Parti da terra que não minha por mais tempo me albergou e que por menos, por não ser minha, me teve como sou; o não conhecimento das duas partes muito mais facil torna a certeza de juizos que, mesmo injustos, justamente serão inspirados naquilo em que se ve, ouve, ou melhor, que se sente.
Parti do mesmo sitio e lá chegado por um caminho diferente com a mesma chegada eu, como antes, só dela me despedi.
antes de partir perguntou-me se custara a fechar a mala que só com o meu peso pluma se fechou. Chorei. Disse que sim e, depois, que não custou fazê-la. Até a roupa foi dobrada para mais tempo ter: organizei-a, fechei-a com o cuidado que um checo tem até a virar a pagina de um jornal. NÂO O QUERIA FAZER: UMA MALA FEITA OU DESFEITA NUM CANTO A ESPERA SIGNIFICAM SEMPRE O MESMO, O MESMO!
Nao viajo, parto, e isso implica regresso em tempo indefinido. E ao chegar é o meu pai quem me leva.
Volto a rotina de uma vila que é cidade.
Choro p'lo que deixei p'lo que foi e pelo deixar.
Mais um. O meu primeiro. (brainwasherpt@hotmail.com)
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