Mais um. O meu primeiro. (brainwasherpt@hotmail.com)

quarta-feira, julho 09, 2008

los dias pesan más
que cualquer noche triste,
en el obscuro existe
la luz la que te dás.

llenas el vaso quieres,
todo de ti vacio
"Mierda! que hago tío?
Cando me llega viernes?"

e el tan rápido tiempo
solo en lunes se frena
un dia más te pesa
"más un vaso yo quiero!"

terça-feira, julho 08, 2008

E um dia a musa foi questionada! Qual o motivo disto tudo?

respondesse por mail...
Estou a ouvir música muito melosa que uma vez me mostraram num carro, cuja marca sou dos poucos que sabe pronunciar correctamente, junto à praia. Não sou presunçoso, simplesmente aquele S não existe nesta língua que, por eu falar melhor que outra e até pensar nela, há-de ser sempre a minha e, por eu a carregar no meu corpo fraco, raquítico, quem a conhece saberá sempre de onde sou.

Nunca me vou esquecer da forma como previa que o Tim iria cantar determinada palavra e até a forma como a iria cantar por entre as guitarradas funks que ela, tão pequenina, promovia com as palavras tão meigas e que, criteriosamente escolhidas, de mãos dadas ao seu absoluto ouvido tinham o único sentido do mundo, eram tudo.

Nunca mais lhe falei mas vejo-a sempre que toca a música com que acordo. Elas que despertam ao mesmo som que eu não sabem o quão amplo pode ser o diametro do meu braço que, talvez por ela lá estar, é sempre mais quente e acolhedor. Fui piroso agora. Peço desculpa a mim mesmo o único a quem esta merda interessa...

Só eu ouço o Sr. Maia, nao o meu vizinho que embora tambem seja para o inchadote não é preto nem canta funk, como eu ouço neste gabinete, neste escritório, neste mundo de gente engravatada e não engravatada de pederastas punheteiros filhos da puta que recorrem a putas não tão grandes como as suas mães e talvez outros mais nojentos e sempre católicos.

MERDA, merda de mundo em que só eu e quem eu quero não têm a coragem ou a tesão para fazerem aquilo que querem...

Falo e não faço, nunca fiz ou quando o fiz só me lembro com tristeza.

Estou a ouvir música muito melosa que uma vez me mostraram num carro, cuja marca sou dos poucos que sabe pronunciar correctamente, junto à praia.

quarta-feira, julho 02, 2008

Once i went to Ibiza.

Once i went to Ibiza. Era tan más pequeño que hoy. Só falava uma língua que me lembre. Aber ich magte jetz tias alemanas.

segunda-feira, junho 30, 2008

Tríptico (repetição em 3 partes de uma ideia, ou sensação, irrepetível)

São horas de acordar

I

Já se ergueu o sol lá fora
Cada peça inicia
O processo que num dia
Se prolonga até á hora
Em que toca p'rá partida.

Um veste-se de oleo sujo
Outro dá o nó à seda
O primeiro corre tenta
Chegar à hora que tudo
O segundo lhe apresenta

Cansa-se o corpo do s'forço
não só de erguer como ter
Perdido o fôlego a ser
Cala-se e segue o troço
Vai-se p'ra casa morrer.

II
Compõem a máquina 5
Seres industriais 6
por lengalengas ensinados 8
Institivamente pais. 7
A alvorada acorda
o que a morte adormece,
inconscientemente trilham
um caminho que só desce.
Talvez Ele venha,
E com ele a verdade
Que se libertem os cordeiros,
que desfarpem a cidade.
III
Não veio ainda.
Há quem espere e prescrute,
o horizonte que não toca.
Na aurora,
Vem a esperança que a noite,
Com a cor lento tirou.
O que passou,
só os fez tão mais fortes,
P'ra aceitar o senhor
A dor,
essa é que não se esquece.

A velha ao fundo caminhava num sentido que um dia talvez seja o meu.


quarta-feira, junho 25, 2008

In the end only english exists. Stupid.

It's easier to speak english than to write it down. Seems awkard to a lot of people but in fact this fact in undeniable to me. I never faced the problematic dubbed movies reality and that is the traumatic event that inhibits spanish, italian, brazilian and i do not know who else's spoken words to sound like an english word.

Basically i can speak with my erroneous ideosincracies and bad ortography because nobody will care about it and correct it with a red marker like many other people would do to the words that i know write. (Thank god i do not allow mtf comments).

