de justiça, de facto cega e holistica, ninguém participara para além do seu próprio umbigo que se satisfaz com muito pouco. Juntemos cada um deles no que todos acreditam que o do mundo nunca pede de menos.

domingo, maio 06, 2012

Ueuue Ue ueeeeeee

Acendi a lareira com calma como me pediras sem mo dizer. Cozinhavas em mente, Matilde, algo que lentamente nos saciaria, por mais medo que estivéssemos a carregar de um teste qe a distancia a rotina parece exigir nos tempos que correm. Escrevo com a mesma calma com que me lavaste o corpo sem qualquer tipo de sexo ou desejo, eu Jesus de um mundo novo nosso tu profeta Batista do mesmo. Joao sem cabeca abriu as portAs do céu ao mundo, o outro que alegoricamente eu represento limitou-se a justificar o acto, sem cabeca abriu os seus e ela se se foi foi só por ela e o desejo que com inveja nos tirA dos céus e nos arrasta pela terra. O Senhor se existe e nos cantos que por distracção nao vemos e só queremos o que nos colocao Por obrigacaO com um sorriso e um decote a frente. E triste o mundo que pela tristeZa e o medo que dela tem se arrasta como se uma marca afastasse mais o frio que a camisola ue a carrega. Joao Batista sem cabeca abriu as Portas do céu joao era um deles e por eles fOia aceite e destruído. JoaO era preciso nao para detectar, nao para resolver, só para o mundo ter essas acções para além do problema. Joao limpoume só me resta agora aer. Há de ter um motivo para o que lhe falta para o que lhe falta

quarta-feira, abril 18, 2012

Publicar título. Gostei da sugestão do novo blogger.

já precisei de menos para me ir deitar sosessegado. houve até um tempo em que a primeira coisa que eu fazia era atirar-e para a cama depois lanchar. A bitola era a dos outros e tudo tinha um certo mais que alcancável certo também por si.

É uma merda crescer e passar a viver com o que por não ser certo é incerto e por iss só conhecido depois de levar um muito que também pode ser so bom ou suficiente ou até pior. Fode-me o brio e a inércia qe cria a vontade de alcançar algo perfeito. Fode-me. Também me fode o medo de ser feliz que destrói o que o é à partida e aos olhos de todos menos de quem receia que o não seja e que, só por isso, acaba por criar a infelicidade e a questionar sempre o que se sabe à partida que existe e que no final de tudo lamenta não ter reconhecido.

Desse-me a vida
uma palavra nova
cada dia que tenho
só para foder
o que já pré-concebi
o que aprendi
noutro dia qualquer.

Desse-me a fome
sede também
Fosse tudo
mais complementar.

Esquecesse a merda
e o bom lembrasse.
Dormisse
sem saber que penso.

mas o fodido é que sei que isto
isto aqui deste lado
umas linhas acima em geral
nunca  há de acontecer
por mais que me esforce
por mais que eu tente sem me esforçar
por mais que eu reze
por mais que eu não acredite
por mais fé que tenha
e por mais esperança
a que supostamente não morre
e que por ter tanta vai certamente custar a morrer
eu tenha em mim
e no que eu quero.

Deus nosso senhor nas alturas
se me houves altura agora era
de me mostrares um caminho
por mais streitinho ou sinuoso
que ele seja.
seja ele longo
curto
perigoso ou calmo.
Claro que prefiro o antónimo
de mau. Claro que quero o bom.
mas isso já é pedir muito.
Quero mais que o régio porra
diz-me para onde vou ou devo ir.
O que não quero qualquer um sabe
"sei que não vou por aí"
parece conversa de professor de liceu
ou do mota amaral quando
o alberto vê de bacante...
Quantas vezes não recusamos
porra porra porra
o que precisamos...
Até nos queixamos a ele
a ela
sobre esta
sobre este
sobre isto
aquilo
aqueloutro
sicrano
beltrano
do senhor.
quando ela
quem?
o que?
Esta!!!!
é que era  a certa
a que devíamos?
Sim.
ter ter ter
ao nosso lado
e enviado
um raminho de flores.

Com caraças estou a desenhar com palavras.
Estou a ir contra os meus dogmas
ou simplesmente cresci?
ahn?
hein?
tu aí?
vai durmi.

quarta-feira, abril 11, 2012

Só mais um cigarro, noel rosa a tocar e uma tipa nua pintada numa folha de papel

Só mais um cigarro, noel rosa
a tocar e uma tipa nua
pintada numa folha de papel.
Um tubo de acrílico amarelo
limão pálido para platinar
o cabelo a tipa que já referi.

