Mais um. O meu primeiro. (brainwasherpt@hotmail.com)

domingo, junho 19, 2011

Lições dos quase últimos 3 anos de vida.

1º. Não ser possessivo.
2º. Não abdicar nunca daquilo que nos define por obrigação
3º. Não tratar ninguém como um coitadinho, permite recorrências e acaba por levar ao ponto dois por obrigação
4.º Ao mínimo sinal de que é necessário dois para manter uma relação seguir o ponto um e seguir cada um o seu caminho
5.º Espaço de armário só deve ser concedido pouco antes do casamento, pesa na separação quando estiver vazio
6.º Caso não se siga dois e a pessoa gostar de arremessar objectos contra ti nunca ofereças sapatos de salto alto.
7.º Quem te avisa teu amigo é, quem te avisa mais do que uma vez além de amigo tem uma paciência do caraças
8.º Nunca faças ou aceites algo que te faz sentir vergonha face os teus familiares. Torna os almoços de família pesados principalmente quando se fala de coisas que eles nem imaginam que se passaram contigo.
9.º Se algo te é escondido é porque te pode incomodar. Só deves brincar às escondidas até ao 7º ano ou com os teus filhos, feito fora desses casos é estúpido.
10.º O que tens de melhor deve ser potenciado e o que tens de pior limitado por quem te acompanha
11.º Quem te acusa de algo que não fazes nem nunca esperas fazes é porque ou o faz ou já o fez.
12.º Voltando ao sete muitas vezes os teus pais também são amigos. Sabem mais da vida do que tu nem que seja por mais terem vivido. Se o que te disseram no primeiro dia é igual ao que te repetiram no último garante que o escutas da próxima vez.
13.º O sexo pode ser secundário para uma vida em conjunto mas é essencial para diagnosticar outros problemas numa relação.
14.º Quando te trocam por alguém não te deves sentir inferiorizado mesmo que o orgulho te doa. Há quem te troque pelo que merece, há quem te troque pelo que precise e há quem seja simplesmente idiota. Nenhum deles tem a ver contigo.
15.º Pegando no doze o meu pai disse-me: " tens é de sentir que está a viver, se não vives, por mais que te custe deixa-te de merdas".

Viva o Eastwood da Silva. Interpretação Livre.

É normal que não gostem de nós por aquilo que temos de mau. É triste que não gostem de nós por algo que tenhamos de bom.

Uma pessoa mais de uma vez me criticou por tudo ser tão certo, por eu querer o bom, por querer fazer as coisas vada vez melhor. Assustava-se dizia, a minha avó deve ter orgulho, os meus filhos, caso algum dia os tenha, deverão sentir algo entre os dois.

Sobre a mentira

Basta uma para que tudo soe a falso.

quarta-feira, junho 15, 2011

+ outro

Escondemonos por entre comptadores portateis
Assentes nma responsabilidade
Quase sempre assumida
Pla necessidade estupida de comer
só nos pesa o esforço
só nos arrasta o cansaço
sentir é p'rá casa
onde maioritariamente dormimos

+ uma quadra

Há coisas que passam c'oa luz
Outras morrem num buraco
Cada um com sua cruz
De enterrar minha tou farto.

Crescer tem destas coisas.

Costumo ir a Igrejas em processo de agradecimento, raramente peço algo directamente para mim. O meu pai complementou bastante bem a noção de peditório com trabalho sempre mostrando que a segunda opção era mais realista. Porém não sou mal agradecido tudo o que tenho e sou a alguém o devo, claro que o papá me dirá sempre que tem a ver com o seu "esforço" mas do pouco que sei de genética creio que há muitos resultados específicos.

