Mais um. O meu primeiro. (brainwasherpt@hotmail.com)

quarta-feira, abril 18, 2012

Publicar título. Gostei da sugestão do novo blogger.

já precisei de menos para me ir deitar sosessegado. houve até um tempo em que a primeira coisa que eu fazia era atirar-e para a cama depois lanchar. A bitola era a dos outros e tudo tinha um certo mais que alcancável certo também por si.

É uma merda crescer e passar a viver com o que por não ser certo é incerto e por iss só conhecido depois de levar um muito que também pode ser so bom ou suficiente ou até pior. Fode-me o brio e a inércia qe cria a vontade de alcançar algo perfeito. Fode-me. Também me fode o medo de ser feliz que destrói o que o é à partida e aos olhos de todos menos de quem receia que o não seja e que, só por isso, acaba por criar a infelicidade e a questionar sempre o que se sabe à partida que existe e que no final de tudo lamenta não ter reconhecido.

Desse-me a vida
uma palavra nova
cada dia que tenho
só para foder
o que já pré-concebi
o que aprendi
noutro dia qualquer.

Desse-me a fome
sede também
Fosse tudo
mais complementar.

Esquecesse a merda
e o bom lembrasse.
Dormisse
sem saber que penso.

mas o fodido é que sei que isto
isto aqui deste lado
umas linhas acima em geral
nunca  há de acontecer
por mais que me esforce
por mais que eu tente sem me esforçar
por mais que eu reze
por mais que eu não acredite
por mais fé que tenha
e por mais esperança
a que supostamente não morre
e que por ter tanta vai certamente custar a morrer
eu tenha em mim
e no que eu quero.

Deus nosso senhor nas alturas
se me houves altura agora era
de me mostrares um caminho
por mais streitinho ou sinuoso
que ele seja.
seja ele longo
curto
perigoso ou calmo.
Claro que prefiro o antónimo
de mau. Claro que quero o bom.
mas isso já é pedir muito.
Quero mais que o régio porra
diz-me para onde vou ou devo ir.
O que não quero qualquer um sabe
"sei que não vou por aí"
parece conversa de professor de liceu
ou do mota amaral quando
o alberto vê de bacante...
Quantas vezes não recusamos
porra porra porra
o que precisamos...
Até nos queixamos a ele
a ela
sobre esta
sobre este
sobre isto
aquilo
aqueloutro
sicrano
beltrano
do senhor.
quando ela
quem?
o que?
Esta!!!!
é que era  a certa
a que devíamos?
Sim.
ter ter ter
ao nosso lado
e enviado
um raminho de flores.

Com caraças estou a desenhar com palavras.
Estou a ir contra os meus dogmas
ou simplesmente cresci?
ahn?
hein?
tu aí?
vai durmi.

quarta-feira, abril 11, 2012

Só mais um cigarro, noel rosa a tocar e uma tipa nua pintada numa folha de papel

Só mais um cigarro, noel rosa
a tocar e uma tipa nua
pintada numa folha de papel.
Um tubo de acrílico amarelo
limão pálido para platinar
o cabelo a tipa que já referi.

Uma cama vazia cada vez
mais acolhedora. Uma vontade
de ir dormir não exausto
talvez reconhecimento.

o que sair com a escova de dentes na boca.

São 23 horas e poucos minutos,
quinze para ser preciso,
mas os detalhes não importam
mesmo que o título assim
por referir o estado em que me encontro
pareça ser contraditório ao texto.

Estou quasea sair desta casa
estou quase a por de lado
as memórias que ainda vou carregar
mesmo que as paredes
as que me envolvam diariamente
já não tenham a forma do que
por sorte só não me chegou
à cabeça. Mesmo que a maldade
de quem as atirou
tenham arruinado mais que uma
ou várias pinturas.

Não é a casa que faz ou muda a vida
é a vida que, por ser nova, uma nova casa exige.
Vou fazer a trouxa um dia destes e
talvez descubra atras de qualquer coisa
qualquer coisa que perdi;
ou outra coisa qualquer escondida
com mais ou menos prurido.
Uma coisa é certa, muitas coisas
têm de ir para o lixo ou para uma instituição
que já há alguns meses deixei de ser.

Agora que penso em tudo só me vem um sorriso
à cara que raramente fica assustada
a um nível que antes lhe era comum.
Procurei frenéticamente tudo o que acreditava
faltar-me, em coisas pequenas que sempre soube
pequenas desde o instante em que as vi.
Quantas vezes não procurei confirmaçao
do que eu já sabia por experiência
nem que fosse por ter ouvido mais de uma vez
para depois ir contra tudo o que me era dito
e insisto sabido por mim. Ás vezes temos de ir
ao médico para confirmar que o álcool não sacia
a sede que nada tem de vício.

Fui vezes sem conta a estancos que não consigo
enumerar independentemente da sua repetição
até ter vergonha dos copos já me serem servidos
sem um qualquer pedido. Nomeavam-me e estranhavam
quando os contradizia ao pedir algo que não inebriasse
ou pediam a confirmação só quando a dose era pequena.
Tu vias-me nos dias que se seguiam e o verde que adjectivas
como feio por estar não em meu redor mas sob mim.
Ouvias-me sem fugir, e acredito, hoje acredito ou sei
que sabias tão melhor que eu que as flores não eram flores
para além de mim ou do que eu achava certo
para a correcção de uma atitude que, apesar de ponderada,
só o foi para ser contraditória a mim.

Um homem escreve para alguém que o entenda. Creio
eu que ninguém gosta de ser mal interpretado
e só um artista que não passa de isso mesmo
é que tolera que um grito de dor seja
por idiotice alheia uma desculpa para algo sujo
- a não ser claro que essa seja a sua permissa inicial.
Sem te ver ou saber já te dera tanto quanto
eu de ti já recebera. Escrevia, dizia muito perdendo,
como cada gesto de carinho bacoco que ao vão
por uma educação descabida neste tempo,
atirava esperando no mínimo um eco de retorno,
quase tudo agora que penso sobre isso. Muito
do que fiz foi para alguém como tu.
Agora que tu hás estou certo disso,
e o que o velho escreveu, porque era assim que me via,
sei que estava correctamente endereçado.

I am sorry for not writing but lately i've been happy, or til the the day we met.

I

O seu nome era o mesmo
que o mestre c'os dedos respirava,
por uma caligrafia
que quanto mais contava,
mais era tremida.

II

Surgia; e assim se quisesse
poderia dar o texto por fechado.
Foram mais os acasos
o premeditado, se o houve,
era tão inconsciente;
como os corpos que,
automaticamente,
acabavam sempre
por se encontrar.

Nunca nos ultrapassámos,
cruzávamos os sentidos,
sempre opostos.
Ou também nos sentámos,
agora que penso,
[provável] talvez o mesmo
mesmo que por motivos distintos.

Permitia a falta de intenção
a honestidade que a intenção exige
mas que intencionalmente ninguém pratica.
Rio-me da ironia
de a nada se dar tudo;
de só o nada nos conhecer.