Uma cama vazia cada vez
mais acolhedora. Uma vontade
de ir dormir não exausto
talvez reconhecimento.

o que sair com a escova de dentes na boca.

São 23 horas e poucos minutos,
quinze para ser preciso,
mas os detalhes não importam
mesmo que o título assim
por referir o estado em que me encontro
pareça ser contraditório ao texto.

Estou quasea sair desta casa
estou quase a por de lado
as memórias que ainda vou carregar
mesmo que as paredes
as que me envolvam diariamente
já não tenham a forma do que
por sorte só não me chegou
à cabeça. Mesmo que a maldade
de quem as atirou
tenham arruinado mais que uma
ou várias pinturas.

Não é a casa que faz ou muda a vida
é a vida que, por ser nova, uma nova casa exige.
Vou fazer a trouxa um dia destes e
talvez descubra atras de qualquer coisa
qualquer coisa que perdi;
ou outra coisa qualquer escondida
com mais ou menos prurido.
Uma coisa é certa, muitas coisas
têm de ir para o lixo ou para uma instituição
que já há alguns meses deixei de ser.

Agora que penso em tudo só me vem um sorriso
à cara que raramente fica assustada
a um nível que antes lhe era comum.
Procurei frenéticamente tudo o que acreditava
faltar-me, em coisas pequenas que sempre soube
pequenas desde o instante em que as vi.
Quantas vezes não procurei confirmaçao
do que eu já sabia por experiência
nem que fosse por ter ouvido mais de uma vez
para depois ir contra tudo o que me era dito
e insisto sabido por mim. Ás vezes temos de ir
ao médico para confirmar que o álcool não sacia
a sede que nada tem de vício.

Fui vezes sem conta a estancos que não consigo
enumerar independentemente da sua repetição
até ter vergonha dos copos já me serem servidos
sem um qualquer pedido. Nomeavam-me e estranhavam
quando os contradizia ao pedir algo que não inebriasse
ou pediam a confirmação só quando a dose era pequena.
Tu vias-me nos dias que se seguiam e o verde que adjectivas
como feio por estar não em meu redor mas sob mim.
Ouvias-me sem fugir, e acredito, hoje acredito ou sei
que sabias tão melhor que eu que as flores não eram flores
para além de mim ou do que eu achava certo
para a correcção de uma atitude que, apesar de ponderada,
só o foi para ser contraditória a mim.

Um homem escreve para alguém que o entenda. Creio
eu que ninguém gosta de ser mal interpretado
e só um artista que não passa de isso mesmo
é que tolera que um grito de dor seja
por idiotice alheia uma desculpa para algo sujo
- a não ser claro que essa seja a sua permissa inicial.
Sem te ver ou saber já te dera tanto quanto
eu de ti já recebera. Escrevia, dizia muito perdendo,
como cada gesto de carinho bacoco que ao vão
por uma educação descabida neste tempo,
atirava esperando no mínimo um eco de retorno,
quase tudo agora que penso sobre isso. Muito
do que fiz foi para alguém como tu.
Agora que tu hás estou certo disso,
e o que o velho escreveu, porque era assim que me via,
sei que estava correctamente endereçado.

I am sorry for not writing but lately i've been happy, or til the the day we met.

I

O seu nome era o mesmo
que o mestre c'os dedos respirava,
por uma caligrafia
que quanto mais contava,
mais era tremida.

II

Surgia; e assim se quisesse
poderia dar o texto por fechado.
Foram mais os acasos
o premeditado, se o houve,
era tão inconsciente;
como os corpos que,
automaticamente,
acabavam sempre
por se encontrar.

Nunca nos ultrapassámos,
cruzávamos os sentidos,
sempre opostos.
Ou também nos sentámos,
agora que penso,
[provável] talvez o mesmo
mesmo que por motivos distintos.

Permitia a falta de intenção
a honestidade que a intenção exige
mas que intencionalmente ninguém pratica.
Rio-me da ironia
de a nada se dar tudo;
de só o nada nos conhecer.

Existisse algo mais então,
que teríamos hoje para escrever?


quarta-feira, março 07, 2012

I - o mote

O ás vezes precede qualquer estado
que seja humano por natureza, ou acção
que só nunca se faz por moral
ou medo artificialmente imposto.
Outros há instintivos; finge o animal
como o homem mata [outro: mente], p'ra não morrer
ou tentar, querendo ou não, dar vida.

