Mais um. O meu primeiro. (brainwasherpt@hotmail.com)

domingo, setembro 18, 2011

1º deste tempo 681º tendo em conta o primeiro que se escreveu.

I

Neste preciso instante não faço nem o que deveria nem outra coisa qualquer que me alegre. Estou inerte. Ideias não me faltam, preguiça duvido que a tenha. Incomoda-me a falta de capacidade para tomar uma decisão, principalmente porque esta, no curto prazo, só há de afectar a minha pessoa, por só ela ter a consciência do que eu me proponho fazer.

As minhas capacidades de liderança, apesar de as sentir agitadas no que sou, assemelham-se a uma criança bruta e perspicaz sem capacidade de se mover e de controlar as suas cordas vocais. Sou algo em potência que se perdeu durante anos em desabafos imberbes que a poucos mais valem que àqueles que me conhecem para além do meu pseudónimo parvo. Tenho ideias, apetece-me dar estaladinhas de luva branca a tanta gente que o recurso à luvaria Ulisses será limitado às intervenções públicas de maior "categoria" - tudo uma questão de custos. Falta-me é decidir quais delas aplico, ponderá-las bem e sair do acto de ponderação. Não é preguiça, insisto, é falta de decisão.

O problema que me prende a um lugar passa pela falta da segurança moldada pelo paradigma que me acompanhou, maioritariamente, durante o meu desenvolvimento. Tentei procurá-la em pessoas exteriores ao meu meio envolvente mas, nas rifas que me calhavam, a maioria das pessoas que me tentavam suportar, eu não as tinha na consideração que deveria e, por isso principalmente, o que de bom me davam passava ao meu lado sem sequer ser sentido. Que me perdoem e mais que isto não posso fazer neste momento.

O futuro já implicará outro tipo de compensação, gratificação ou prova de afecto. Serei eu próprio e executarei o que proponho e cada um de vós terá algo do que se execute, da execução ou da génese em si da ideia, porque tudo o que sou também é de vós que parte e assim a concretização de algo meu terá de ter algo vosso.

A estruturação dos elementos e dos processos necessários ao acto criativo, pessoal e do grupo, serão numa primeira fase a minha prioridade. Digamos que o meu tempo é actualmente limitado e, já que o que faço agora também tem a ver com esta actividade, vou tentar juntar o que faço e o que quero fazer para aproveitar eventuais economias de escalas.
  • Perguntas a responder!
  • Calendário
  • Eventuais membros do grupo
  • Actividades a realizar
  • Estrutura a utilizar para potenciar as actividades
  • Cada uma delas terá impacto nas outras e por isso será adaptado
Vou começar hoje com os dois primeiros.

II

Qual o melhor modelo para ligar o aparentemente não intersectável mundo artístico ao seu oposto de uma forma que lhe restaure a capacidade de influenciar a realidade e que lhe garanta a subsistência dos seus constituintes?
  • Quais os principais erros da estrutura existente? Dos seus intervenientes? Das suas intervenções?
  • Que pode Portugal aprender com outros países na actualidade? No Passado?
  • Porque é que os artistas têm a mania que não são pessoas inseridas numa sociedade? Porque é que a sociedade os considera alternativos em pretérito de indivíduos? Porque é que não têm uma noção empresarial/ empreendedora?
  • ...
Continua.


sábado, setembro 17, 2011

Nova vida.

Parti tudo o que tinha nunca o que não havia para partir. Agora dou música aos meus poemas, é-me estranho mas dou mesmo que não seja tarde, esteja sóbrio, não tenha a gata por perto, e apesar das avaliações. sempre negativas, do meu pai ao meu talento musical.

Faço e fico feliz por isso. Tenho a consciência do que faltava e do que tinha em demasia. Agradeço a quem hoje me inspira e que antes não podia gravitar no meu mundo por massa exagerada dos satélites em meu redor.

