Começa por soar um pouco triste. Lentamente são tocadas as notas desta escala com a dificuldade que o simples imprime de mãos dadas com um dó meio tom a cima. De repente, com uma batida seca no tambor, percebe o ouvinte que algo rompeu com o sentimento que já por um minuto e meio se arrastava: tudo agora fica mais efusivo.
Soube dela e procurou o seu nome entre linhas que se formam pelo descodificar de zeros e uns. Admira-se, interessa-se, assusta-se por exemplo. Acima de tudo, aqui não interessa a ordem. A música vai ganhando intensidade. Conhece-a. Fala-lhe...
EXPLOSÃO
Finalmente a conheceu.
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O resto? Esse é d + para compor.
Mais um. O meu primeiro. (brainwasherpt@hotmail.com)
segunda-feira, outubro 08, 2007
domingo, outubro 07, 2007
Reside o poeta no espaço que lhe resta do corpo de um homem que se forma numa implosão, que, aquilo que não leva, marca. O que fazer aos dias que, de tão inocentes, passam a ter o conhecimento que até muda o tom de uma canção que já antes marcara mas num sentido estreitamente, e só por o espaço ser pouco, diferente.
Nada é o mesmo. A balança regista outros valores à presença de o que antes se sabia ter um certo peso e não foram as unidades que mudaram. Merda! Merda merda e merda mais uma vez.
Não me anulo. Escondo-me.
Nada é o mesmo. A balança regista outros valores à presença de o que antes se sabia ter um certo peso e não foram as unidades que mudaram. Merda! Merda merda e merda mais uma vez.
Não me anulo. Escondo-me.
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