II "outros que me tomem (...) mais que a besta sadia"

Não escondo, omito e sou parvo
ao ponto de dizer que o faço
a quem não minto.

III - O mestre escreveu a lição que não explicou ao pupilo, o último cita um livro que o primeiro não escreveu

Quem se aproximava da arca
morria de acordo com os textos;
Do que lá estava só 10 se sabiam.
Uns nazis tentara usá-la em vão
como os antigos previam.

É tudo uma questão de idade
de não viver à letra o escrito;
nada fui dito para além da lição
e poucas duram mais que uma vida.

segunda-feira, março 05, 2012

(sem título)

De nada me serve empilhar ou dispôr lado a lado fragmentos de algo que imagino não existir mas que creio poder criar. As coisas são como são; desde há muito que não dormia a sesta necessária ao ordenar de momentos e que, dada a ordem, implica uma maior consciência de tudo.

Ando triste faz já algum tempo. Tenho a certeza que há mais de dois ou três anos me preenche este sentimento em quase tudo o que me rodeia; não como antes na minha fase ainda mais pueril, essa tristeza baseava-se na insuficiência de não cumprir com aquilo que era esperado de mim, tanto do meu como do patamar de outros. O que me consome neste período de tempo é o fracasso e a descoberta que pouco ou muito pouco depende inteiramente de nós. Entre os dois períodos o factor determinante da mudança passou por eu ter agido em função de algo em que eu acreditava, não o que me era ditado, tanto pelo mundo como por aqueles que me criaram.

O passado era fácil de cumprir. Nada me importava mas tinha o brio, o respeito e a capacidade suficiente para alcançar todas as metas que nunca, insisto no facto de me terem sido impostas, escolhi transpôr. Tudo me surgia de uma forma tão simples e natural como a chuva contraditória ao último boletim meteorológico.

Hoje pergunto-me o que fiz por mim? O que construí para além de um armário do IKEA? Sou um cobarde com medo de fazer a minha mãe chorar e de lidar com mais um erro que nunca ninguém me disse que eu poderia algum dia cometer. Não escrevo sem pedir aprovação, não pinto sem alguém opinar primeiro e, só para ter uma justificação para a falta de qualquer elemento ou falha de construção, crio de rasgo, não corrijo e evito a criação sóbria para puerilmente diluír e limitar a capacidade e consequentemente a crítica. Nem eu me conheço e apesar do meu tempo ser raramente dedicado a mim quem o tem não tem a mínima ideia do que sou; confundem os pequenos gestos de carinho que eu dou, só porque espero e preciso de os receber de volta, com algo que se calhar nem uma vez dei. Não fui ensinado a querer ou a gostar de algo que de mim partisse e quem assim me formatou vê-me à imagem de um ídolo qualquer que, apesar de não existir, até lhes dita como eu estou de acordo com o grau do meu afastamento ou encaixe - até se me calço de uma maneira distinta parece que o mundo se lhes acaba. Começasse o meu.

A última frase não me sai da cabeça. Consciente de que tudo o que acreditei partir da minha vontade ter desmoronado assola-me ainda mais o medo de agir e de ser eu próprio. Era tudo mais fácil quando vivia em função do que devia, o erro não importava, o fracasso não podia existir quando a importância é limitada, faz-se; e fazendo por fazer o que surge é o que surge e não se julga. Errei desde a primeira vez que fui contra o que eu acreditava por não querer acreditar que aquilo em que acreditei era uma pequena ilusão que somente ganhava forma em pequenas alturas por entre os dias em que só ilusão era. Errei quando me deixei levar por uma preocupação parva e um excesso de educação e príncipios que só se traduziu no anular das minhas vontades. Errei quando disse que não a quem queria na merda de uma travessa da bica por que outra precisava de mim, e o erro ganhou forma 1 hora depois. errei, errei, errei...

E agora que penso nesta merda toda sinto-me mais aliviado. Parece que sou mais eu eu próprio, sinto-me como quando eu me dei mesmo que para o canto errado. Cresci talvez um pouco.

domingo, março 04, 2012

A triste ou alegre conclusão no eu. no ego que cêntrico só é na conversa.

Acho que até à principal nunca lutei, no sentido básico de me ter esforçado, por nenhuma mulher. Tudo se resumia a uma consciência esforçada ou óbvia do seu interesse ou numa bebedeira que, promovendo uma uma noite, permitiria muitas outras independentemente do interesse e quase sempre por limitação judaico-betinha-cristã. Depois dela só mais uma surgiu na falta do espirituoso carácter incosequente.