Existisse algo mais então,
que teríamos hoje para escrever?


quarta-feira, março 07, 2012

I - o mote

O ás vezes precede qualquer estado
que seja humano por natureza, ou acção
que só nunca se faz por moral
ou medo artificialmente imposto.
Outros há instintivos; finge o animal
como o homem mata [outro: mente], p'ra não morrer
ou tentar, querendo ou não, dar vida.

II "outros que me tomem (...) mais que a besta sadia"

Não escondo, omito e sou parvo
ao ponto de dizer que o faço
a quem não minto.

III - O mestre escreveu a lição que não explicou ao pupilo, o último cita um livro que o primeiro não escreveu

Quem se aproximava da arca
morria de acordo com os textos;
Do que lá estava só 10 se sabiam.
Uns nazis tentara usá-la em vão
como os antigos previam.

É tudo uma questão de idade
de não viver à letra o escrito;
nada fui dito para além da lição
e poucas duram mais que uma vida.

segunda-feira, março 05, 2012

(sem título)

De nada me serve empilhar ou dispôr lado a lado fragmentos de algo que imagino não existir mas que creio poder criar. As coisas são como são; desde há muito que não dormia a sesta necessária ao ordenar de momentos e que, dada a ordem, implica uma maior consciência de tudo.

Ando triste faz já algum tempo. Tenho a certeza que há mais de dois ou três anos me preenche este sentimento em quase tudo o que me rodeia; não como antes na minha fase ainda mais pueril, essa tristeza baseava-se na insuficiência de não cumprir com aquilo que era esperado de mim, tanto do meu como do patamar de outros. O que me consome neste período de tempo é o fracasso e a descoberta que pouco ou muito pouco depende inteiramente de nós. Entre os dois períodos o factor determinante da mudança passou por eu ter agido em função de algo em que eu acreditava, não o que me era ditado, tanto pelo mundo como por aqueles que me criaram.

O passado era fácil de cumprir. Nada me importava mas tinha o brio, o respeito e a capacidade suficiente para alcançar todas as metas que nunca, insisto no facto de me terem sido impostas, escolhi transpôr. Tudo me surgia de uma forma tão simples e natural como a chuva contraditória ao último boletim meteorológico.

Hoje pergunto-me o que fiz por mim? O que construí para além de um armário do IKEA? Sou um cobarde com medo de fazer a minha mãe chorar e de lidar com mais um erro que nunca ninguém me disse que eu poderia algum dia cometer. Não escrevo sem pedir aprovação, não pinto sem alguém opinar primeiro e, só para ter uma justificação para a falta de qualquer elemento ou falha de construção, crio de rasgo, não corrijo e evito a criação sóbria para puerilmente diluír e limitar a capacidade e consequentemente a crítica. Nem eu me conheço e apesar do meu tempo ser raramente dedicado a mim quem o tem não tem a mínima ideia do que sou; confundem os pequenos gestos de carinho que eu dou, só porque espero e preciso de os receber de volta, com algo que se calhar nem uma vez dei. Não fui ensinado a querer ou a gostar de algo que de mim partisse e quem assim me formatou vê-me à imagem de um ídolo qualquer que, apesar de não existir, até lhes dita como eu estou de acordo com o grau do meu afastamento ou encaixe - até se me calço de uma maneira distinta parece que o mundo se lhes acaba. Começasse o meu.

A última frase não me sai da cabeça. Consciente de que tudo o que acreditei partir da minha vontade ter desmoronado assola-me ainda mais o medo de agir e de ser eu próprio. Era tudo mais fácil quando vivia em função do que devia, o erro não importava, o fracasso não podia existir quando a importância é limitada, faz-se; e fazendo por fazer o que surge é o que surge e não se julga. Errei desde a primeira vez que fui contra o que eu acreditava por não querer acreditar que aquilo em que acreditei era uma pequena ilusão que somente ganhava forma em pequenas alturas por entre os dias em que só ilusão era. Errei quando me deixei levar por uma preocupação parva e um excesso de educação e príncipios que só se traduziu no anular das minhas vontades. Errei quando disse que não a quem queria na merda de uma travessa da bica por que outra precisava de mim, e o erro ganhou forma 1 hora depois. errei, errei, errei...

E agora que penso nesta merda toda sinto-me mais aliviado. Parece que sou mais eu eu próprio, sinto-me como quando eu me dei mesmo que para o canto errado. Cresci talvez um pouco.

domingo, março 04, 2012

A triste ou alegre conclusão no eu. no ego que cêntrico só é na conversa.

Acho que até à principal nunca lutei, no sentido básico de me ter esforçado, por nenhuma mulher. Tudo se resumia a uma consciência esforçada ou óbvia do seu interesse ou numa bebedeira que, promovendo uma uma noite, permitiria muitas outras independentemente do interesse e quase sempre por limitação judaico-betinha-cristã. Depois dela só mais uma surgiu na falta do espirituoso carácter incosequente.

Disse-me a senhora que me vê colorido e para além do espaço e do tempo que fosse com sincero, com a última, só tinha sido com a outra. De nada me serviu. Creio que nunca fui atrás do meu ego, ele limita-me, nem sequer tem força para expôr sem consentimento ou tolerância de outrém o que sente mesmo que tenha bebido 3 cariocas de limão.

Nunca tive ou fiz o que quis para além do primeiro acto.

un otro.

Quando são para ti não
preciso de os endereçar
tal como as cedências,
aquelas a que te acostumaste,
nunca foram justificas.
Mas o tempo passa lentamente
mesmo que cada vez mais rápido
até ao instantâneo dormir,
sempre mais pesado que antes
mesmo que o sangue só esteja em nós.

Tenho saudades do teu riso
o sincero que a Vozone
ainda ontem disse que viu
justificava o que tínhamos
dizia ela, a primeira que soube de nós
"sempre vos defendi, sempre"
erao bom que vinhaem defesa
sempre era ele que se impunha.

Cresci ao ponto de partir
da casa a que de modo particular
particularmente excessivo
insisto no excesso,me
acolhia entre horas de farda.
Corrijo tu é que te foste.
Depois de ter expulsado
mas insisto na saudade
na saudade do teu sorriso
agora que te contentas com menos
só para te sentires segura
longe da casa que te fez
ummonstro triste de carapaça
a que vive numa farsa
que por gosto deu forma
a estes meus membros tristes
aqueles que viste tantasvezes
em volta nunca por ataque
mas só para darem o que queriam
receber mesmo que lhes desses contrário.
e dou menos do que alguma vez
tiveste a qualquer hora do dia
Contentam-se querem mais são
felizes enquanto os teêm,
mas não veêm as [] que tinha
a vontade de voltar a uma casa
por maisque seja feliz que a que
fizemos nós dois tão estúpida.

O que é que fizemos de errado?
Não são quecas que me fodem
não é ver-te noutro lado
é a falta de verdade porra
São as pernas que exigem
a mesma dança que os braços
um cheiro que é o mesmo
o medo de não servir,
a vontade de fazer mais
a infantilidade de querer
dar um murtal do ferro
mais alto do parque infantil.

