Mais um. O meu primeiro. (brainwasherpt@hotmail.com)
quarta-feira, junho 25, 2008
In the end only english exists. Stupid.
Basically i can speak with my erroneous ideosincracies and bad ortography because nobody will care about it and correct it with a red marker like many other people would do to the words that i know write. (Thank god i do not allow mtf comments).
The problem of english to me resides in the fact that i get much less sensitive when i speak it. A lot of people even think i am a different person as my personality assumes a fair more dry character and also more straight to the point. Some guys even think i am dangerous and sleezy when i am the most caring living being that exists. Some girls open their legs in a fairly wider fashion anf that saddens cause for me fucking can never be that simple as this language promotes.
Repeting pronouns is also quite disturbing. Not beeing able to write poetry it's even worse.
Attempt one.
I start with a line.
Now you know by whom the text was started.
Without a line it would have been fairly more complicated,
You could have also done the same,
Or worse,
An imperative statement it would have been,
And me always so keen
to my actions
Would have accused you of something probably wrong.
But the only erroneous statement is
If the reader can my thoughts perceive
The one that i started with a line,
That continues in the paragraph to give.
No not yet
Who do you think you are?
It's my who writes it's me who leads
By the God that exists please let me continue...
I was never a man to trust
The only guidance was the lust
And the things i said just to me
As you can see i tell this publicly
Honesty in these verses can never be.
Mary the maiden had the name of Jesus' mother
She cooked everyday to me.
When i went to bed she told me stories
that when lacked were just repeated.
She tried to make me sing but my voice was bad,
not caring a new song she would teach.
whenever i sing only she can listen
only her know what the kid is.
Mary the maiden had the name of Jesus' mother
I'm not Jesus thankfully.
Attemp II
A maria tinha o nome da mãe do menino Jesus.
Cozinhava todos os dias para mim.
Deu-me frango, pataniscas de bacalhau e sopa á boca
Deu-me histórias que conto como quem vive
Podou-me até onde chegou só querendo que eu bem crescesse.
Ensinou-me cantigas que nunca aprendi a cantar,
mas ouvia-me sempre que as palavras repetia mesmo que com um tom só meu.
"ó laurindinha vem à janela
vem ver a tropa..."
ai umas quantas vezes
"vai para a guerra"
Ganhou rugas com cada dia que cuidou de mim,
Ganhou rugas que eu não percebia enquanto por elas passeava
Perdeu cor no cabelo por entre os meus dedos que o afagavam
Perdeu os dentes com que mastigaria o meu sustento
Perdeu o andar que um dia me suportou.
Tudo comigo
Tudo comigo e eu não via por o nosso trilho ser o mesmo.
Agora os dias que partilho com ela dias intercalam,
Uma semana agora é como o vento no topo de uma árvore,
Agita mais do antes
do que ainda abraço com um carinho que aqueles braços nunca limitaram.
Era tão pequeno, tão pequeno maria
Tinha uns calções de quadradinhos tão bonito
O meu cabelo reflectia o sol sem qualquer tipo de condicionador
Era bonito,
Inocente como só a ignorância a que aspiro permite,
era feliz enquanto a tua sombra me protegia do sol deste mundo que ainda não percebo.
Era!
Era!?
Era?
Só tu sabes que ainda o sou.
E agora! Sim Agora! ao Som da linda abertura de uma flauta mágica.
Escribir en castellano es mas dificil que hablar.
Lo que escribes tiene una reaccion que no se puede controlar pués no se ve.
Lo que dices no lo haces solo.
Estraño,
escribo en castellano
Podria escribir en ingles
Pero ingles es una lengua muy sucia
Como solo el obvio es.
Sonidos.
Tudo san sonidos que conozco o no,
tudo san sonidos que me hacen comportar tener una reaccion.
Estraño,
Pienso en castellano y soy otro.
Escribo lo que siento e me siento otro.
Miro lo que fuye e fuye un monstro
Pero otro
que hacia rimas menos faciles.
No pienso dos veces en versos que ya saliran,
conozco sonidos no conozco palavras,
soy un chiquitito pequeñito que no sabe quanto pesa dicir cojones
que cojones escribe porque no hay mas por donde escoger,
que tiene de ir porque el jefe lo pide.
Fluxo de uma consciencia triste ao som, mais uma vez, de um rach 3.
O som reproduz-se na cabeça,
pueril nasce uma ideia qualquer em mim que,
pelas teclas não tocarem tão rápido quanto eu penso,
As minhas sim as minhas ó meu cabrão,
Acaba sempre por ficar a meio o que é complicado.
Não penso, nunca pensei, nunca me apeteceu fazê-lo sai tudo de mim como por instinto.
Minto,
já pensei noutros tempos em que tudo parecia mais triste
Como aquela árvore que
crescendo numa cidade qualquer
só serve de urinol de pau para um cão que qualquer também é.