The problem of english to me resides in the fact that i get much less sensitive when i speak it. A lot of people even think i am a different person as my personality assumes a fair more dry character and also more straight to the point. Some guys even think i am dangerous and sleezy when i am the most caring living being that exists. Some girls open their legs in a fairly wider fashion anf that saddens cause for me fucking can never be that simple as this language promotes.

Repeting pronouns is also quite disturbing. Not beeing able to write poetry it's even worse.

Attempt one.

I start with a line.
Now you know by whom the text was started.
Without a line it would have been fairly more complicated,
You could have also done the same,
Or worse,
An imperative statement it would have been,
And me always so keen
to my actions
Would have accused you of something probably wrong.
But the only erroneous statement is
If the reader can my thoughts perceive
The one that i started with a line,
That continues in the paragraph to give.
No not yet
Who do you think you are?
It's my who writes it's me who leads
By the God that exists please let me continue...
I was never a man to trust
The only guidance was the lust
And the things i said just to me
As you can see i tell this publicly
Honesty in these verses can never be.

Mary the maiden had the name of Jesus' mother
She cooked everyday to me.
When i went to bed she told me stories
that when lacked were just repeated.
She tried to make me sing but my voice was bad,
not caring a new song she would teach.
whenever i sing only she can listen
only her know what the kid is.
Mary the maiden had the name of Jesus' mother
I'm not Jesus thankfully.

Attemp II

A maria tinha o nome da mãe do menino Jesus.
Cozinhava todos os dias para mim.
Deu-me frango, pataniscas de bacalhau e sopa á boca
Deu-me histórias que conto como quem vive
Podou-me até onde chegou só querendo que eu bem crescesse.

Ensinou-me cantigas que nunca aprendi a cantar,
mas ouvia-me sempre que as palavras repetia mesmo que com um tom só meu.

"ó laurindinha vem à janela
vem ver a tropa..."
ai umas quantas vezes
"vai para a guerra"

Ganhou rugas com cada dia que cuidou de mim,
Ganhou rugas que eu não percebia enquanto por elas passeava
Perdeu cor no cabelo por entre os meus dedos que o afagavam
Perdeu os dentes com que mastigaria o meu sustento
Perdeu o andar que um dia me suportou.
Tudo comigo
Tudo comigo e eu não via por o nosso trilho ser o mesmo.

Agora os dias que partilho com ela dias intercalam,
Uma semana agora é como o vento no topo de uma árvore,
Agita mais do antes
do que ainda abraço com um carinho que aqueles braços nunca limitaram.
Era tão pequeno, tão pequeno maria
Tinha uns calções de quadradinhos tão bonito
O meu cabelo reflectia o sol sem qualquer tipo de condicionador
Era bonito,
Inocente como só a ignorância a que aspiro permite,
era feliz enquanto a tua sombra me protegia do sol deste mundo que ainda não percebo.
Era!
Era!?
Era?

Só tu sabes que ainda o sou.

E agora! Sim Agora! ao Som da linda abertura de uma flauta mágica.

Podria escribir en castellano.
Escribir en castellano es mas dificil que hablar.
Lo que escribes tiene una reaccion que no se puede controlar pués no se ve.
Lo que dices no lo haces solo.

Estraño,
escribo en castellano
Podria escribir en ingles
Pero ingles es una lengua muy sucia
Como solo el obvio es.

Sonidos.
Tudo san sonidos que conozco o no,
tudo san sonidos que me hacen comportar tener una reaccion.

Estraño,
Pienso en castellano y soy otro.
Escribo lo que siento e me siento otro.
Miro lo que fuye e fuye un monstro
Pero otro
que hacia rimas menos faciles.

No pienso dos veces en versos que ya saliran,
conozco sonidos no conozco palavras,
soy un chiquitito pequeñito que no sabe quanto pesa dicir cojones
que cojones escribe porque no hay mas por donde escoger,
que tiene de ir porque el jefe lo pide.

Fluxo de uma consciencia triste ao som, mais uma vez, de um rach 3.

As teclas tocam tocam tocam tocam,
O som reproduz-se na cabeça,
pueril nasce uma ideia qualquer em mim que,
pelas teclas não tocarem tão rápido quanto eu penso,
As minhas sim as minhas ó meu cabrão,
Acaba sempre por ficar a meio o que é complicado.