Já voltei a tantos sítios nossos
obrigado pela lógica de desfazer
o aparente pouco que construímos
e de que me serve? e a elas?
que me sabe a []
a merda da açorda que por ti
só por ti não por elas
a santíssima trindade que te assusta
comi até ao final e repeti.
Merda, porra merda puta de vida
Tinha mais lógica,
mais de história,
esta merda puta de vida
quando lógica não havia
Simplesmente.

Os anjos, agora que o demónio se foi, esses são os que mais importam

I - O começo

Creio que seim pensarem muito
sobre o assunto em questão,
acredtaram, falhando no motivo,
que aquela pequena televisão,
ITT de nome e comando memorável
me iria acalmar o sono.

Era na SIC que dava
a mítica salada de frutas
Que mulheres ceramente não indigenas
usavam para cobrias as maminhas
que eu vuia sem qualquer saturação.
Explica agora a minha
irmã ao seu irmão mais velho
queeu o fazia para não dar
estupidamente nas vistas.
O meu pai nunca foi conservador
simplesmente era um sedutor
e o caminho onanista é egoísta.
"egoísta tu não sejas tu não sejas!!!
assim não deves mesmo ser meu filho"

Nunca me apanhou mas também,
não terminou em certo o resultado,
Também falhou na futurologia,
(talvez por isso eu seja consultor)
creio que nunca fui egoista
tornei-me foi num grande
grandessíssimo egocênctrico
habituado que estava ater
a culpa
por mais idiota que fosse
de quase
senão
mesmo tudo.

II

Quando talvez por erro ou não
passou p'las 10 filmes da playboy
um dos quais mostrava uma verruga
partilhada p'los habitantes
de um condado percebi
que foder era assim
muito pouco complicado.

Tinham todos no rabo
A marca do conde.
"Sê alguém que onde
és tu que dizes ser o teu buraco"

III

A internet trouxe ao compasso
da largura de banda mais emoções
Tudo começou com más canções
Tudo acabou com loiras
muito muito boazonas
A levar violentamente no rabo

IV - A escolha

Primeiro foram as loiras
Depois as mais românticas
depois as que a peida
sempre tinham preenchida
depois por viver a vida
clickarmos até a nhanha
surgir.
por uma ou mais que se estão
realmente e por contracção
tão bem a se vir.

quinta-feira, março 01, 2012

no móvel ontem.

N me f@lh@ndo @s cont@s,
Hoje j@ poderi@ ter tido
Um filho ou um@ filh@
Num berco vigi@do
Por um@ divind@de.

I'm@gino como seri@
Ou @m cd um deles
Que teri@m de cd um
De nos rep@rtidos,
M@s plenos no bom
Excessiv@mente d@do.

So um nome er@ certo,
o que deveri@ ter sido
teu.

segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Mah Joh Phe nho - ou: vou passar a pedir o 78

I

Tem algo de restaurante chinês
a vida, exige que arrisquemos
para encher a barriga de um modo
que não estejamos fartos.








sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Turquia - num bar chamado kiki Aniversários

Caríssima,

Só escrevi no meu, no teu, e
quando houve o nosso.
Desta vez não te dei algo,
para além do silêncio orgulhoso
desfeito por idas À rua ingreme
disfarçado com o premir da campaínha.
não te dei nada e não por te saber longe
só ao me pai lhe guardei isto
só a ele perdoei tudo.
De entre o nada, o vazio que me deu.

Odeio perdoar-te tudo
querer tudo quando nada
por pensar só isso mereces.

É o mesmo que antes o mesmo
e antes só procurava razões para te amar
amando-te no fim.
Agora que procuro o inverso
que peço para te ires de mim,
carrego-te nos meus ombros
com o peso de lá não estares.
Ponho o orgulho de lado
e é só lá que te quero
Como se filha pródiga fosses de mim.

Tivesse aberto a porta
posto os caralhos de lado
entrado para te dar mais que um beijo
e shots de uma tequilla tua
como sempre bebida à pressa.

Que mais nos resta que o medo
que a vontade de sermos mais
julgando nunca servir o que temos?

Foi só por isso que nos vimos
Antes de haver futuro éramos.

[]-te mas, p'lo de há pouco,
não to digo.

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

Turquia - a mensagem

As ruas não têm passadeiras,
as pessoas vão e atravessam
se querem ir para outro lado.
Há um respeito implícito na
travagem a acontecer provavelmente
mais vezes que um atropelamento
na rua que o iria julgar.

P'lo poder do tablóide,
Sabem-se as coisas
e p'las coisas se age. (a soar a ladaínha católica)

Definidos por por poucos
algo haver são pequenos
os mundos e reduzidas
as pontes ou portas. (técnico o tom)

Mas sou eu quem consideram
Brave (técnino) por conversas
que se tivesse partilhado
e fosse daqui fariam um chinfrim (velha de aldeia)
nas publicações supracitadas (técnico outra vez mas cantante).
Felizmente não sou e a diferença
de heranças culturais,
de viajar sem cruzes na bagagem
de evitar o excesso de peso,
de viver com o apedrejamento
Parece dão ao chentimento (velha da aldeia)
Exagerado, passional, contraditório
capaz de cortar cabeças
de esventrar por ele próprio
um maior entendimento.

Parece que sinto agora,
que já corri por um sonho.
Ou até talvez mais que um.
Uhm!
mas ainda desenho monstros! (infantil)




terça-feira, fevereiro 14, 2012

Turquia - o ronron de ronha

Olhava pelo vidro tão limpo
que parecia não existir.
O do meio, o que não se movia
os dois do lado estavam mais
por limpar de menos cinzentos.

Tinha ténis mais infantis que o costume
roía as unhas ou a pele dos dedos
o seu gorrinho de inverno no braço
do sofá onde dormia e agora
repousava tão infantilmente.

"Se era para terem demorado tanto
tempo podiam ter-me avisado,
só teria acordado há 20 minutos"

Afagava o cão com um inglês
quase que provocante.
voltando a cruzar as pernas
e a enroscar-se como um bébé.

Ela arranjava-se, e ele queixava-se
"Estás com aquele ar perverso
de quem pensa o inverso".
Pensasse. A estas horas observo.

Turquia - Acordar cedo em istanbul

Só a almofada carrega parte
do rosto que ontem sei
ter visto por momentos.
A luzentra por um ângulo,
até agora estranho. As horas
em casa seriam de adormecer
com ou sem aditivos modernos
ou simplesmente humanos.

Só o lençol ganhou a cor
que ao longo do pouco dormido,
perdemos. Qualquer sonho
está mais perto do agora,
que qualquer grito do antes.

É tão cedo que estranho,
a luz que fica mais intensa.
Já não estou habituado
a isto que chamam de dia
esta coisa de toda a gente.
Até fico com alergia nos olhos
daquela que precisa de corticóides.
eu estou mal habituado
até vejo no escuro.

"na noite ha a luz" diz o texto,
só sabe quem nela está acordado.



Turquia - a ressaca

nem o lubrificante ajuda
a aceitar merdas embora
nos aproxime com menor esforço.
São poucas as cordas que apertam
o pescoço com menos dó
que as palaras que soltou
com a gratidão da honestidade.