Ai ai ai ai ai ai,
agora tocou por uns segundos mais rápido,
Estava mais efusiva a mulher que não sei ser estrábica
mas estrábica também é uma palavra interessante
faz sentido até quando adjectiva um andar não comum
Um andar estranho estranho como um estrábico
estranho como gente com o olhar desalinhado
com o olhar feio por ser incompreendido e não previsível...
O homem só teme o que não sabe e toda a gente sabe isso
ninguém teme esta ideia quase tão certa como a metafísica que guia este mundo e evita fodas que deviam haver.
QUE DEVIAM HAVER PORRA.
Onde está agora a menina que supostamente se parece comigo quando a preto e branco é fotografada
Onde está a menina que se parece comigo a preto e branco
Onde está a que se parece comigo a preto e branco
Onde está?
Onde?
Foi-se.
Mas p'ra que interessa saber que se foi a menina que coitadinha nem sequer me percebeu?
PARA Quê?
Merdas de perguntas estúpidas que te pões ó poeta vê-se logo que não és homem de ciência.
MERDAS?
Porque raio haveria de ser uma merda esta pergunta que até faz bem sentido por eu não saber porque o faz?
Compreendessem quem escreve é o que eu vos digo!
Ouve-me e assimila ó meu filho da puta
OU-VE--ME.
Que ouviste?
.
..
...
.....
......
.......
Nada?
Um conjunto vazio de sons?
nem sequer monossilábicos?
Nada...
Então era o que tinhas de ouvir.
terça-feira, junho 24, 2008
Sidoro hace una pregunta que solo Dios o ella pueden contestar
El eco es un fenómeno relacionado con la reflexión del sonido. La señal acústica original se ha extinguido, pero aún devuelve sonido en forma de onda reflejada
O meu chefe que do seu nome só tem o nome diz que estou num instante de coçá-los.
Mit Baby face Sasha Pawelstik (eine merkwurdige Leiche) (Sidoro kann nicht Deutsche sprechen oder schreiben)
sie sind geradezu pathognomonisch
sie haben einen hut mit vier ecken,
er wirkt nicht so harmonisch,
aber man kann sich darunter verstecken.
Mein hut hat nur sechs ecken,
drei ecken hat nicht mein hut,
oh so viel ich denke
wenn ich denke ich bin kaputt.
puntz puntz puntz puntz
das lied macht wie eine uhr,
oh so viel ich denke
wenn ich denke ich bin kaputt.
Ich fuhle eine hand auf meiner haut
wenn ich fuhle ich denke nicht
segunda-feira, junho 23, 2008
domingo, junho 22, 2008
sexta-feira, junho 20, 2008
Um cadáver esquisto entre Sidoro Brago e Laufo Poncase
El soneto de un hidalgo que no conoce más que dós nombres.
És casi cerca pero llega tarde,
Un dia te termina, que te passe
con sus dedos subtiles, como viste
por tu cuerpo assustado pues se existe
de haver no necessita, que te marque
Como un gesto sencillo que te enfade
El abrigo cogido siempre triste.
Voy a beber es l'una un vaso es dos,
Recuerdos tan borachos traeré,
y el whisky tendrá toda mi voz.
Despertaré más tarde y con el gris
Por el sucio camino teneré
[tus pasitos que pasan a lejus velozes.]
y los momientos que te vi (Sonris)
À saída da auto-estrada uma vez joguei bowling. Num bar perto da praia quase que senti mais que as orelinhas mais linda de uma Raquel qualquer que por acaso até tem um apelido. Na praia a seguir apanhei a minha primeira bebedeira promovida por um primo qualquer que teve a festa de anos num restaurante com nome de santa e que por sua vez até diz que serve de ponto de paragem para um barco qualquer com rodas e um imposto de selo mais caro que a soma total das minhas contas de luz. Mais á frente na mesma estrada mas abrigado dei o meu primeiro beijo à rapariga que um amigo meu mais tarde agarrou quando eu falhei o remate à baliza. Mais à frente ainda estava o parque onde eu fui com ela um dia.
Ando para trás e para a frente nas minhas memórias à procura de um sentido qualquer que ainda julgo ser meu, não quero pensar em humanidade quando penso em mim. Tenho de ser distinto, as minhas memórias por mais partilhadas que sejam hão de ser só minhas e, o que delas resulta só pode ser o EU que eu grito entre linhas soltas com a tristeza que nutre a concentração que a escrita exige.
Um grito nunca passou de um refúgio triste, e um refúgio não tem mais valor por nos isolar do mundo. Tanto faz que as paredes sejam de palha, madeira, de betão, de betão embebido de uma lã de vidro ou de pedra qualquer. Tanto faz que o vidro que me faz ver seja de vidro velho escorrido de vidro duplo e só por isso esquizofrénico nas temperaturas desiguais que promove, à prova de bala ou pressões que só se sentem no fundo do fosso das marianas.
Um grito! A minha escrita é um grito! um acto estúpido e egoísta que só resulta da MINHA MINHA MINHA MINHA MINHA estúpida tristeza que insisto mais uma vez ser MINHA.