Tudo o que venha ao mundo por mim, agora, é a cada um de vós que dedico, o meu mundo dentro daquele a que com esforço foi entregue.

Obrigado.

sexta-feira, setembro 16, 2011

Tentativa de duche I

Os argumentos estavam gretados,
como as mãos e os dedos
sujeitos ao demasiado tempo
em que a água escorria sobre nós,
quente sem nunca se impor.

Agora de nada servia.

A fuga para dentro.

Que o braço se estenda para além do meu corpo e da consciência que no limite parassimpaticamente o move; que desça sobre mim o que me guia e que, expandindo-se em meu redor, me traga uma consciência maior que a minha estrutura e vida permitem.

Vós que acima de mim estais e me enganais, vós que abaixo residais e me arrastais no mundo, vós que os guiais e ao mundo dais a forma pela qual se rege, sejai um comigo e trazei ao papel o que não ouço.

Acaba o cigaro, acaba o cigarrao, acaba o cigarro; começa.

Os dias só servem para permitir uma continuidade ou formação do que és e nada mais do que isso.; tens de adquirir a consciência do que está para além do teu corpo X: as forma que consegues impôr à tua maneira de ser têm impacto também no que te rodeia, e nunca te poderás esquecer disto, tal como nunca poderás perder a consciência dos teus gestos mesmo que por inteiro não sejam teus.

Pára, recomeça lemtamente, como o tempo a que ainda tens direito e não sejas parvo ao ponto de sentir que aquilo que estás a escrever é mais teu do que do mundo. O que ela te diz tem o seu quê de verdade; a caneta que te foi dada, mesmo que comprada por ti, só srvirá o seu propósito quando estiveres preparado para a possuir. De nada mais é capaz do que aquilo a que te entregas por direito. Fecha os olhos, cerra-os e não tenhas medo de o fazer. Fecha-os. Sei que é difícil e que o texto se tornará mais confuso mas a parede que é a leitura só poderá ser transposta quando a consciência for afectada.


[desenho] - Os olhos são limitadores nem que seja pela miopia tens de usar o que é teu por direito.

Deixa-te ir, deixa-te ir.

O mesmo texto ou mesmo estímulo reak deverão ser percepcionado pelos olhos que, através de cada plano, terão uma percepção distinta do real, devidos aos seus diferentes filtros. Um texta assume um apel mais qque ele próprio. As pessoas também são um exemplo dessa leitura bem como como as situações que os envolvem a todos (estímulos). A compreensão do texto assume todavia uma alteração da consciência para o nível do observado pois, se assim não fôr, não poderá ser percebido na sua plenitude por, da mesma maneira, não ser enquadrado. Com isto não se diz que o observado tem um diferente (melhor ou pior) nível que o observador já que essa consideração só poderia ser falsa, nada não é melhor que tudo e tudo não é e nunca será melhor que nada, apesar da evidente diferença, tanto semântica como observável. Cada um está no nível que é suposto estar, mesmo que o aparente paradigma em que algo se insere promova tal distinção é somente por predestinação que assim acontence ou, se quisermos utilizar outro termo, porque assim tem de ser. Voltando atrás, a utilização desses distintos níveis de consciência irão permitir alcançar conclusões distintas mas tanto mais válidas como mais próximo nos situarmos do observado; mesmo que o aparente esforço seja extremo, será compensatório no final, nem que seja por implementar uma maior justiça no processo geral e, consequentemente, o respeito na observação e no observado.

Quantos não se sentiram injustiçados
por palavras vãs e promíscuas
sobre as palavras por eles usadas
nunca terem sido entendidos

Até o mais inocente recado
por certo para o bem de alguém solto
foir outro mais sábio tomado
como o sinal de grave confronto.

Baixe-se o sábio se o é e veja
se mais alto que o outro se vê e tenha
Como o outro teve o seu estímulo
Ou se mais alto for que se erga.

Quis alguém que assim fosse o desígnio
Poucos podem, podendo que se mexa.