Há merdas que não temos
não temos mesmo de ouvir
por mais que nos aliviem
a consciência a ser no futuro.

e mais um fumo emprestado
pelo dinheiro que troquei
por uma serventia necssária
quase tão certa como um pagamento.
O tempo faz-nos aceitar rapaz
mais ou menos do mesmo
cria os vícios que tens de pagar
para alimentar ou saciar
numa base se recorrente doentia.
O homem tem medo
do que se repete dia após dia
tem medo da permanência
da certeza de uma foda
só por sorte exprimentalmente
baseada no visto sentido melhor.
Tem receio da rotina
de acordar todos os dias
com o bafo que sabe comum
depois de tomar um de X
Y de outra merda qualquer
Z de nenhuma coisa
TETA de coisa alguma.
Assusta-se com o orgasamo
presditigiado pelo arfar F
com a pele arrepiada por R
com o que por A implica B

E riem-se sossegados num quarto tão triste
Com o computador ao colo contando mentiras
mostrando referências sonhadas com mau gosto
tão melhores quanto mais têm, suco de laranja
ananãs maracujá goiaba imanjá e um pouco de acerola
cereais dietéticos. dos que ajudam a expulsar, uma criada
de traje à antiga e um nó de gravata, laranja por falta de gosto,
tão forte e grande que até a Sagres amarra a um porto.

E agora sorriem que já não veêm maldade.
o tradutor do google está meio lento
e o significado que dá não traduz porno
de mau gosto e por isso decente.

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Estes gajao é que comem gajas boas

Gajas boas?
umas pindéricas.
Gajas que querem foder alternativos
terem experiências
para depois acabarem lésbicas
ou mães-solteiras aos quarennta
Uma tristeza de vida.
Mas daquelas tristezas que insistem
como potassa sobre um metal sujo
corrrói corrói sem ser acido
é tão básico que leva tudo à frente
Fode lá o "arstita alternativo"
Fode para aprenderes o que não é bom
e estranhares quando bem
levares
nessa tua coninha
Caso não tenhas medo ficarei feliz por ti,
estou certo que só te magoará
a barriguinha estremecer
não de uma duas ou três
o teu útero se contrair.
Vai lá pequenina
vai ter com o tue grande senhor
doutor das barbas grandes das modas
que por enquanto manda umas fodas
a gajas e não gajos rabetas
por que o senhor que o inspira
um americano que faz o que ele faz há mais de 20 anos
ainda não levou no cú!!!!

Tu tu tu tututututututu é uma expressão individualista
exige um bocadinho de auto conhecimento
de capacidade de flagelamento
de consciência
duvido que qualquer um destes senhores o atinja
e agora, só para rimar, para isto não ficar monótono
Mas duvido que consiga
pensar é coisa de quem é.

"1 + 1 é igual a dois
um por um é um"
A dos sete é que é difíicil
até aos seis conseguem tê-lo vezes 3
na boa
mas mesmo assim bué na bua
e mais não digo porque já é obviamente satânico.

O jardim botânico
era ocupado
pelo meu amigo que prendado
seduzia sem sequer beber.

Pois hoje não fui como ele
olhei para um jardim de betão
e levado por uma necessidade
quase egocêntrica de emoção
fiquei com o meu coração
embutido numa cidade.

(foi fácil ahn irmão
ele é um cara maravilhoso
o beija flor é o simbolo
é coisa de chegar ao coração
Ele ensina o perdão
ela dá à mão à vitima hindu
Até o hindu vai à sua celebração
não é mentira não
é verdade

Não é mentira não (cantado)
é verdade.

O rio ganges passaca pela terra onde eles iam ter
ninguém morria po aquelas bandas
por isso ninguém era atirado ao rio santo
a água que se bebia era pura para xúxú
Faia bem à pele e ao corpo que o ingeria
porque era pura como já disse.

O que mais incomodava
para não dizer surpreendia
no seu guru, um psicológo treinado
não eram as suas palavras
era a presença.

II

São horas de ir dormir Ays(com cedilha)e gül.

domingo, fevereiro 12, 2012

Istanbul take 2 - não importa a qualidade

I - Rondon

Tinha medo que ele sentisse
demasiado o frio que nos rodeava.
Veio com a promessa de uma calma
que inconscientemente promovia,
por só tisanas e nada mais beber.

II - Perksoy e Bebek

O bairro era mais simples que o outro,
não havia serventia artisticamente paga
E o carro era alugado por momentos
sem saber o nome de cada um dos motoristas.

Confirmo a tristeza comum no que me envolve,
nos olhos do que só por nome tem uma cara feliz.
Só se lembra um corpo do que sentiu
Só se há de lembrar do que a cabeça permite
O alcoól desinibe mas limita a memória.

O seu andar pesava independentemente
da griffe do par que calçava e marcava
até quem a marcha solene só ouvia.
"Vem guerreiro vem até aqui"
glorificando-se a conquista
esquecendo-se o pelejado
o embrutecido pelas camadas
de merda que nas campanhas
se foram acumulando.

Não há remédio ou cantar estranho
feitiço que tire o peso
karamba mukekas já não servem
e mijar p'ras mãos só serve p'ras frieiras.

custa a dormir por falta de embalo
ainda mais custa se não for o certo.
Deita-te e queima o que bebeste
o que comeste em tragos instintivos.
Não tenhas medo só os cães é que mordem,
e as matilhas daqui ou dali
não sabem abrir portas.

A cor aos poucos há-de surgir,
está escuro não procures ver.
Sente aos poucos, vê que se arfa
o laranja que é distinto.
Percorre o verde do momento,
que Alguém obriga a ser vitalício.

Mas tens medo, percebo-o
nos gestos que pedem sempre mais
quando o suficiente está à porta.

Se forem pós ácidos que vão.
p'ro caralho se vai tudo.
Não preciso de merdas que atinjo
por um equilíbrio disciplinado,
mais que gratuito poupado,
que custa por esforço a atingir.

Apetece-me ir embora.
Já destruido está o templo.
Não quero ouvir idiotas,
cançoes cantadas por memória
imposta por falta de vivência.

Sinto-me agora estranho
ouço as vozoes de longe
o meu corpo estremece
assustado, do medo
quem sabe extrai o motivo.
Sei qual é "the hippies are here
hte gays are there"
the idiots sit in front
of me, e eu não sei porque
e fico irritado, irritadiço
impossibilitado p'las palavras
restam-me os sons.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
GHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHh
CHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH-


(snif)
If
if
if
SNIFFFFFFFFFFFFFFfffff
IF
IF i was a rich man
la la la la la la la la la

Não
não serve
mulher
Tem de ser outra coisa

IFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFffffff
snif
if
if
I was an happy man
i would not fucking tolerate this shit
i would only eat
the simple things i want to order
ORDER in the room
Bring the broom and wash away
this
Shit.

Deus existe nas pessoas
O demónio consome-as
A luz aparente é o que chama os fracos
Os pedaços que restam refractem
o verdadeiro que se esqueceu.
O incauto bebe o que lhe é dado
sem cheirar o copo
a água não tem cheiro
a decente é inócua.
a vírgula a mais
o ponto a menos
faz tão pequeno o ser
ser.
deturpa a verdade.
até a mais pura.