Não penso, nunca pensei, nunca me apeteceu fazê-lo sai tudo de mim como por instinto.
Minto,
já pensei noutros tempos em que tudo parecia mais triste
Como aquela árvore que
crescendo numa cidade qualquer
só serve de urinol de pau para um cão que qualquer também é.

Ai ai ai ai ai ai,
agora tocou por uns segundos mais rápido,
Estava mais efusiva a mulher que não sei ser estrábica
mas estrábica também é uma palavra interessante
faz sentido até quando adjectiva um andar não comum
Um andar estranho estranho como um estrábico
estranho como gente com o olhar desalinhado
com o olhar feio por ser incompreendido e não previsível...

O homem só teme o que não sabe e toda a gente sabe isso
ninguém teme esta ideia quase tão certa como a metafísica que guia este mundo e evita fodas que deviam haver.
QUE DEVIAM HAVER PORRA.

Onde está agora a menina que supostamente se parece comigo quando a preto e branco é fotografada
Onde está a menina que se parece comigo a preto e branco
Onde está a que se parece comigo a preto e branco
Onde está?
Onde?

Foi-se.
Mas p'ra que interessa saber que se foi a menina que coitadinha nem sequer me percebeu?
PARA Quê?

Merdas de perguntas estúpidas que te pões ó poeta vê-se logo que não és homem de ciência.

MERDAS?

Porque raio haveria de ser uma merda esta pergunta que até faz bem sentido por eu não saber porque o faz?

Compreendessem quem escreve é o que eu vos digo!
Ouve-me e assimila ó meu filho da puta
OU-VE--ME.

Que ouviste?
.
..
...
.....
......
.......
Nada?
Um conjunto vazio de sons?
nem sequer monossilábicos?

Nada...
Então era o que tinhas de ouvir.

O peso nos olhos reflecte o peso que na cabeça faz com que não pense.

terça-feira, junho 24, 2008

Sidoro hace una pregunta que solo Dios o ella pueden contestar

Porque no tienen eco las palavras que te doy?

El eco es un fenómeno relacionado con la reflexión del sonido. La señal acústica original se ha extinguido, pero aún devuelve sonido en forma de onda reflejada

O meu chefe que do seu nome só tem o nome diz que estou num instante de coçá-los.

O acto de coçar raramente tem algo de acto isto se o definirmos, não o primeiro mas o segundo, como o meu querido professor de filosofia me ensinou. É um reflexo a maior parte das vezes conotado negativamente, principalmente por ser um reflexo e por isso individual e, ao contrário de ideiais políticos, ainda pior é se apontar para o centro porque só aí extremista.

The destiny of the used used yellow slides (I of x not X, cause X=10 whilst x belongs to |N, so x is not X and that makes a lot of difference)


Valha.me deus nossa senhora que esta pessoa está doente!

Cm é possível? Não era crente?

era sim minha senhora, pessoa era de virtude

Mit Baby face Sasha Pawelstik (eine merkwurdige Leiche) (Sidoro kann nicht Deutsche sprechen oder schreiben)

die anderen sind sehr, oh sehr, sehr komisch
sie sind geradezu pathognomonisch
sie haben einen hut mit vier ecken,
er wirkt nicht so harmonisch,
aber man kann sich darunter verstecken.

Mein hut hat nur sechs ecken,
drei ecken hat nicht mein hut,
oh so viel ich denke
wenn ich denke ich bin kaputt.

puntz puntz puntz puntz
das lied macht wie eine uhr,
oh so viel ich denke
wenn ich denke ich bin kaputt.

Ich fuhle eine hand auf meiner haut
wenn ich fuhle ich denke nicht

segunda-feira, junho 23, 2008

sexta-feira, junho 20, 2008

Um cadáver esquisto entre Sidoro Brago e Laufo Poncase


O cigarro morria lentamente sobre um IBM profissional

qual dos dois o mais portátil, o mais fatal

no fundo tudo se cinge a uma dicotimia por vez banal ou banalizada

por vezes a carne é só carnal ou apenas estufada.


As manhãs, essas é que nos começavam sempre mais tarde

o sol enrolava-se no cotão vestuto do edredão

O mesmo que abafava docemente do despertador o alarde

e mesmo tropego tratava-te os peitinhos ao entalão.


De todos é no acordar que se dá o homem, instantes

se o que tens a teu lado já não é o de antes

Pesa-te o corpo agora como as memórias fraco

minto-te agora mas jamais durante o acto.