As asas são dadas não para voar, para acender aos céus. Se as temos e aqui estamos é porque de lá partimos com algum motivo. Temo-las para nos movermos com maior celeridade como este tempo exigem, como o vaso que ficou a tombar e que acabou por não cair do último dos profetas reconhecidos. O mundo já não vê há séculos mais nenhum milagre porque exige mais que a própria bondade, já de si rara neste mundo vil. O mundo quer magia, quer andar sobre a água, quer que dela surja o vinho, sem o esforço da colheita, e compra compra tudo o que é vão com esse espírito e desrespeita porque é mais difícil a contenção; o brio não passa dele mesmo.

Desçam sobre mim meus mestres e façam de mim um como me dizem que eu sou. Abram-me as asas atrofiadas também por mim e façam-me ver do que posso; e apoiem-me os braços quando comece a andar; e deêm-me os modos que identificam os X do que partilho; e limpem o meu ser de tudo o que o consome e o meu espírito de tudo o que o inibe.

O nada.

Havia tudo.
Uma casa
uma paixão avassaladora (voz fininha e irritante)
uma mãe que era aceite
uma mão que custava
um sofá e alguma arte,
neles e nas paredes,
O fernando mendes
no lcd que também havia.
Sonhos de uma vida (voz saudosa)
de criar algo em comum.
O silêncio pensado
um quarto e um gato.

Havia tudo
um nada.
[um nada que foi tudo]

Castro Marítimo.

O copo não tem o gin que sempre acompanhou a água tónica e que perfaz cada vez menos o volume de um copo. Na cozinha prepara-nos algo para comer com a compreensão de que algo mais se faz, não por falta de vontade, simplesmente porque assim permite a partilha e a compreensão.

A língua que se ouve desde os jardins contíguos é estranha ao ponto de não distrair; os mundos não se tocam por falta de compreensão ou de vontade de imaginar discursos de actores invisíveis.

Sinto em mim, cada vez mais claramente, uma mudança que ao longo dos dias ganha forma, inspirada que é por ser livre mas imposta tanto de cenários como de comportamentos que sempre considerei normais, próprios da minha pessoa. Estou calmo, e esta serenidade que tantas vezes assumi que tinha face a exigência de uma vida conturbada, percebo agora que nunca poderia ser alcançada se ela, a vida, não se tornasse outra. Acreditei sempre que partiria de mim a alteração do meu paradigma através da mudança criteriosa de elementos pessoais e que, adjuvante desta atitude, o remanescente também se tornaria outro e mais alinhado com o meu desejo de percurso.

A mudança nunca chegou e eu nunca me acalmei. Felizmente, da tristeza de um cessar brusco e desrespeituoso que me consumia através do meu consumo, de carácter dependente, surgiu um vazio que, incluindo uma penitência procurada, me permitiu obter todo um vasto leque de experiências. Experimentando, ando, ando, sujeitei-me ao novo, ao que não me era um hábito e assim vi mais claramente ao que me habituara e fui capaz de melhor avaliar o seu peso. Mais uma vez custou, porque era eu que a eles me entregava; não posso responsabilizar outrém por isso, seria limitador tanto ao crescimento a que me pretendo entregar como à aprendizagem que sendo essencial ao desenvolvimento proposto só poderá partir da avaliação das minhas atitudes - tanto boas como más.

Admito que estranho por vezes o estado alcançado: a beleza de gestos que, apesar de normais, por escassez costume, me despertam desconfiança; as minhas perguntsa sem sentido por procurarem uma aprovação desnecessária; a contenção exagerada do que sou (de muitas maneiras distintas). Ao menos tenho a consciência que tentei esconder por orgulho e por sorte ouço algo a refogar perto e não ao longe, e as linhas que solto não são apressadas e marcadas por algo de mau que se acumulou.