A cura só se dá a quem quer.

III - Hiato conclusão de um dia.

Olhou-a nos olhos impressos
depois de os ter visto ao vivo
disse o mesmo "crazy eyes".
Elas conhecem-se é o que sei
agora que sou mais crescido.

É o fado como o que toca-
falam de poemas.
Só se sente o fatalmente dado.



sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Este sai directo no computador. O número não importa.


Escrevo. Começo lentamente com as técnicas de meditação que me foram ensinadas por um guru que, apesar de meio duvidoso, aparentava ter certeza nas suas palavras. Penso. Penso ainda e isso não serve o propósito inicial de este acto aparentemente criativo; corrijo-me, ainda não referi a intenção de escrever agora, quero escrever algo que parta de mim sem controle.

Primeiro. Inspiro. Segundo Expiro. Até o cardinal que achar necessário e, assegurando-me que aos pares ficará sempre a responsabilidade da expiração, espero que assim entre num transe qualquer que o cansaço e a limitação oxigenadora da gravata só deverão potenciar.

Continuo. Continuo. Continuo. Fecho os olhos de súbto e começo a deixar-me ir...

I

Já não está ninguem no escritório de este subúrbio triste de Madrid. Para além da minha engravatada pessoa só o imigrante Marroquino, isolado na sua cabine de controle, dá vida a este conjunto de metal om bastante mau gosto mas de renda competitiva - até se considerarmos um comparativo da europa do leste. Só ouço a ventoínha do meu computador velho e o bater dos meus dedos no seu teclado, por enquanto ainda com o receio de pressionar uma qualquer tecla errada. Ainda nao me sinto confortável com o fechar dos olhos e é por ter a consciência de esta pequena sensação pela primeira vez de hoje confirmo a minha humanidade, no sentido mais estatisticamente normal do termo.

Propomo-nos a sonhar desde cedo; a ambicionar algo que, por mais idiota que seja, acabará por guiar a nossa vida desde a mais pequena manifestação de consciência humana. De que nos serve isso para além de nos assustar e reprimir? Estou a escrever e tenho medo de errar, mas a ideia estará sempre certa, o receio vm sempre da aprovação do mundo da aprovação pessoal face o alcançar de objectivos bacocos que muitas vezes esquecemos que sonhámos por entre cabeçadas que acabamos por mandar contra paredes que muitas vezes nao sao paredes são pessoas mas que por tamb´m não se moverem tanto no plano lógico como físico acabam sempre por não ser mais que paredes.

Quanto me custa manter os olhos cerrados. *arece qie as cpmcçisões ão vão ser as mesmas se não conseguir decifrar aquilo que ponho no papel. Mas o meu cérebro é tão rápido a minha vontade de expurgar algo que ainda não sei bem de que se trata porque o método parece ainda ser insuficiente é tanta que acabo por ter esbarrar no controle que, apesar de garantir um texto legíbel, me sufoca o génio desde o momento do seu nascimento porra. Quero ter a certeza quero tê-la, mas por que raio não me basta pensá-la e exijo que a leitura futura seja garantida? Sou um idiota é o que sou. Fico-me no intermédio do mal pontuado e do underachievement.

O que me vale é o meu trabalho que tanto insultei por tanto tempo. Acabo por sr capaz de escrever quase tão bem como um estenógrafo de tribunal. Até abro os olhos quando sinto que falhei uma tecla só para confirmar que sim.... Trabalhasse com um piano com um instrumento e desse continuação melódica ao meu sentir já que parece que tenho medo das palabras.

Estou sózinho. Só ouço o som do meu computador e as teclas que cada vez mais rápidas são batidas. Vale-mea luz, a electricidade que outros mais modernos que eu tãnto aplaudiram. Certezas não dão gozo ao ser consumidor . Máquinas fazem parte de uma máquina que eles nem querem conhecer para aém das formas e sorrisos tamão falsos que lhes sã presenteados na televisão que só um aFricano hoje poderá olhar com espanto. Ninguém quer saber do que lhe é dado de graça, do que encontra ao virar de uma esquina. MAs será que é daí que vem a ambição, de se ver para além do nosso do que temods de olharmos para o vizinho? Se sim é uma merda se sim é feio se sim é estupidamente estúpido.

O que ambicionei meu Deus? o que quis para mim? Tudo me foi imposto por medo bruto e histórico. Sim tenho consciência de tudo, sim tenho, mas de que me serve porra? Nem sei onde quero estar daqui a 5 min cquanto mais no final de uma vida. só o trabalho me dita horas, locais e rotinas; é só nele que tanto odiava que encontro um qualquer equilíbrio e como me magoa ter esta conclusão, como me magoa a minha iditotice. Scarifiquei-me tanto, pus tanto de lado deste mundo por outro que agora, agora que estou distante, claramente vejo que me arrastoupara um estado sem equilíbrio.

Ambicionva tudo por nada, queria tudo para nada com nada e só por nada. Corri atrás de um sonho que me toldou o carácter, a razão o pouco amor que tinha por mim. Magoei-me, magoou-me mas ao fim de tudo admirei a minha coragem. Só um parvo o faria e eu não tive medo de ser parvo.

II

A pequenez de carácter é algo que só se pode conseguir de duas maneiras: a inata, que não tem cura possível nem mesmo com viagens à Índia com discursos de gurus, e a voluntária que, nalguns casos, permite retorno.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Mais não escrevo porque estou particularmente infantil.

A sobriedade dá ao cérebro uma melhor noçao de cansaço, o cérebro porém limita o acesso ao descanço de que se necessita, logicamente que dentro dos limites que cada parte possui. Se não fosse o tabaco que comprei e referi há 2 posts atrás provavelmente não teria consciência de tudo isto e, por certo, não teria escrito os 2 desabafos imberbes que antecedem este; já estaria a dormir.

Crescer tem destas coisas e, por mais simples ou óbvio que nos pareça passado alguns anos, durante o crescimento em si se só nos doer as canelas estamos com muita, mas mesmo muita, sorte. O durante é uma merda. Tenho estado sozinho neste apartamento que sempre foi habitado ou visitado por muitos que aqui pernoitavam ,ironicamente para eu não ter frio, e, à medida que me tenho dado a conhecer a mim mesmo, cada vez mais sinto a necessidade de assim estar recorrentemente. Os outros a maior parte da vez só nos distraiem de nós quer seja por euforia alegre ou triste e daí só resulta o anular do tempo que é nosso e que nunca nos será devolvido. Faço coisas independentemente da sua dimensão ou morosidade, faço sem cabeças rolarem ou demónios surgirem pelo canto do olho e durmo sem a boca saber a papel. A princípio custou mas só temos de saber deixar ir,pois, por menos natural que nos pareça abrir mão do que /queremos, o desumano é considerarmos que algo é nosso à partida principalmente quando nos limita de volta.