Disse-me a senhora que me vê colorido e para além do espaço e do tempo que fosse com sincero, com a última, só tinha sido com a outra. De nada me serviu. Creio que nunca fui atrás do meu ego, ele limita-me, nem sequer tem força para expôr sem consentimento ou tolerância de outrém o que sente mesmo que tenha bebido 3 cariocas de limão.

Nunca tive ou fiz o que quis para além do primeiro acto.

un otro.

Quando são para ti não
preciso de os endereçar
tal como as cedências,
aquelas a que te acostumaste,
nunca foram justificas.
Mas o tempo passa lentamente
mesmo que cada vez mais rápido
até ao instantâneo dormir,
sempre mais pesado que antes
mesmo que o sangue só esteja em nós.

Tenho saudades do teu riso
o sincero que a Vozone
ainda ontem disse que viu
justificava o que tínhamos
dizia ela, a primeira que soube de nós
"sempre vos defendi, sempre"
erao bom que vinhaem defesa
sempre era ele que se impunha.

Cresci ao ponto de partir
da casa a que de modo particular
particularmente excessivo
insisto no excesso,me
acolhia entre horas de farda.
Corrijo tu é que te foste.
Depois de ter expulsado
mas insisto na saudade
na saudade do teu sorriso
agora que te contentas com menos
só para te sentires segura
longe da casa que te fez
ummonstro triste de carapaça
a que vive numa farsa
que por gosto deu forma
a estes meus membros tristes
aqueles que viste tantasvezes
em volta nunca por ataque
mas só para darem o que queriam
receber mesmo que lhes desses contrário.
e dou menos do que alguma vez
tiveste a qualquer hora do dia
Contentam-se querem mais são
felizes enquanto os teêm,
mas não veêm as [] que tinha
a vontade de voltar a uma casa
por maisque seja feliz que a que
fizemos nós dois tão estúpida.

O que é que fizemos de errado?
Não são quecas que me fodem
não é ver-te noutro lado
é a falta de verdade porra
São as pernas que exigem
a mesma dança que os braços
um cheiro que é o mesmo
o medo de não servir,
a vontade de fazer mais
a infantilidade de querer
dar um murtal do ferro
mais alto do parque infantil.

Já voltei a tantos sítios nossos
obrigado pela lógica de desfazer
o aparente pouco que construímos
e de que me serve? e a elas?
que me sabe a []
a merda da açorda que por ti
só por ti não por elas
a santíssima trindade que te assusta
comi até ao final e repeti.
Merda, porra merda puta de vida
Tinha mais lógica,
mais de história,
esta merda puta de vida
quando lógica não havia
Simplesmente.

Os anjos, agora que o demónio se foi, esses são os que mais importam

I - O começo

Creio que seim pensarem muito
sobre o assunto em questão,
acredtaram, falhando no motivo,
que aquela pequena televisão,
ITT de nome e comando memorável
me iria acalmar o sono.

Era na SIC que dava
a mítica salada de frutas
Que mulheres ceramente não indigenas
usavam para cobrias as maminhas
que eu vuia sem qualquer saturação.
Explica agora a minha
irmã ao seu irmão mais velho
queeu o fazia para não dar
estupidamente nas vistas.
O meu pai nunca foi conservador
simplesmente era um sedutor
e o caminho onanista é egoísta.
"egoísta tu não sejas tu não sejas!!!
assim não deves mesmo ser meu filho"

Nunca me apanhou mas também,
não terminou em certo o resultado,
Também falhou na futurologia,
(talvez por isso eu seja consultor)
creio que nunca fui egoista
tornei-me foi num grande
grandessíssimo egocênctrico
habituado que estava ater
a culpa
por mais idiota que fosse
de quase
senão
mesmo tudo.

II

Quando talvez por erro ou não
passou p'las 10 filmes da playboy
um dos quais mostrava uma verruga
partilhada p'los habitantes
de um condado percebi
que foder era assim
muito pouco complicado.

Tinham todos no rabo
A marca do conde.
"Sê alguém que onde
és tu que dizes ser o teu buraco"

III

A internet trouxe ao compasso
da largura de banda mais emoções
Tudo começou com más canções
Tudo acabou com loiras
muito muito boazonas
A levar violentamente no rabo

IV - A escolha

Primeiro foram as loiras
Depois as mais românticas
depois as que a peida
sempre tinham preenchida
depois por viver a vida
clickarmos até a nhanha
surgir.
por uma ou mais que se estão
realmente e por contracção
tão bem a se vir.

quinta-feira, março 01, 2012

no móvel ontem.