Vou fechar o portão como o papel no aparador pede. Vou fazê-lo calmamente como ela ,calmamente, me pediu depois, não de me deixar, de perceber que estava a fazer outras das minhas coisas. É-me estranho mas já não me assusto de, por instantes, ao lado não estar.

Vou.

terça-feira, setembro 13, 2011

Exercício.

Estalo os dedos antes de começar como se o que fizesse de seguida importasse para uma audiência que, cada vez menos, existe para além de mim. Mas também o que importa para este pequeno autor. que nem sequer o foi, se o leêm ou não? Quase ninguém sabe da sua existência como tal e, para além disso, tudo o que escreve para alguém a esse alguém é oferecido prontamente em papel, por mão distribuído, ou, maravilhas do mundo moderno, por correio electrónico se se souber o endereço. Nunca escrevi com a intenção de dar ao mundo e por isso o mundo nunca me poderá julgar segundo os mesmo critérios com que o Herbertinho é julgado até, tal como ele, eu decidir pôr, por escrito, o que me vai na cabeça num livro qualquer que o mundo terá de comprar para possuir.

A troca comercial que permite a possessão de algo será a única justificação plausível para alguém arbitrar o quanto valho como escritor, de acordo com os parâmetros que academicamente masturbam a cabeça limitada pelas regras que, por consenso, são aprendidas.

"Este é mau, não o compres, este é gratuito não o julgues. Só estás aqui porque queres". Deveria ser o mote de qualquer blog independente do ad-sense do google. Não ganho nada com isto para além de inimigos, quando os casco, ou uma ou outra queca facilmente impressionável por ortografia em falta e progressões aparentemente rítmicas. Mas até estes são poucos porque nem sequer desconfiam do que faço apesar de constantemente, por gestos ou falta deles, lhes mostrar o que por eles sinto.

Um dia talvez consiga, se me continuar a surgir dado um estímulo contínuo do mundo e se a vontade de o passar para fora de mim como uma qualquer mensagem a outrém, que seja mais amplo que 10 cidadãos desta aldeia global, escrever algo que mereça um suporte físico digno de uma biblioteca e do tempo de alguém do Jornal de Letras. Até lá, e muito sinceramente, por mais que me custe dizê-lo - nem custa muito - que se fodam todos e as suas manias de serem Dr. por colocarem o de outros em percentis do correcto. A sua contribuição para o mundo cinge-se a isso e á preocupação de criticarem literariamente um conteúdo que muitas vezes não o é: Arte pela Arte diz-se... há quem chame de punheta crónica por incapacidade de estabelecer ligações com o senso comum; de (não) ser humano.

II - mais um do mesmo mas desta vez no aeroporto de Barajas. Nem que seja por isso é diferente.

Estou vestido de uma maneira de tal maneira díspare do que me rodeia, que o português que se ouve à minha volta crê que não será entendido. A indumentária serve portanto o seu propósito, tanto me desloca claramente de onde aparentemente deveria ser categorizado, algo que admito que procuro, como me permite confirmar uma vez mais que não me enquandro e que a vontade de me demarcar aparenta ter sentido.

Calam-se por vezes. Mas até no silêncio o português tem algo de único. Não falo da saudade porque esse sentimento é demasiado antigo e bairrista para se demonstrar nestas gerações cuja maior preocupação de viagem é o atraso, o perder de uma escala, refiro-me à inveja absurda que. o sazonal regresso do filho pródigo à terra, tantas vezes confirmou que existe.

Não observam o que está a seu redor. Cobiçam. Querem o que não é seu e que, possuindo, têm de mostrar, sempre de uma maneira singela, que possuem. Mas atenção, os objectivos e as escalas de conquista são claramente definidos ao longo de um sistema de educação bastante estruturado, desde o tempo que o servo de gleba ansiava possuir um feudo por matrimónio consumado. Quem tem fato tem sempre de ser Dr., quem tem capacete branco tem de ser engenheiro, quem usa botões de punho e o pin do colégio militar, se não o é, há um dia de ser administrador. Os filhos têm de ser como eles, exactamente os mesmo só mudando o apelido e a cor da gravata ou, se for um bocado mais arriscado, o tipo de sapato que num ou outro pormenor não é como o do outro.