O que importa falar neste contexto é da mudança que dois dedos de testa a mais e um par de "colhões" mais à séria permitem. Passei de um dia para o outro de agradecer por ter o que hoje agradeço ter perdido, fui já não sou um menino e crescer tem destas coisas...

terça-feira, junho 14, 2011

"dá-me um para me ir de vez" com imagem

"Tanta casa sem gente, tanta gente sem casa" - graffitis em Lisboa

Irrita-me solenemente ser olhado como um cabrão quando o apetrecho me foi colocado indevidamente.

segunda-feira, junho 13, 2011

Requiem

Putras não se choram, a lágrima não as extrai. Tentemos com terebentina.

sábado, junho 04, 2011

A vida é pior que um boomerang, o que enviamos vem dez vezes mais forte. Tenta ser bom senão não aguentas.

A vida é pior que um boomerang, o que enviamos vem dez vezes mais forte. Tenta ser bom senão não aguentas. Claro que um braço forte ajuda em todo o processo mas não há ginásios para tudo o que se lança na vida e nem num templo ecuménico penso que existam Santos para tudo o que há no mundo.

sábado, maio 21, 2011

Calma.

Tens de te acalmar. Espera. De que vale a pena juntares pequenos fragmentos que nem sabes se se somam em algo que queres ou evitas? Caiem-te de uma janela ou de outra em caracteres que só sabes serem humanos porque te foram ensinados.

No final do dia o corpo só te dói por tudo o que já antes fizeste e sofrendo não o mostras porque pesa a consciência do grito injusto porque também já o provocaste. Infelizmente desta vez é contigo e por isso te abre os olhos aos que de errado fizeste e que tudo provocou. Apetece-te sorrir a uma força qualquer que equilibra o mundo, chorar por dentro a ti e gritar a ela mas equacionando tudo só te resta o estado de apatia a que te deste.

E agora lembras-te do bom do que te fez seguir do que te fez correr do que te fez querer mudar, e agora percebes que se desvaneceu aos poucos dando lugar a algo que só com tempo e um estado qualquer que vejo em gente feliz se dá apreço. Querer assusta porque implica uma entrega e com ela, à medida que se vai acumulando, vêm expectativas pedidos, partilahas de um tecto, de um código genético, de dias, de noites de alegrias, de problemas e com isso tudo um receio de não servir. Fosse por não querer, por não amar mas há vidas que resultam num medo de não servir, de ser posto de lado e com isso tudo passa a ser premeditado desde o mais simples beijo até a uma piada parva que tem intenções sub-entendidas.

Não tivesse eu contribuído para isso. Não tivesse medo fosse eu mesmo e não valesse nem mais nem menos do que sou quando me dou a alguém que também aceito p'lo que é.

quarta-feira, abril 20, 2011

comprometi-me comigo mesmo a esqcrever todos os dias para mim e a colocar aqui o que resultasse dessa promessa, tão a cumprir como tanto o que me foi ensinado na escola, em casa e nas diocesse que na minha escola pregava. Nunca é e inteiro que ecoa em nós aquilo que dizemos com tom de obrigação e por mais ladainhas que pregassemos com a idade sabemos que mais umas, que outras, acabam por nos saltar ao lado. Ecoam em nós porém o os gritos qde lguém que eigiu e , por vezes, isso tem mais peso que a mão de um Deus que só afortunados perdidos no tempo tiveram a sorte de ver separa um mar e a levantar pragas por um desígnio macabro de um bastão qualquer que com os anos ganhou o peso e o valor de um metal mais amarelo que outros.

Ecos. sons ruminados por uma montanha tºao grande como nós e um vazio mais nulo que a nossa própria existência idenpendentemente da nossa altura ou peso. Ecos, e ecoam e por mais palavras que se perdam. Ecos, e coam e de súbito já nada se disse.

sábado, fevereiro 26, 2011

Num saco.

Era uma vez um menino que tinha medo de maminhas, porque o leite da mamã, bebia a senhora oléo de fígado de bacalhau e nha-nha de gajos manhosos, sabia a pirilau e a elixir de banha de cobra.

domingo, fevereiro 13, 2011

Tudo uma questão de justificação para pedir perdão ou não simplesmente um cigarro.

I

Somos ironicamente justificados
a fazer mais do que o feito
ou do que o intencionado
por propósitos já gastos
em conversas de esquina.