N me f@lh@ndo @s cont@s,
Hoje j@ poderi@ ter tido
Um filho ou um@ filh@
Num berco vigi@do
Por um@ divind@de.

I'm@gino como seri@
Ou @m cd um deles
Que teri@m de cd um
De nos rep@rtidos,
M@s plenos no bom
Excessiv@mente d@do.

So um nome er@ certo,
o que deveri@ ter sido
teu.

segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Mah Joh Phe nho - ou: vou passar a pedir o 78

I

Tem algo de restaurante chinês
a vida, exige que arrisquemos
para encher a barriga de um modo
que não estejamos fartos.








sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Turquia - num bar chamado kiki Aniversários

Caríssima,

Só escrevi no meu, no teu, e
quando houve o nosso.
Desta vez não te dei algo,
para além do silêncio orgulhoso
desfeito por idas À rua ingreme
disfarçado com o premir da campaínha.
não te dei nada e não por te saber longe
só ao me pai lhe guardei isto
só a ele perdoei tudo.
De entre o nada, o vazio que me deu.

Odeio perdoar-te tudo
querer tudo quando nada
por pensar só isso mereces.

É o mesmo que antes o mesmo
e antes só procurava razões para te amar
amando-te no fim.
Agora que procuro o inverso
que peço para te ires de mim,
carrego-te nos meus ombros
com o peso de lá não estares.
Ponho o orgulho de lado
e é só lá que te quero
Como se filha pródiga fosses de mim.

Tivesse aberto a porta
posto os caralhos de lado
entrado para te dar mais que um beijo
e shots de uma tequilla tua
como sempre bebida à pressa.

Que mais nos resta que o medo
que a vontade de sermos mais
julgando nunca servir o que temos?

Foi só por isso que nos vimos
Antes de haver futuro éramos.

[]-te mas, p'lo de há pouco,
não to digo.

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

Turquia - a mensagem

As ruas não têm passadeiras,
as pessoas vão e atravessam
se querem ir para outro lado.
Há um respeito implícito na
travagem a acontecer provavelmente
mais vezes que um atropelamento
na rua que o iria julgar.

P'lo poder do tablóide,
Sabem-se as coisas
e p'las coisas se age. (a soar a ladaínha católica)

Definidos por por poucos
algo haver são pequenos
os mundos e reduzidas
as pontes ou portas. (técnico o tom)

Mas sou eu quem consideram
Brave (técnino) por conversas
que se tivesse partilhado
e fosse daqui fariam um chinfrim (velha de aldeia)
nas publicações supracitadas (técnico outra vez mas cantante).
Felizmente não sou e a diferença
de heranças culturais,
de viajar sem cruzes na bagagem
de evitar o excesso de peso,
de viver com o apedrejamento
Parece dão ao chentimento (velha da aldeia)
Exagerado, passional, contraditório
capaz de cortar cabeças
de esventrar por ele próprio
um maior entendimento.

Parece que sinto agora,
que já corri por um sonho.
Ou até talvez mais que um.
Uhm!
mas ainda desenho monstros! (infantil)




terça-feira, fevereiro 14, 2012

Turquia - o ronron de ronha

Olhava pelo vidro tão limpo
que parecia não existir.
O do meio, o que não se movia
os dois do lado estavam mais
por limpar de menos cinzentos.

Tinha ténis mais infantis que o costume
roía as unhas ou a pele dos dedos
o seu gorrinho de inverno no braço
do sofá onde dormia e agora
repousava tão infantilmente.

"Se era para terem demorado tanto
tempo podiam ter-me avisado,
só teria acordado há 20 minutos"

Afagava o cão com um inglês
quase que provocante.
voltando a cruzar as pernas
e a enroscar-se como um bébé.

Ela arranjava-se, e ele queixava-se
"Estás com aquele ar perverso
de quem pensa o inverso".
Pensasse. A estas horas observo.

Turquia - Acordar cedo em istanbul

Só a almofada carrega parte
do rosto que ontem sei
ter visto por momentos.
A luzentra por um ângulo,
até agora estranho. As horas
em casa seriam de adormecer
com ou sem aditivos modernos
ou simplesmente humanos.

Só o lençol ganhou a cor
que ao longo do pouco dormido,
perdemos. Qualquer sonho
está mais perto do agora,
que qualquer grito do antes.