Alguém que não se enquadre nesses eixos claramente definidos nunca poderá ser alguém. No meu caso isto aplica-se numa base diária. Quem me vê de dia durante um período de trabalho e não me conhece trata-me por um título que supõe que eu tenha e pela farda que envergo, sou um gestor, direcciono equipas, defino estratégias; o sol põe-se, a responsabilidade esvai-se e ponho-me como estou hoje, disfarço-me: ou levo no cú ou sou artista, ou para as mentes mais recalcadas sou um misto dos dois. Sou uma proeza; o que não sabem é que também invejo os outros, ou se preferirmos eles.

A minha vida não se baseia na conquista de pequenas proezas que uma carreira bem delineada implica. Até se tem mostrado para mim um percurso sem exigências muito marcadas desde que comecei a minha linda entrada na sociedade pensante. Invejo essa sintonia com um bem comum bacoco. Quero mudar algo mas o mundo talvez não deixe.

A gata que tive a gata que há.

De vez em quando vejo-a intermitente como o meu monitor sempre à escala do que a registou para sempre e pelos olhos de quem a vê perto. A primeira vez que lhe peguei assustou-me, apesar de não ter mais que uns meses, ao ponto de ter de procurar refúgio fora de casa.

Foi crescendo e aprendi a tê-la por perto. Acostumei-me ao seu ronronar sobre a parte do corpo que me doía e que nunca tive de apontar; em troca ensinei-lhe a trepar as portas de uma casa que deixou e que ainda está marcada pelo que se tinha.

Despedimo-nos bruscamente. Embalado por uma mensagem parva pu-la na sua caixa e larguei-a num outro lado da cidade onde nunca mais fui. Marcou-me no último abraço com um esguicho de mijo a que a mais ninguém permitiria; sabia, acredito eu, que nunca mais nos iríamos ver. Nos dias em que a tive só para mim, olhava-me nos olhos com uma tristeza que nunca sentira antes, nem nos meus mais próximos, levava-me a dormir e aconchegava-se no meu ombro, punha-se no meu colo quando eu chorava como se tentasse lembrar-me que eu não estava sozinho.

Deixei-a ir, deixei-a, e hoje quando vejo os seus olhos, quando a vejo retratada por ela, não reconheço quem por uns dias me acarinhou durante o meu estado débil. Parece-me desconfiada, parece-me outra, lembra-me a outra - já não é ela.

Espero que eu não tenha ficado assim. Espero que não tenha mudado assim, que o meu olhar não se tenha tornado numa manifestação de um medo óbvio mas que envolve ao ponto de não deixar sair. Espero que o que eu era não se tenha perdido por entre os dias em que me fui perdendo ao ponto de selectivamente não me lembrar. Espero que o miúdo não se tenha deixado levar por um encanto que só aos 30 entenderá que arrasta o corpo no chão e que por maldade puxa quem se abeira até si. Espero que o que tornava o sangue mais espesso o corpo ja tenha expurgado e que cada copo que esvazie não implique uma progressão p'ro infinito.

Espero tanto que até estranho o nada que por tanto tempo esperei.

segunda-feira, setembro 12, 2011

Só uma linha (dependendo da resolução)

Não abras a mão a quem te dá um punho.

sábado, setembro 10, 2011

O gordo!

O gordo
metia nojo
aposto até,
que a sua nha-nha
cheirava a banha
e que a sua sauna
era um espeto.

Que bem lhe ficaria
uma maça qualquer
na boca
uma afronta
é
para o continente africano.

Viola para depois comer
Foder só com refogado.

"o gordo simpático"
é mito
p'ro coitadito
do urbano.