Lembro-me de mais momentos. Lembro-me, nunca me lembro de ter escrito feliz.
domingo, junho 15, 2008
O bom filho à casa torna diz o Filho do pai porque à casa dele já voltou um dia. Rejeitei o que queria e sem tomates foi-se comigo embora. Custa, sei que custa, e, por mais maneiras que se possa fugir ou deixar alguém insisto, não há senão uma de deixarmos nós próprios. Essa infelizmente não implica um reset mas um anular total que, aos olhos Dele do pai do senhor que não conheço, pode ser visto da pior maneira possível isto se acreditarmos que algo mais para além disto existe...não interessa voltei.
Como das outra vezes vi nela o que vira e, como da outra vez, a unica mulher sanguinamente a mim ligada identificou em nós (eu e outra) pontos comums. Estranho, estranho é mas é assim.
Hei de ir "ene" vezes ver até me cansar de ir.
sábado, junho 14, 2008
Dar-se ao ar e pelo ar cair.
"Ou existe ou não existe". Que se foda todo. Sou novo demais para generalizar as coisas e velho demais para não tirar conclusões.
"Querias que o amor fosse física quântica" O amor não é controlável e a necessidade depende das circunstâncias...A minha necessidade de estar comigo pode incapacitar a minha capacidade de estar com os outros" "Consegues estar com alguém sem ver durante um mês essas pessoas". "é como mijar" a privação aumenta a necessidade-.
Merda só cito naão penso por mim que merda tenho de gerir as minhas necessidades tenho tenho tenho. São necessidades e a capacidade de gerir as necessidades é assim mesmo.
QUE MERDA.
expando-me para os lados como se houvesse mais que um horizonte.
"Diogo isto não há maneira de piorar as coisas" é a Joana".
quarta-feira, junho 04, 2008

Eu estava estupefacto enquanto ela não chegava e ao passear no jardim dos passarinhos vi um pombinho malandrão e uma pomba falsa púdica.
Senti com uma certeza que não me é comum que ele estava bastante sarcástico naquela tarde ou bastante literário pelas figuras de estilo que utilizava. Não as explico porque creio que me se me conhecerem, coisa que duvido, perceberam isto. De facto pouca gente me conhece. Digo muita coisa e muito rapidamente mas por mais que me ouçam nunca hão-de perceber se sou bem ou mal intencionado. Isto, a meu ver, resulta de uma idiotice que é comum ao ser moderno que procura compreender o que deles nunca foi sem sequer uma questão lançar como o pombo que incha para ser rejeitado. Se me perguntassem eu diria.
Farto de ver tentativas falhadas de cópula entre membros de uma espécie que repudio dirigi-me então ao estabelecimento de encontro. Bebi o meu trinaranjus de limão enquanto desenhava. Entretanto ela chegou. Continuei a beber e pus o bloco de lado porque agora precisava de ver. Pediu-me uma bolacha de chocolate e enquanto continuava a beber comi-a.
Eventualmente tivemos de sair. O caminho era bonito mas pouco reparei nele.
A casa era preenchida por memórias que uma vida permite. Nem a guardiã dos segredos se apercebera de tudo o que estava pelo pó envolto. Xícaras, caixas com segredos de uma antepassada qualquer e um jornal que de outro antepassado falava utilizando as suas próprias palavras numa entrevista dada, daquela vez, a outro qualquer.
Deitei-me no chão 2, 3 ou mais vezes enquanto ela fazia o arroz doce. O motivo de tudo era o arroz doce que finalmente percebi como se fazia e as paredes ganhavam sempre um novo sentido sempre que de novo o chão estava à distância de um tapete.
Distâncias, nunca percebi delas mais que um pouco. Nunca lhes fui tangente, nunca as senti perto por mais que elas existissem. Tinha o meu canto que sempre me esteve próximo e tudo o resto, o longínquo, nunca me interessou. Sonhava, e só pelo que o meu ser criava suspirei. Sempre foi assim. Percebi-o quando com a primeira falei e vi que ELA só em mim estava.
Sentou-se ao meu lado. Mostrou-me os seus no seu computador branco com a sua maçã meio trincada e eu apoiado no seu colo vi-os, não percebendo de distâncias, nunca me senti tão próximo.
A prima chegou e eu fui. A minha mãe perguntou-me quem ela era. Inventei. Disse que fazíamos coisas em grupo
Não tinha cigarros desde o fumar dessa madrugada e a carteira estava vazia do beber. Experiências anexas e acima de tudo conexas para um homem com os seus vícios.
Falou o chefe, falou o subalterno colega mas que já subiu duas letras no alfabeto e insistiu em falar mais e a colocar questões absurdas por entre as palavras sábias de quem podia saber mais. Doía-me a cabeça da falta de nicotina e a mente da falta de qualquer coisa que ali não havia.
Eu só escutei. A voz arranhava-me como se o corpo me pesasse depois de me ter expandido, tivesse assim feito. Cingi-me a dizer merda, disparates disconexos e a dar apalpões brutos numa anca qualquer que acabou por me fugir com um ódio ainda mais vil. Tivesse.
...
Agora deveria trabalhar.