Há tantos menos que nos fazem ser mais, há poucos tudos mas alguns fazem de nós nadas. É uma questão de sorte e mais não escrevo porque estou particularmente infantil.

At home.

A casa parece-se aos poucos com um lar. Adquire esse estado por ser vivida, não ter vidros partidos nas molduras das paredes, as paredes estarem sem buracos e sem leite que se derramou por impulso. Falta-me a gata somente para me dar o único carinho que havia na minha direcção antigamente; também me queixo de uma forma injusta, agora os meus amigos visitam-me e partilham a casa comigo, especialmente quando está limpa e não há pó nas paredes. Já não tenho saudades - deles - tão frequentemente como antes e eles para além disso já não têm medo da minha companhia e de quem me acompanha como antes.

Pareço outro. já não vejo televisão ao Jantar.

the house is clean, the paper has to filled - no muv

Desci sozinho a bica não a buscando ou o conforto do alcoól de outrora, tinha que comprar tabaco para fumar enquanto o chá, que me iria embalar o sono, arrefece-se. Ele aproximou-se de mim, desta vez não me cuspindo na cara, exigindo a compreensão pela vez que me cuspira.

A conversa não me agradou e foi-se tornando cada vez mais pesada ao mesmo tempo que chá ia arrefecendo e se bebia cada vez melhor e por tragos cada vez mais vigorosos. Chamava-se Rodrigo, apanhei eu no meio das suas palavras embriagadas, tinha estado em África com ela e sabia, como muita gente que não eu, parte das estórias que a minha acabaram por mudar subitamente. Refugiava-se num olhar assustado que me assustou pelo nojo que o meu subconsciente transmitiu a mais que uma parte do meu corpo. Tivesse cuspido, teria um motivo óbvio, explicável, para assim estar e, como da outra vez, ele não teria fugido. Fugiu e eu nem iria pôr um TU na questão que rapidamente deixou de ter QUEM. Só me vem a cabeça que pesa o QUANTOS que com cada I (romano) me alivia, estranhamente, o espírito.

quarta-feira, janeiro 11, 2012

My own, now truly mine, housecleaning (III)

I.a.

Piso as escadas,
vejo de mais alto mas desço
canso-me aos poucos a caminhar
Levassem p'ro céu,
fossem lá dar;
nõ para
n vou lá chegar.
Canso-me mas p'ra lá não caminho.
Tudo oque faço é inceroto
e não sou levado p'lo vento
que as minhas pernas nao empurram.

I.b

Quem melhor me conhece
por timidez.
é quem menos me responde.
E, quando o faz,
leva-me a lado nenhum.

I.c

Dá-me lídia a mão que recusei
por pensamento só em mim centrado
dá-me a mão mas afaga-me o resto
sente o peso de novo dos meus actos
sente-o em mim.

Estás rubra mas não como antes ficavas,
o tempo sedimentou o que nos cobre
tudo aquilo que sentiste também vincou
esta máscara que já não reconheceste
só do outro te lembravas.

Olha o rio que tão diferente etá
mas que ainda guarda o seu nome desconhecido
Lembras-te? foi aqui que nos separámos
que por medo quis fugir de ti e me esqueci,
Lembro-me agora.

I.c

Cala-te cabeça descontrolada
Cessa já de pensar
Qto mais pensas mais eu de ti quero
e eu não t quero falar
Cala-te
Dá o espaço que tu tiras
coça-te mas longe
trazes sangue
estou cansado ao ponto
de chegar a versar de ti.

I.d.

As ondas batem na areia,
deixam na costa o que
dela tavez levaram
as ondas deixam de ser ondas
quando na costa batem.
trazem também o que marcado
folhas incertas que no fundo
têm sentido,
corpos mortos decompostos
pelo bater que não larga.
Sente-se na praia sujo
cheiro a mar que vem de longe
e sinto a sua chegada
estou sozinho e conspurco-me
faço-o sem me molhar.

I.e

Gostava de ser capaz de escreves odes vastas como o mestre e que dessa forma me explansasse em páginas que, por estarem cobertas de mim, fossem eu. Tivesse uma personalidade ou um pretexto para o fazer já que jeito me falta na poesia que, por ser feita sem jeito, nunca passa de linhas riscadas e não vincadas de sentimentos que or vezes senti. Fosse diferente, olho para a montra e inspiro-me.

II

Levaste-me comigo p'ra outro mundo,
Saímos do casulo. Adeus céu!
Entrámos e em seguida veio o escuro.
Há quanto tempo é que ele fora teu?

O pano ergueu-se mas não vi o muro,
mister caleidoscópico iludia.
Visionário idiota, eu no fundo
via tudo o que nunca te diria.

Ás vezes despertava p'ra te ver,
Tu concentrada separavas vias
Ah era em ti que agora me perdia.

Nada mais do que tinha queria ter
Sem querer c'o sorriso cativaste.
era e não sou o que fui já domaste

III (canções).a

A minha irmã Raquel
uma vez com o garfo
não teve cuidado
Quase que me pões zarolha

III (canções).b

Dá-me um motivo
p'ra me ir de ver
as conta q'eram tres
contigo não se aplicam.

Duvido que existam
mais casos como este
parece que deus fez-te
à margem de regras quaisquer

São só mulheres (voz esganiçada)
Diz alguém sobre ti
Acumula-se a dor
mas não chega o fim.

Que não sejas como foste p'ra mim
que sejas como eu não quis
como eras quando me olhaste
como eras quando me deixaste


III (canções).c

Se o menino jesus descer à terra
vai ficar assustado
a cruz onde foi pregado
está espalhada por todo o lado

IV

Não gostava de ter asas neste instante
e sempre, sempre as quis ter
a minha queda seria mais um fracasso
que a idade por qualquer motivo
ainda não permite.
Assim o mundo aponta o dedo a quem
não usa o que o fado lhe deu.
S cair, se se partir por completo
o recepiente que contém o que
transborda neste maço
foi só porque assim quis.
Quem compreendo o que se quer?
Tivesse asas, tivesse asas afinal.
Voasse p'ra bem longe daqui
não as tenho e só por isso
caio depois de saltar
como tantas outras vezes caí
não me despeço
porque não posso partir.

My own, now truly mine, housecleaning (II)

I

Dá o tempo chuva como se água faltasse para beber,
ninguém liga nos seus passos
acelerados quando o tempo é mínimo.
Passa um lá em baixo que a maioria já nem pega,
quem à frente vai passa gozando por não nos ter escolhido
e espero e espero num ritmo cada vez mais taquicárdico.
Ah o peito dói sem o alívio das pernas.

Até que outra chega e relaxa o corpo por 2 metros.
mesmo estando cineticamente apertado
mas também que interessa? por pouco sentir
saio a seguir, lá fatalmente hei-de esperar de novo.

II

Compõe-se um texto de parte, de nada, ou de uma mistura dos dois, resultando ambos do nosso dia-a-dia. Quer se queira quer não o sujeito não se liberta do que o liga ao mundo e, se escreve, só o faz para se alhear dele ou, em alguns casos, para o reverso. Partilha a sua opinião, o seu estilo, o seu processo de sentir por mais "inverdadeiro" que seja. Quem opina sente o mundo, quem [ ] também quem sente é humano, logo parte de um mundo não só dele.