Dói-te o corpo certamente menino
carregas tanto porque não partilhas.
Julgas que ninguém repara?
Uma cara diz quase tudo
ou assim diz a zine de um rosa podre.

"dá-me um cigarro"
Fico estupefacto.
"é para um charro"
será que justifica?

És parvo
és tótó
és nojento
será que sou tão cinzento
ao ponto de achares que assim me alegras?

Já chega
tenho pressa
e só um no maço.

II 2º variação o tema é sempre o mesmo.

como uma bola rebolas e arrastas
parte do que por isso levantas
as páginas, tantas, lidas
quase que completam um livro
que alguém mais que tu leu.

Estão escuras as ruas,
guia-te alexandricamente a luz da sala
a que deixate ligada para a tua gata
essa pequena
ter uma noçao errada do mundo.
Ressaltas nas esquinas
que aqui não dão companhia a ninguém.

~vultos surgem
procuram algo
tudo se permite
o instinto acorda
e quem precisa cheira a milhas
o que necessita no bolso de alguém.

"tem, não tem"
ninguém pergunta.
É outro o assunto.
O mundo tem fome
nem que seja de fumo.

Acendi
larguei a pista
fui um bocado descuidado
"tens um cigarro
é para um charro?"
Bem aventurado
Quem p'lo vício conquista.

domingo, janeiro 30, 2011

Caríssima (take I)

Talvez te tenha dado
uma razão para saires
para somente ires
à procura de um sentido.

Mas agora sozinho
neste canto qualquer
vejo a mulher
que queria tão longe

Porque te foste
porque nao disseste
Porque nao fizeste
Só o que querias

X2

Nao me escondas tudo
Nao me guardes da verdade
esta nossa cidade
é tao pequena

O que um dia é azul
dir-me-ão que verde
Assim de repente
Um simples nada é muito.

Ouvi dizer que na marquesa estava uma francesa que percebia o que o gainsbour cantava.

I
Porque te esqueces do que foi dado
entre dois copos e um charro
que alguém fumava e bebia ao pé de ós?
Esqueceste-te de dizer tanta coisa
Parace que a pessoa que foi a lua
resume tudo em palavras pequenas.
Mas o que importa a dimensão do que algu´´em nos diz?
É peneira a verdade de tudo.
o mundo soma.se e anula-se
num jogo que só dá zero
independentemente do que se aposta.
Quem joga primeiro senhores?
Será um doutor pós moderno
será um rapaz sincero
ou um ciclista de domingo?
nao interessa aqui joga-se +ara p bomgp
e conselho de amigo
joga-se a sério
indepdentemente do credo.