É tão cedo que estranho,
a luz que fica mais intensa.
Já não estou habituado
a isto que chamam de dia
esta coisa de toda a gente.
Até fico com alergia nos olhos
daquela que precisa de corticóides.
eu estou mal habituado
até vejo no escuro.

"na noite ha a luz" diz o texto,
só sabe quem nela está acordado.



Turquia - a ressaca

nem o lubrificante ajuda
a aceitar merdas embora
nos aproxime com menor esforço.
São poucas as cordas que apertam
o pescoço com menos dó
que as palaras que soltou
com a gratidão da honestidade.

Há merdas que não temos
não temos mesmo de ouvir
por mais que nos aliviem
a consciência a ser no futuro.

e mais um fumo emprestado
pelo dinheiro que troquei
por uma serventia necssária
quase tão certa como um pagamento.
O tempo faz-nos aceitar rapaz
mais ou menos do mesmo
cria os vícios que tens de pagar
para alimentar ou saciar
numa base se recorrente doentia.
O homem tem medo
do que se repete dia após dia
tem medo da permanência
da certeza de uma foda
só por sorte exprimentalmente
baseada no visto sentido melhor.
Tem receio da rotina
de acordar todos os dias
com o bafo que sabe comum
depois de tomar um de X
Y de outra merda qualquer
Z de nenhuma coisa
TETA de coisa alguma.
Assusta-se com o orgasamo
presditigiado pelo arfar F
com a pele arrepiada por R
com o que por A implica B

E riem-se sossegados num quarto tão triste
Com o computador ao colo contando mentiras
mostrando referências sonhadas com mau gosto
tão melhores quanto mais têm, suco de laranja
ananãs maracujá goiaba imanjá e um pouco de acerola
cereais dietéticos. dos que ajudam a expulsar, uma criada
de traje à antiga e um nó de gravata, laranja por falta de gosto,
tão forte e grande que até a Sagres amarra a um porto.

E agora sorriem que já não veêm maldade.
o tradutor do google está meio lento
e o significado que dá não traduz porno
de mau gosto e por isso decente.

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Estes gajao é que comem gajas boas

Gajas boas?
umas pindéricas.
Gajas que querem foder alternativos
terem experiências
para depois acabarem lésbicas
ou mães-solteiras aos quarennta
Uma tristeza de vida.
Mas daquelas tristezas que insistem
como potassa sobre um metal sujo
corrrói corrói sem ser acido
é tão básico que leva tudo à frente
Fode lá o "arstita alternativo"
Fode para aprenderes o que não é bom
e estranhares quando bem
levares
nessa tua coninha
Caso não tenhas medo ficarei feliz por ti,
estou certo que só te magoará
a barriguinha estremecer
não de uma duas ou três
o teu útero se contrair.
Vai lá pequenina
vai ter com o tue grande senhor
doutor das barbas grandes das modas
que por enquanto manda umas fodas
a gajas e não gajos rabetas
por que o senhor que o inspira
um americano que faz o que ele faz há mais de 20 anos
ainda não levou no cú!!!!

Tu tu tu tututututututu é uma expressão individualista
exige um bocadinho de auto conhecimento
de capacidade de flagelamento
de consciência
duvido que qualquer um destes senhores o atinja
e agora, só para rimar, para isto não ficar monótono
Mas duvido que consiga
pensar é coisa de quem é.

"1 + 1 é igual a dois
um por um é um"
A dos sete é que é difíicil
até aos seis conseguem tê-lo vezes 3
na boa
mas mesmo assim bué na bua
e mais não digo porque já é obviamente satânico.

O jardim botânico
era ocupado
pelo meu amigo que prendado
seduzia sem sequer beber.

Pois hoje não fui como ele
olhei para um jardim de betão
e levado por uma necessidade
quase egocêntrica de emoção
fiquei com o meu coração
embutido numa cidade.

(foi fácil ahn irmão
ele é um cara maravilhoso
o beija flor é o simbolo
é coisa de chegar ao coração
Ele ensina o perdão
ela dá à mão à vitima hindu
Até o hindu vai à sua celebração
não é mentira não
é verdade

Não é mentira não (cantado)
é verdade.

O rio ganges passaca pela terra onde eles iam ter
ninguém morria po aquelas bandas
por isso ninguém era atirado ao rio santo
a água que se bebia era pura para xúxú
Faia bem à pele e ao corpo que o ingeria
porque era pura como já disse.

O que mais incomodava
para não dizer surpreendia
no seu guru, um psicológo treinado
não eram as suas palavras
era a presença.

II

São horas de ir dormir Ays(com cedilha)e gül.