III

Por vezes penso seriamente nos meus amigos. A amizade tem muito que se lhe diga, e quando nela falo façoõ só depois de adornar o meu raciocínio de umas [ ] que induza o riso nos outros, que não os meus amigos porque soletro (sim faço-o desta forma para não perder pormenores) situações deveras hilariantes.

Claro que nem todos são hilariantes, claro que nem todos são ridículas, claro que há casos em que é mais evidente. P-E-D-R-O; peço desculpa, escrevendo é mais ridículo o que se escreve do que aquilo de que se escreve sobre.

Recomeçando. Não fode, é triste é gordo mas não feio, desprezado mais por ele do que p'lo mundo, não fuma cigarros mas fuma charros porque fazem esquecer. O que é mau, melhor péssimo. O rapaz já nem sabe o que é a luz, o que é real ou não. Ele até parece não ser de cá e cá é o mundo. Fala, fala fala mas não vive. Quado digo que vou deixar de fumar sou como ele.

IV.a

Dá-me um cigarro lídia,
Mais não quero neste instante
dá-me, fumo-o e vais-te
Acalma-me que me enfureceste.

Tenho um vício, sei-o
não o nego, não sou fraco
Dá-me outro, quero mais
A fúria suplante a calma.

Pouco a pouco acumula-se
nos pulmões cinzentos a mente branda,
e á volta do corpo o manto
não é espesso eu te vejo.

mas quero esquecer e mais te peço,
do que ingrata, inocente me o'freces
desse maço com fim certo
e mais próximo do que o meu é.

IV.b

A névoa crescia no quarto
com o ofegar de sentimentos
ninguém falava de compromisso.

IV.c

Como dizia o sinal em mim
Puxa
Tenho regras absurdas
e tu sabes
mesmo que já não te importe.

Sorte?
Quem não a teve afinal nestes dias incertos?
Restos que comemos com a humanidade que nos falta-
E penso mais um segundo que se soma em instantes
e estes quando passam fazem-no em horas
Dias, meses até serem histórias.

Partimos deixando só parte de nós.
Empurra
Empurra
e nada mais te peço.
Vem ter comigo afastando o que sou.
E muda, muda, muda tudo
deixa-a ir, a ideia que me define.

IV.d

Integrar,
assumir em nós
tudo aquilo que se ache certo
ou não.

Deixar.
perder o que somos no tempo
Fumar,
sugar o cigarro.
Passo a passo
Deixar de ser.

IV.e

Perdemos o significado num filtro
numa beata que arde sozinha
ou entre arte que já ardeu ou arde.
Usamo-nos
levamo-nos ao limite do que somes
sempre em nós talvez entre outros
pequenos voos que aliviam o peso da terra

Esperamos
com a certeza que é certa
na incerta certeza de que vai chegar.

IV.f

Santo é quem não é mártir,
humilde é quem é santo
vamos de quebranto
somos a nossa graça.

nada é o que não é tudo
e tudo mais por vezes é nada
não fica o santo fica a marca
sem tudo a marca é nada.

V

A tristeza que cresce
cada dia que passa
A minha vida tece
tornando-a farsa

Finjo sentir alegria
Num mundo de dor
Finjo que quero a vida
Quando lhe sinto rancor.

VI.a

Fosse a escrita a lápis de carvão tão fácil como afiá-lo com este afia comprido, e creio que a um preço bastante competitivo, num bazar chinês. É natural é óbvio o mover do pulso que segura o lápis e a firmeza do que suporta o objecto, neste caso, de plástico.

Quando escrevo, independentemente do que uso para o fazer, tenho de pensar de forma que a mão reflicta com linhas traçadas de um modo, por vezes, decifrável o que penso. Penso, não sai de mim como quando preparo o carvão, um lápis tem mais essência que a página que escreve.

O senhor padre e por vezes meritíssimo juiz daquela localidade que, mesmo sendo beirã, não se sabe ser alta ou baixa, estava surpreso com a atitude de seu sobrinho. Ao contrário do seu tio joão nunca se mostrou ser um homem de fé e embora julgue no seu ser, acabava por ser só julgado na vida; como sabe quem tem olho observador, naquele tipo de vila nós só somos parte dela e , tal como a mão do sóbrio sobe sempre onde está o nariz, "o senhor padre", por ser a cabeça, ainda sabia mais e, quem não se comportava de acordo com o seu juízo, tal como como o corpo dói na parte que, por excesso, de zelo ou virtude, se magoou, recebia um castigo que podia ir de um rosário, até à santa, que, por ser ela a dar, é melhor.

VI.b

O túnel branco era o mesmo de sempre tendo só o azulejo, ou lá o que aquilo fosse, ganho uma sujidade estranha desde a primeira vez que aqui estive. Mais um ia, mais gente a seguir em frete e como sempre, sempre no mesmo sentido.

Minto, não é só a sujidade que mudou, já havia e crescreu , é mais correcto; acrescentaram-se sinais que proíbem o fumo individual e, para piorar a coisa, instalou-se um sistema audiovisual que, se em termos visuais às vezes surpreende, emu ainda só tive vontade de queimar naquele sinal vermelho com um cigrro acesso cortado numa proporção que não adivinho no interior de um círculo que não é círculo é uma coroa.

Merda.

Hoje foi um dia diferente. Se chorasse de riso com a música de fugitivo que sendo doce ou não só me dá gula quando a barriga não está cheia. A musica que se seguiu, um solo de piano tocado e cantado por cima por um triste homem provavelmente encornaca ou que assim quer parece por uma questão de Marketing, fez-me chorar por outro motivo. Tdos à minha volta estava envoltos por uma triste que, embora fosse própria, era humana, O preto com o seu andar de bairro e calças que, como as minhas, caíam embora por vontade própria; a mãe adolescente ou que nesse estado conhecera a maternidade; a gestora ao fundo que confundi sempre comalguém que conheço. Obeservava depois olhando p'ro tecto do túnel em que me encerrava percebi, no relexo que não via, que a tristeza que percebe mesmo que deles era minha.

Não podia fazer nada. Seguia as palavras que tentava compreender em vão cantadas por algúem mas que não sabendo sabia serem tristes. Até que o metro chegou; deixei de ouvir. Entrei e fui carregando o de todos, o que só foi mas em mim.

VII

Passam os dias lentamente,
é de manhã quase hora de ir dormir
E ela um pouco mais longe de mim.

O horizonte nunca é o mesmo.
As nuvens por mais iguais que sejam não são as mesmas.
Por mais que carregue um nome
ele morre e trago aquilo em que ele não diferiu.

Fumo talvez o meu último cigarro
Talvez o primeiro de uma dia que p'ra outros começa.
Têm pressa mas rua ainda nada se ouve.

Pouco-a-pouco o sol ergue-se.
Apagam-se o mínimos ainda acessos
A nau há-de ir, a mulher há-de acordar
há-de haver o dia em que não desperte.