dissea barbarbara a mesa e pequena para tanta garrafa

Tentas esquecer em noite perdaas
entre o nada que so sente por emprestimo
de um trago que das enquanto outro so te quer sair.
estas num canto ttrsite a jogar
com as palavras que alguem solta feliz
~~~~~~Como se a pesia ganhasse mais sentido com uma proximidade do real.

Repetes a ladainha
repetes
ate qiea decoras
com todos os apeadeiros que nunca te hao de ser precisos
para alem da viagem que talvez um dia
um dia
partilhes com alguém que te importe mais que nada.

Cpmversas perdidas
idas a laponia
um dj que arranhava mais o hispanico
por paixao
que o ingles.

O mundo nunca ha de ajudar
a esquecer o que tivemos
vejo beijos
partolhas
abracos sentidos
c0mo aqueles que ao adormecer dao cor.

meu amor
as merdas ha muito que estao ditas
e é pelo ditado dito que nos valiamos
que adormecemos
mesmo que lentamente sobre uma cama
que só será por nós feita.

Onde estarás tu nesta hora
o que farás
o que dirás sobre um balcao qualquer
sera que perde s a mulher
que es
num instante?
Será que um chulo me dira uma vedade qualquer
que
por seres mulher
p'ra mim
eu nao quero ouvir.

II
ja nao ha nada mais sobre a mesa que garrafas
vazias pela sede de quem delas bebeu.
Merdsa imberbes que nem sei o que sao
vicios que justificam o que são
nao o que uderao ser,
Mama,
mama
onde estás ti neste instante que so colo exige
em que se finge uma humnanidade que medo
tem de dormir sozino.
Quero abrigo
faz frio na rua
e a rua e suja
todos nela caminham,
inham inham e marcam.
passam
num sentido qualquer
que nao este que tenho.
vejo,
uma pintura num espaço qualquer por preencher
movese-me o braço
sobe o regaço
dá-se a luz ao que antes era negro
tenho isso xom a dimesao
quanto maior mais escura
quantomair ais pura
mas nunca no começo.
III Propriamente dito.
Estava a mesa cheia
tombavam para os lados
cada um dos edificios
de um vidro
que só se faz por ser útil.
Caíam
desciam pouco a pouco
cada um deles fervorosos
só se partiu
de um plásico
segura pra infelicidades
maiores ou
menores.
bao me cabe a mim julgar
atitudes
desprovidas
de um sentido emrcemente imposto
as regras de um jogo
sao definidas por quem joga.
Mostra-me a tua mao
antes de lançares as cartas.
A mmesa e pequena
para tanta garrafa.
IV
Mamã és um monstro criado por mim
verde como a falta que me dás
como a mao que ja nao me afaga
como a falta de um gesto aprovador
de uma atitutude qualquer mais parva.
Entendo-te no teu medo senil
da pouoca ida de que tens
o que é ser mae afinal
o que ditar um futura para um miudo que o pode escolher
de entre uma lista
de uma lista que nao acana
que nao psa sem ser pelo tempo.
Tenho meo
tenho medo mamama
o que será tornal aguém no que tu foste
quem me ensina deixar o igarrp
a vir de um trabalho para um abraço desporporcionaç?
afinal
uqem é que sabe esta merda toda?
Mama,
mamã,
mamã nao te escondas
és uma pesoa
com os teus receios
com os medos que nao me dizes
porque finges que não existe mais que eu no mudo?
porque fazes sentr ao miuda que nada lhe ha de toar?
Mamã
mamã,
TEnho um monstro debaixo da cama
tenho uma aranha no teto
E acho que sou eu que estando sobre
estou sob o colchão
V
Pai conta-me uma história de embalar
diz-me que uma ventura nao dura ais
que um parágrafo
Entoa uma história que sei ser tua
Mostra-me o que não muda
cria em mim o rancor que faz com que se pense.
Papá,
tente mostrar-me o que só um privelegiado vê.
Nao pense nos porques papá,
nao ense no gágá
nao pense no que será
nao ense no que deus dará
diga só o que existiu.
Papá,
O que é um colo
o que ´um carinho
como é estar sozinho
na casa que sonhou?

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Para o titio.

Deus me livre do Desassossego.

20/01/2011 - Já ponho datas nas minhas coisas. Estarei datado? (piada parva resultante de convivio com poetas)

I

Somas pouco com pouco
até muito já teres gasto
a vida é um pequeno jogo
em que apostas o suado.

Não sabes o retorno
mas o que evita uma jogada?
Já com com corda no pescoço
Gargarejas que passa.

No final tudo somas
Todos os dados levam tudo
E fatalmente tu lá jogas
c'o que resta do pulso.

II

Contabilidade Realista.

Somando pouco a pouco do que nos dias larguei, constato quem em meses foi largado muito do que o meu suor permitiu, potenciado por um traje classicamente moderno e obrigatoriamente engravatado.

Considero-me um polegarzinho moderno que, ao invés de pão, marca o seu regresso com euro peus caminhos que percorria. Justifica os vícios a falta de rotinas sem horários definidos e/ou de um nascer de um astro que nunca inesperadamente surge ou cai. Parece que um relógio programado é o melhor dos contabilistas já que por arrasto de um horário restrito nos limita limitando os investimentos desnecessários, i.e. sem aparente retorno, nunca em qualidade somente no número de vezes que existem.

"Amanhã continuo, tenho merdas p'ra fazer".