VIII

Seis da manhã quase a chegar a casa,
Certo com as horas por cada beata
que no cinzeiro eu já acumulei
Pelo que na noite eu de mim deixei.
Entre copos [] e merdas desnecessárias
sempre achando que o corpo não pára
As palavras que larguei que entretanto esqueci
que de um só trago eu ergui.

Ironia, como o resto só se perde em mim
Ironia como o resto só se perde em mim.

Seis da manhã estou mesmo a chegar
espero que o papá não notar
carrego no botão ou não para abrir o portão
n n n n n n n n n n n n n n n
que faço agora?
Daqui a nada já são horas.

IX

triste sim triste é como me vejo
por que é que será que nunca tenho
coragem para aquilo que quero
um dia me aproximo, desespero.

X.a

Inegável o meu cinzento neste mundo,
neste mundo tão cheio de côr
eu destoo não contrato.

O contraste implica o que ele é
eu sou o que sou e não fico
bem ao lado do resto
por simplesmente não bem ficar.

Que não presto há quem o diga
mas o que algo vale é o homem que o diz
Tenho uma côr
o seu valor
só a mim a poucos interessa.

X.B.

Cinzentos são os outros para mim
o casal como seu chinfrim
a criança preta com o lenço branco sentada
a sua mão cuja vida passa
como a passagem ao fundo
deste trem velho mas que por novo passa.

Têm todos a sua criada,
têm todos o caminho que percorrem
Ficam mais velhos e velhos marcam
mesmo que nvos acabem por morrer

X.c.

O velho não mudou a sua expressão
da forma triste que o mundo encara
encarado pelo mundo ele é;
sua esposa honrada beata
não mexe um sorriso porque é Domingo
hoje é o dia em que ele sofreu.
ó cristo, ó eterno Deus homem,
quem te tornou por instantes divino?

O teu povo de estúpido vive sozinho,
foge com o sangue que nas mãos lhe meteste.
E a consciência
que mais que pai é mãe nos castiga
Humana mas divina relíquia
Adormecemos à noite é o mesmo.

E no dia dia em que adormecermos
fica a esperança que não mais voltes.

My own, now truly mine, housecleaning (I)

I.a - Sobre a criação do monstro

Toma tudo de mim que me abro
Toma
Não julgues que sou fraco,
Quando faz sol tu não sorris?

I.b - Sobre a recorrência

Jogas, mas jogas sempre ao mesmo
no mesmo tabuleiro que já percorrese
Com as saídas do dado cada vez mais repetitivas.
Converge, converge tudo como os número que são grandes ensinam
1 e 1 são dois só por experiência
O resto são histórias que acumulas.

Sabes onde te esconder
Tudo aquilo que ali procuras
Que mais que o mesmo esperas encontrar?
É tudo meu amigo é tudo igual
só to esforças porque sabe que gostas
mais um nome podes dar a tudo.

Um corpo é um corpo um corpo é nada
Sabes que é só por ti que sentes
quem manda é só quem percorre
quem inicia o rito tão desumano
Quem foge de si nos corpos que consome
Quem nada tem achando que tem tudo.

II

Um dia iremos lembras estes dias
com a nostalgia que desse dia será própria
Teremos então a idade que dá sentido ao guincho
ou a uma praça que à juventude nunca será alegre.

As rotinas serão previsíveis
e os passos serão dados sempre no mesmo sentido
e o que disse um corpo durará sepre o mesmo;
ficaremos cansados aos poucos de correr,
mesmo que a diferentes velocidades
na passadeira rolante que será a vida

à nossa frente a janela de um mundo
que só é nosso na parte que possuímos
naquele dia presa ao canal da memória
e pouco a pouco
pois só pouco teremos
acalmará o nosso passo
Com a mesma força com que o coração deixará de bater.

Amigos
Quantos haverá?
Mulheres
Terei alguma?
Filhos
Estarão por perto?
Onde estará a minha ama nesse instante?
quem me vai embalara tristeza
Com histórias que já há tanto tanto ouvi?
Terei sede, sede do que fui
sede como quando nesse bairro me perdia
mas dessa vez beberei sozinho
cada um tem a parte que é dele.
Mas vou-me recordar da mesa que cada um pintou
que a prima, ou a que assim é chamada, não nos vendeu.

Consumimos cada canto com o fulgor que já não teremos
com o espírito que um trapo velho não suporta
Que um charro naqueles dias permitia
Lembramo-nos, mas esquecemos,
com um programa p'ra nós de manhã.

III

A goma prende-se aos dentes,
ou às gengivas se for ocaso,
Talvez seja por isso que os pais consentem
que atéos filhos mais chatos as consumam
Ficam calados, caladinhos ninguém os ouve!

Tem de haver um motivo p'ra me darem esse doce
só por iso nunca gostei dele.

Queria era sempre dos outros
Aqueles que o papá escondia na estante lá mais em cima
Naquela de onde caíram livros por mim forçados
pisando-me a cabeça com uma semana de estudo.

Se soubesse teria dito merda,
não sabendo simplesmente chorei.
e quantas vezes não o disse e tivesse eu chorado
nada simplifica o crescimento
mais que atingir a estante antes inanlcancavel
que por agora o serem de nada já nos serve.

IV

Na rua já ninguém passa
aos poucos tudo fica deserto e frio
e a luz que há é falsa.

Sobre a folha reside a tinta que suja a mes
sob a folha estão as nódoas
e o branco lentamente ganha sentido.
o jornal cobre o lápis de cor
e é coberto por dicas semanais sem interesse
o cinzeiro ganha a cinza que saiem com um sopro
o sopro aos poucos ganha um tom cinzento
Tic-toc, tic.toc, tic-toc,
marca o relógio o compasso de existir,
avança o sono ao seu som
estou só na noite que implica afectos
estou cheio de afectos que não dou.

Daqui a nada vou-me levantar,
com cada passo vou na direcção do meu quarto
espera-me o prazera que eupróprio me submeto
tudo o que a mim só eu posso dar.

V

Jogavam matrecos os que matrecos são,
ficando as putas, não brasileiras, pelos cantos
que a dinheiro apresentam um [ ]
as brasileiras mas do outro lado do balcõ
com troca de $ a quantidades variáveis
tanto davam café como cerveja
que a preços já tabelados podem ser de difrentes cores
mulheres de tamanho reduzidos e homens talvez mais pequenos
talvez um um dia doutora desta instituiçãp
que por mais bela ou feia que seja
fica montra de uma ciência que depende da clarinista
e que considera a alquimia uma posição não tão assexuada
dão-se com vícios sem a garantia que expanda
sabendo que um dia todos a vão ouvir.

quinta-feira, dezembro 15, 2011

As camas que partilhamos por vezes nao teem mais nada que contar que os instantes que nos acolheram. Metem me medo as insignificancias que nao passam, que duram tanto quanto nos. E que custam sempre mais que o esperado.
As camas que partilhamos por vezes nao teem mais nada que contar que os instantes que nos acolheram. Metem me medo as insignificancias que nao passam, que duram tanto quanto nos. E que custam sempre mais que o esperado.

sábado, dezembro 10, 2011

Parece que não sai de mim.